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Vinícius de Moraes

A editora luminosa para a nossa música

Ao trazer para o Brasil a idéia de reunir as composições mais conhecidas de compositores de diversas épocas, Almir Chediak, 42 anos, nome respeitadíssimo como violinista, arranjador e professor, acabou se tornando um editor merecedor de prêmios.

FM, a revelação entre as FMs

No ar somente a partir de 6 de dezembro de 1991, a mais nova FM de Curitiba - a Exclusiva, foi considerada a grande revelação do ano. Mesmo entrando apenas durante 24 dias no período considerado para votação, a qualidade de programação que a FM Exclusiva com sua boa transmissão e divulgação da música de qualidade justificaram que tivesse muitas indicações por parte do grande [júri]. Assim, a comissão organizadora decidiu criar um troféu especial, recebido pelo [Sr.] Vladimir Pasciani, do departamento comercial, empresário Luis] Mussi e do diretor artístico, Reginaldo Daniel.

Airto Moreira volta-se agora ao som espiritual e curativo

Um dos projetos mais importantes a serem lançados em CD nos Estados Unidos dentro de alguns meses terá sons curitibanos: pássaros cantando nos bosques de Santa Felicidade, águas do Saltinho e mesmo "ruídos" "capturados" nas noites do Boqueirão. Há seis meses, quando aqui esteve trazendo o então recém adquirido (no Japão) gravador DAT, com microfones da maior sensibilidade, Airto Guimorvan Moreira fez estes registros, conforme registramos com exclusividade.

Tom grava Noel Rosa para o songbook que Almir produz

Num ano de escassas edições musicais de bom nível - no qual será difícil fazer os tradicionais destaques da área fonográfica - uma das esperanças maiores se concentra no álbum duplo que o produtor Almir Chediak está realizando em homenagem a Noel Rosa (1910-1937). Depois do exaustivo estudo de João Máximo e Carlos Ridier - "Noel Rosa: uma biografia" (Editora da Universidade de Brasília, 1990), é a Lumiar Editora quem vai reverenciar aquele que para muitos continua sendo o nosso maior compositor popular.

Os tangos e boleros com Luna e Agostinho na arte do encontro

Fundada há 37 anos, como um modesto estúdio, a RGE se constitui ao lado da Continental, a única marca basicamente nacional - já que a terceira que resistia, a Copacabana, foi vendida - em seu acervo e selos - para o grupo Sony. Ao longo de quase quatro décadas, a RGE reuniu um acervo notável, pois foi quem lançou cantoras como Maysa, Agostinho Rodrigues, orquestra como a do italiano Simonetti e Pocho, conjuntos marcantes da Bossa Nova como o Zimbro Trio, e compositores revelando-se intérpretes como Chico Buarque, Toquinho e Vinícius de Moraes - só para citar alguns exemplos.

Brasil musical que a Caju está exportando

Na verdade, seriam reedições se não fosse o fato de saírem agora com tanta perfeição sonora que a sensação é de uma novidade. Peter Klann, um alemão que se [?] brasileiro tanto ao ponto de aqui estar editando o que de melhor [??] termos em matéria musical - numa época em que o lixo sonoro é empurrado ouvidos abaixo dos consumidores - dá mais uma mostra de carinho para com a nossa melhor música instrumental.

MELHORES REEDIÇÕES

1. Bossa Nova/Elenco: Nara Leão, Antônio Carlos Jobim, Baden Powel; Caymmi Visita Tom; a Música de Edu Lobo; Vinícius/Caymmi no Zum-Zumb. Reedição supervisionada por Tarik de Souza - Elenco/Philips/Polygram. 2. Naquele Tempo (Choros e Valsas) - Pixinguinha-Benedito Lacerda-Custódio Mesquita e orquestra - Garoto - Carolina Cardoso de Menezes - Coordenação Leon Barg (Revivendo, com fonogramas RCA). 3. Carnaval - Sua História, sua Glória (seis volumes) diversos intérpretes (Revivendo).

CDs do ano - A volta de Luís Bonfá, em sua melhor forma e estilo

Afinal, neste final de ano, chega um dos álbuns mais aguardados: o retorno de Luís Bonfá, que há 18 anos não tinha um novo disco lançado no Brasil ("Jaracandá" aqui saiu em 1973 pela RGE), embora sua discografia chegue a 50 títulos nos Estados Unidos. Reconhecido como um dos influenciadores da Bossa Nova, compositor, violinista e mesmo cantor eventualmente, com uma obra internacionalmente reconhecida, Bonfá é, para a geração idiotizada pelas FMs que colonizam corações & bolsos, um ilustre desconhecido.

As letras certas que Schwartz sabe editar

O editor Luís Schwartz é um homem que sabe unir a qualidade ao sucesso. Quando era o diretor da Brasiliense, fez com que a casa de Caio Graco tivesse um boom atingindo várias faixas de público, com coleções das mais bem transadas - como "Encanto Radical", "Primeiros Passos", "O que É...", etc., que continuam a serem das mais vendidas.
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