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A crise não impede que curta-metragistas atuem

São Paulo, graças a vários programas oficiais - tanto da Secretaria Municipal da Cultural (lá dirigido por uma intelectual e executiva realmente eficiente e criativa, a filósofa e professora Marilene Chui) é a secretária estadual de Cultura, desde o período em que o jornalista Fernando Moraes (atualmente na Secretaria de Educação), ali desenvolveu um admirável trabalho está dando exemplo.

Dorival de Ruas ganhou a fama graças ao curta

Quando assumiu a presidência da Fundação Cultural de Curitiba, na administração Maurício Fruet, o advogado Carlos Frederico Marés de Souza procurou formar um bom staff de assessores. Assim, entre outros intelectuais que convidou para auxiliarem em sua administração (que, embora tenha merecido algumas restrições de nossa parte na época, comparada aos desmandos dos dias atuais foi extraordinariamente superior) Marés trouxe um gaúcho que, como ele, havia amargado o exílio político em terras distantes: Tabajara Ruas, agora com 50 anos.

No campo de batalha

Um novo e jovem crítico de cinema começa a aparecer: Cadu Guimarães, 21 anos, primogênito do advogado e ex-jornalista Célio Heitor Guimarães. Com o pseudônimo de Epaminondas Castelo Branco, Célio foi o mais profundo analista da televisão no Paraná em seus primeiros anos, escrevendo em "O Dia" e "Última Hora" e ajudando seu amigo Luís Renato Ribas a consolidar TV-Programa. xxx

No campo de batalha

O Goethe Institut não para de fazer promoções culturais. Em abril, de 2 a 25, mostra em sua sede 25 fotografias em preto e branco de Berlim, Bremen, Muenster e Belo Horizonte, feitas por Carlos Lopes, 29 anos, fluminense de Teresópolis, mas radicado em Belo Horizonte. A exposição chama-se "Stille Sensationen". xxx

Eddy, o intelectual que o Paraná perdeu

"Não se pode morrer na metade do quinto ato" (Henryk Ibsen - 1828-1906; "Peer Gynt", ato V) A primeira peça que assisti no auditório Salvador de Ferrante foi "Seu Nome Era Joana". Verão de 1958. No palco, a história da donzela de Orleans - num magnífica atuação de uma jovem amadora, Astrid Rudner (por onde andará hoje?) tinha uma luminosidade e vibração ao meu provinciano olhar de quem começava a ver o que era uma montagem teatral. Guardei não só o impacto daquele peça encenada pelo então ativíssimo grupo de teatro mantido pelo Sesi como o nome do autor.

Jornalista, dramaturgo e cronista de nossa cidade

Embora os registros da morte de Eddy Antônio Franciosi tenham citado apenas como ex-colunista social, o seu trabalho de jornalista foi muito além. Repórter antes de tudo, foi autor de duas séries de reportagens que marcaram época. Vestindo-se e maquilando-se como mendigo, percorreu durante dois dias as ruas de Curitiba para sentir de perto, como a população tratava - e como viviam - os pedintes nos anos 50.

No campo de batalha

O Cineduc - Cinema e Educação, grupo que atua na formação das novas platéias cinematográficas, promoveu numa das salas do Plaza Kubitschek uma oficina para mostrar as crianças como é - e como se faz - cinema, completada com projeções de filmes de animação e dois longas de Maurício de Souza. As professoras Hilda Ribeiro Soares, Marialva Monteiro (autora de "Cinema, Janela Mágica", 1980) e Regina Fernandes, mais Luís Fernando Batista, formaram um júri para outorgar um prêmio com a mensagem mais positiva a juventude entre todos os filmes aqui apresentados. xxx

Gaúchos fazem filmes de valor e levaram prêmios de Brasília

Se compromissos oficiais não tivessem obrigado o escritor e poeta Carlos José Appel a retornar na segunda-feira a Porto Alegre - com escala no Rio de Janeiro, por certo que o Secretário da Cultura do Rio Grande do Sul estaria tão feliz como os cineastas de seu Estado que, no XXIII Festival do Cinema Brasileiro de Brasília, viram reconhecidos seus filmes.
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