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Rádio Clube Paranaense

O prefeito bem amado que foi condecorado com um fusquinha

Em 1967, quando foi criada a Justiça Federal, os primeiros juizes indicados para ocuparem as varas no Paraná foram o professor Manoel de Oliveira Franco Sobrinho, que havia sido deputado federal, tendo inclusive representado o Brasil em reuniões da ONU, Heraldo Vidal Coro e Milton Luis Pereira. Representava, já, uma [ascensão] significativa para o menino pobre criado no Norte do Paraná - nas cidades de Apucarana e Califórnia, e que vindo estudar em Curitiba, em 1951, aqui ganhou seu primeiro salário como locutor da Rádio Clube Paranaense.

Wanderley, sem lágrimas, o homem, o profissional e uma oração testamento de Adeus!

"A Morte é a grande pergunta e a final e grande resposta de todos os credos... "(José Wanderley Dias, em sua última crônica. "Quando eu morrer", coluna "A Vista do Meu Ponto", página 5, 1º caderno, edição de ontem, 10/07/92, da "Gazeta do Povo"). Ontem, perla manhã, ao ler meus textos em O Estado do Paraná, deparando-me com habituais erros de imprensa - frases cortadas, palavras modificadas, pequenos empastelamentos, lembrei-me de Wanderley Dias. "Ao menos ele, deve estar aumentando seus álbuns de enganos de imprensa..."

Artigo em 27.03.1992

Das mais elogiáveis a corajosa iniciativa do Sindicato dos Radialistas em denunciar a presença de políticos demagógicos que vem comprando espaços nas emissoras para fazerem "programas" em que tentam conseguir prestígio popular. Incisivamente, o presidente do sindicato, Newton Martins de Oliveira, em reunião da categoria, manifestou sua repulsa a presença dos candidatos Tony Garcia e Rafael Greca de Macedo em programas nas rádios Antena I e Rádio Cidade. xxx

Os bons tempos da Clube, Guairacá, Marumby, Colombo e outros prefixos

A nossa pioneira "Clube" - a PRB-2, Radio Clube Paranaense, cujas primeiras transmissões foram ao ar numa fria noite de 27 de junho de 1924 - num pioneirismo de um grupo de paranaenses que colocou a novidade praticamente ao mesmo tempo que acontecia o início efetivo das rádios do Rio de Janeiro e Pernambuco - a próxima Rádio Exclusiva, a 13ª FM que entrará no ar dentro de seis semanas (elevando o número de rádios para 26, somente em Curitiba) muita coisa mudou.

Adeus, Stelinha!

Com a morte de Stelinha Egg, na segunda-feira, 17, o Paraná perdeu sua única cantora que obteve uma real projeção nacional. A verdade é que Stelinha, mesmo afastada da vida artística há mais de 10 anos, era a única intérprete nascida em Curitiba que conseguiu tornar-se um nome popular em termos nacionais, excursionando ao Exterior e gravando mais de uma centena de músicas em 78 rpm, 45 rpm e elepês.

O mais notável dos scholars do Paraná

Anualmente, o professor Wilson Martins e sua jovem esposa, Annie, reservam os meses de junho e julho para virem a Curitiba. A presença do casal já faz parte do calendário cultural nestes dois meses e, normalmente, os muitos amigos que eles aqui tem, organizam um festival de encontros e recepções. Há dois anos, a vinda do professor Martins coincidiu com a reedição de seu mais polêmico livro, "Um Brasil Diferente", que, ao ser lançado em 1955, motivou acirrados debates na Biblioteca. Reeditado em 1989, em co-edição com a Secretaria da Cultura do Paraná e a editora T. A.

Nativismo, hoje um mercado em expansão

Há menos de uma década - quando aqui, pioneiramente, publicamos uma série de reportagens sobre o boom nativista gaúcho, no Paraná praticamente inexistiam festivais e eventos artísticos regulares. Embora já houvesse mais de 50 dos duzentos e poucos CTGs, que hoje se espalham por todo o Estado, suas promoções se restringiam a âmbitos locais - inclusive sem repercussão maior.

Os separatistas do Iguaçu e o país com que sonha Tramujas

Ao contrário de Ildo Marx, outro gaúcho separatista, Sérgio Alves de Oliveira, defendia há três anos a criação de uma República Sulina - "Independência do Sul" (Martins Livreiro Editor, 80 páginas, 1988) na qual incluía também o Paraná. Marx preferiu ficar apenas com parte de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ignorando totalmente o Paraná - apesar da forte presença migratória gaúcha nas regiões Oeste e Sudoeste.

A noite em que Walt Disney jogou no nosso Cassino Ahu

Walt Disney, quem diria, jogou no Cassino Ahu? Pois é! O "pai" do Mickey, Pato Donald, Pateta e tantos outros mágicos personagens do imaginário das crianças de todas as idades também teve sua noite de freqüentador do nosso mais famoso Cassino - cuja importância na vida artística-social da Curitiba dos anos 30/40 terá, agora, uma obra referencial elaborada pelo pesquisador Alceu Schwab, a espera de editor.
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