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Vinícius de Moraes

Colegas esqueceram a homenagem para Kraide

Pelo menos durante uma década, Antônio Carlos Kraide (Piracicaba, 1-06-1945-Curitiba, 19-01-1983) viveu em nossa cidade. Aqui fez e viveu teatro - de seus tempos de aluno do curso de Arte Dramática da Fundação Teatro Guaíra até o mais criativo (e promissor) diretor revelado nos anos 70, com uma carreira brilhante e que uma morte brutal - um assassinato até hoje nunca esclarecido devidamente - veio interromper há três anos.

Clima de tristeza pela morte de nosso cinema

Salvador - No sábado, terceiro dia da XVII Jornada Internacional de Cinema da Bahia, o dia começou triste: a notícia da morte de Joaquim Pedro de Andrade, morto na madrugada, no Rio de Janeiro, aos 56 anos, vítima de câncer. Realizador de filmes importantíssimos a partir de "Couro de Gato", que foi o curta base de "Cinco Vezes Favela" (1961) a "Macunaíma", baseado em Mário de Andrade - sua obra mais conhecida - Joaquim Pedro de Andrade trabalhava há 3 anos na pré-produção de "Casa Grande e Senzala", da obra de Gilberto Freyre.

Carlinhos, o pai da Bossa

As duas apresentações que o compositor-intérprete Carlos Lyra faz nesta semana ("505", Avenida Manorel Ribas) se constituir numa das poucas manifestações musicais comemorativas aos 30 anos da Bossa Nova. É uma pena! Pela importância de Lyra na Bossa Nova, seria justo que ele também se apresentasse em espaços menos sofisticados (e caros) como o piano-bar do Alto das Mercês.

Toquinho, a segunda geração da Bossa Nova

Toquinho foi o último dos grandes parceiros de Vinícius. E o que teve a felicidade de conviver profissionalmente o maior período com Vinícius de Moraes. Quando Carlinhos Lyra fazia seus dois primeiros discos na Philips, no início dos anos 60, Toquinho, em São Paulo, era ainda um garoto que dedilhava as primeiras notas ao violão, aluno de Paulinho Nogueira, seu primeiro grande mestre. E músicas como "Barquinho de Papel", "Quando Chegares" emocionaram a Toquinho (Antonio Pecci Filho), que nem sonhava em se transformar também num grande nome da nossa MPB.

No tabuleiro das damas, a trajetória de Sabino

Quando de sua última vinda a Curitiba, convidado por seu amigo Arakem Távora para participar de uma mesa-redonda sobre "Poty, o Ilustrador", Fernando Sabino, mais uma vez, foi assediado por dezenas de repórteres. Com sua diplomacia mineira, resistiu as mais estúpidas perguntas, mas quase perdeu a calma quando uma ninfeta, identificando-se como "pesquisadora de um jornal alternativo", foi pedir uma entrevista exclusiva. Cansado, já tendo falado por vários outros jornalistas, Sabino concordou e perguntou: - "Então vamos lá: que ângulo você quer abordar?"

A excursão de Norton

Norton Morozowicz embarcou para os Estados Unidos, onde fará concertos e dará aulas de flauta, inclusive no festival de Tagglewood, um dos mais importantes do mundo. Em Nova York não há nenhum recital marcado mas, em compensação, Norton deverá ter um encontro muito especial : vai visitar Antonio Carlos Jobim e lhe mostrar a primeira cópia da fita com as gravações que a Orquestra de Câmara de Blumenau fez com sete de suas modinhas.

Sharp faz a maior premiação musical

Mais do que uma grande promoção em favor da música brasileira, o Prêmio Sharp de Música Popular - Troféu Vinícius de Moraes, que chega ao seu final, na noite de terça-feira, 31, com a entrega dos troféus aos escolhidos nas categorias (Teatro D. Pedro I, Hotel Nacional, Rio de Janeiro) é um (primeiro) passo para que se possa ter, no Brasil, uma distinção anual com a mesma dignidade que faz do Grammy ter hoje, para a música, o mesmo peso, que o sexagenário Oscar tem para o cinema.

Bons filmes, afinal, em exibição na cidade

Afinal, nem tudo está perdido! Parece que Chico ALves resolveu sair da inércia e retomar o comando da programação das salas da Fucucu, evitando que a incompetência continue a levar o setor para o brejo. Prova disso é que conseguiu - não se sabe onde - uma cópia de um clássico dos anos 50, "Lola Montes", de Max Ophus que está sendo exibida neste fim-de-semana na Cinemateca. Mas novamente é de se indagar: por que castigar (e afastar) um público que poderia ser mais numeroso se este clássico fosse exibido numa sala confortável como o Luz - que, está reprisando "Para Viver Um Grande Amor?"

Texaco patrocina OCB que grava agora Astor e Tom

Antes de embarcar para os Estados Unidos, dentro de dez dias, o maestro Norton Morozowicz deixa gravado o oitavo elepê da Orquestra de Câmara de Blumenau. Desde segunda-feira, 30, seu amigo Frank Justo Teatro Castro Alves, de Blumenau, gravando com a Orquestra de Câmara, num repertório em que Norton, com inteligência e sensibilidade, soube unir dois dos compositores mais importantes da América do Sul: Antônio Carlos Jobim e Astor Piazolla.
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