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Otto Preminger

Embarque numa viagem quando cinema trazia grandes músicas

Enquanto as trilhas sonoras, integrais, têm um público fiel - mas que se mostra cada vez mais contrariado pela falta de melhores opções (excelentes trabalhos continuam inéditos no Brasil, enquanto o lixo montado com descartáveis faixas pop é lançado), um segmento bem mais amplo, que apenas assimila as sound track em seus limelight's após anos de insistência prefere seleções dos temas mais conhecidos.

Para rever Gary Cooper, um herói 100% americano

Para quem se interessa em fazer sua própria videoteca - seja adquirindo as cópias seladas, sendo buscando fórmulas alternativas (cópias dos filmes apresentados na televisão ou mesmo se arriscando à pirataria privada) há várias formas de para se organizar a coleção. Pode ser simplesmente uma sucessão dos filmes que mais o emocionaram, por gêneros - westerns, musicais, policiais, etc. - ou, para os que pretendem o melhor conhecimento do cinema, por autores (diretores e mesmo roteiristas).

Bugsy e Misery, estréias com peso de Oscar

Sorrisos dentifrícios nos exibidores com a temporada dos filmes oscarizáveis. Depois de "JFK- A Pergunta Que Não Quer Calar" de Oliver Stone (8 indicações, Cinema I) e "O Príncipe das Marés" de Barbra Streissand (7 indicações, Cine Bristol), chega o supercampeão das nominations: "Bugsy", de Barry Levinson, 10 indicações e garantia de muitas semanas lotadas no Cine Plaza onde estréia amanhã.

"Gráfica" mostra o que há de melhor nesta arte

No momento em que o design ganha espaço com o primeiro encontro nacional de estudantes desta profissão que sedimentou-se nos últimos anos e exposições da importância de "Designers do Boticário" ( Memorial Brasileiro do Design, Rua Cruz Machado, 98 - antiga Funarte), e especialmente, do acervo da revista Gráfica - Arte Internacional (Centro Cultural IBM, Avenida João Gualberto, 530/570) um tema que merece registros é a questão das revistas de arte que privilegiam e valorizam o talento dos melhores profissionais do design nacional.

Wynton faz trilha antológica homenageandoDuke Ellington

Com apenas 30 anos de idade - a serem completados no dia 18 de outubro, Wynton Marsalis é hoje o maior nome do pistão. Nascido em New Orleans, filho de uma família musical - o pai é pianista de jazz Ellis e o irmão, Branford, também está hoje já com uma carreira consagrada. Wynton não ficou apenas no jazz. Sua coleção de premiações - incluindo vários Grammy e dezenas de discos de ouro - o consagra também como um músico erudito.

Vale a locação - Welles, Wilder e Seaton em três lançamentos magníficos

Com lançamentos que vinham decaindo, em termos artísticos, a cada mês, numa competição de mercado em que nivela por baixo a qualidade de suas edições, a CIC Vídeo recupera-se em abril. Em seu pacote, está lançando três filmes fundamentais, que merecem, cada um, atenção especial. Lamentavelmente, por falta de espaço, não podemos aqui dar os destaques merecidos, ficando apenas a dica a quem busca opções realmente merecedoras de serem vistas.

Bruxas que fazem pensar estão reunidas no Guaíra

Paulo Gorgulho, o novo "darling" das telenovelas brasileiras que foi catapultado a superstar por seu personagem José Lucas de Nada em "Pantanal" - afinal terminada na Rede Manchete, deverá estar hoje na platéia do Auditório Salvador de Ferrante. No final, entre abraços e cumprimentos - e muitos pedidos de autógrafos, naturalmente no fundo, no fundo, por certo estará amargando uma frustração: a de não ter feito o personagem John Proctor, em "As Bruxas de Salém".

Igreja e cinema, um tema a ser examinado

Aos fãs de Alfred Hitchcook (1899-1980), ao menos um aspecto da trama desenvolvida por Anthony Shaffer em "Absolvição" lembrará um dos melhores clássicos do chamado mestre do suspense: o segredo da confissão. Assim como o sacerdote interpretado por Montgomery Cliff em "A Tortura do Silêncio" (I Confess, 1952), para não romper o voto do segredo da confissão acaba sendo envolvido num assassinato, também o padre Goddard (Richard Burton) neste "Absolvição" é, praticamente, levado ao crime devido a não poder denunciar o que ouviu no confessionário de um dos seus alunos.

De Duke a sinfonias na trilhas dos bons tempos

Henrique Sverner, dono da cadeia Breno Rossi, sabe que existe um público de bom poder aquisitivo que coleciona trilhas sonoras. Em suas lojas em São Paulo, durante anos, uma das seções mais movimentadas sempre foi a de "sound tracks" importadas, que mesmo com preços mais elevados sempre encontrava compradores. Só que a disparada do dólar e a queda do poder de compra do brasileiro obrigou-o, a partir de 1986, a desativar as importações.
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