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Metry, um paranaense em andanças na Antártica

Um dos mais conceituados cientistas paranaenses, nome internacional na área de biologia, o professor Metry Bacila, 69 anos, é hoje uma das pessoas que melhor conhece a questão da Antártica. Integrante da comissão brasileira, na área científica, do projeto Antártica, o professor Bacila já esteve três vezes no Polo Sul, participando de importantes expedições científicas orientando importantes pesquisas na área da biologia.

Ben Ami levou voz israelense até o Congresso de Jerusalém

Ben Ami Saltz é um exemplo de comunicador atuante. Sem deixar as atividades empresariais como executivo de Boiko Joalheiros, está se tornando, pouco a pouco, uma das lideranças do comércio do centro da cidade, tomando iniciativas na busca de soluções capazes de equacionar problemas graves da área - segurança (ou melhor, a falta de), limpeza, poluição visual e sonora - ganhando pontos para sua campanha à Câmara Municipal.

No campo de batalha

Ozeil Moura dos Santos, sociólogo e cônsul do Senegal no Paraná - hoje presidindo a Sociedade Consular do Estado do Paraná - tem ativado a área do comércio exterior. Fundou a Afrobras, pela qual vem desenvolvendo múltiplos contatos e desde sábado ciceroneia o empresário Isidoro Bolstein, de Moscou, que até ontem já havia fechado negócios na ordem de US$ 300 mil na compra de frango, café e legumes para suprir as deficiências do mercado consumidor da Rússia. xxx

Curitibana Lygia faz tese sobre loucura na paulicéia

Dona Pompilia Lopes dos Santos, na lucidez de seus 92 anos a serem comemorados em 7 de agosto, feliz da vida ao saber que uma de suas 22 netas ganha projeção nacional na área intelectual: a psiquiatra Lygia de França Urquiza, 34 anos, teve aprovada na Faculdade de Ciências Médicas da Unicampo, em 13 de dezembro, uma tese que tem provocado muito impacto ( "Um tratamento para loucura: contribuição histórica à emergência da prática psiquiátrica no estado de São Paulo"). xxx

Editora da Universidade não morreu. Longa vida para ela!

O professor Carlos Alberto Faraco, reitor da Universidade Federal do Paraná, iniciou o ano nos enviando uma educada carta, em linguagem informal, na qual faz algumas colocações em relação ao comentário que aqui publicamos, em 17 de dezembro último, sobre a redução nas atividades da Editora "Scientia et Labor", mantida pela UFP.

A vida e a morte na barriga da criação

Na primeira seqüência, um casal faz amor num vagão-dormitório que cruza a Riviera Dei Fiore, deixando a França e entrando na Itália. Entre a belíssima paisagem que lembra os quadros de Bellini, em rápido close é focalizada a pequena e poética estação ferroviária de Vintimiglia - a terra natal do artista Franco Giglio, cujas obras hoje fazem parte da paisagem curitibana.

Almas penadas no terreno que tem caveira-de-burro

Apesar de suas identificações apaixonadas ao brizolismo, o prefeito Jaime Lerner necessitará não só todo o fulgor de sua estrela como também a simpatia da área econômica do governo federal para levar adiante os projetos que tem envolvendo negociações com a Caixa Econômica Federal.

O Banco de Luz que necessita de depositantes humanitários

Há 33 anos, quando era repórter da então recém nascida "Tribuna do Paraná", o jornalista Enock de Lima Pereira, no idealismo de seus 23 anos, ficou tão emocionado ao fazer uma reportagem sobre a iniciativa da oftalmologista Paula Soares em implantar o Banco de Olhos de Curitiba, que não teve dúvidas: antes de terminar a entrevista, fez questão de assinar um documento sendo o primeiro doador de olhos para o humanitário "banco" que era fundado.

Bia, a consulesa em San Francisco

Bia Wouk, artista plástica que surgiu no início dos anos 70 como um dos mais autênticos talentos de uma nova geração, será em breve a sra. Consulesa da República do Brasil na cidade de San Francisco, Califórnia, Estados Unidos. É que seu marido, o conselheiro João Almino de Souza Filho, 39 anos, atualmente servindo em Washington D.C., está na bica para uma justa promoção, que o levará ao disputado consulado de San Francisco.

Artes e amores de Violeta, a rebelde

Se o programa editorial deslanchado na administração dotteana na Secretaria da Cultura tiver prosseguimento sob a competente orientação de Regina Benitez, um livro que deveria ser reeditado é o tratado paranista que aborda a geologia e tribos indígenas paranaenses, escrita há mais de 50 anos pelo geólogo Paulino Franco de Carvalho. Pelo menos, o secretário da Administração, advogado Luiz Gastão de Alencar Franco de Carvalho e sua irmã, a pintora Violeta Franco, ficariam felizes.
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