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Perfis - Noronha, o Senhor Juiz

Quando foi nomeado para a diretoria da Polícia Civil, há quase 20 anos, inúmeros amigos de Antônio Lopes de Noronha estranharam que ele não tivesse se preocupado em mudar o número de seu telefone residencial. Quando insistiam que o fato de seu nome continuar na lista lhe tiraria o sossego, tal o número de chatos que o incomodariam e a sua família em horas mais inconvenientes, respondia: -"Não vejo razão para isto. Se aceitei um cargo sabendo de suas dificuldades, não tenho direito de me omitir de ninguém que me procure".

Foz, um festival para aproximar as fronteiras culturais latinas

O advogado Osmar Koehler, 52 anos, catarinense de Canoinhas mas curitibano por adoção - aqui vive desde 1957, quando chegou para estudar na UFPR, convidou dois casais amigos e enfrentou a bordo de sua confortável F-, cabine dupla, os buracos da BR-277 para passar o último fim-de-semana em Foz do Iguaçu. Finalidade: assistir ao Acordes Cataratas.

Curtas metragens de Fernando & Fernanda

Hoje os jornais nacionais deverão divulgar a relação dos filmes que disputarão a partir do dia 5 de agosto o 19o. Festival de Gramado do Cinema Brasileiro. Entre os curtas com maiores possibilidades de entrar na competição está "Os Desertos Dias", de Fernando Severo. No sábado, 13, antes da segunda sessão da noite no Cine Plaza (que está exibindo um medíocre filme policial, "Ajuste Final") alguns (poucos) espectadores, convidados pelo autor, conheceram a mais nova produção cinematográfica feita no Paraná em sua primeira exibição pública.

Artigo em 15.06.1991

xxx Verinha Walflor, a mais ativa e organizada das produtoras artísticas locais, dá mais uma mostra de competência nos dois shows que Marisa Monte faz neste fim-de-semana (auditório Bento Munhoz da Rocha Neto). Superstar antes mesmo de fazer seu primeiro disco, a jovial cantora, em seu repertório múltiplo, compensou amplamente os milhões que a EMI-Odeon investiu em sua contratação: "Mais", seu segundo álbum, está vendendo milhares de cópias, especialmente em CD. xxx

Medicina e a música, paixões de um exemplo para gerações

O sonho do casal Hélio e Ofélia Brandão seria aproveitar uma parte da belíssima propriedade que adquiriram há 30 anos nas Mercês para ali construir uma escola de música, acoplada a um grande auditório - aproveitando inclusive a própria formação do terreno. Construída pelo madeireiro Ruy Itiberê da Cunha, já falecido (que foi o primeiro sogro do artista Juarez Machado), a mansão ergue-se numa pequena colina, entre dezenas de árvores e um bem cuidado jardim.

O velho hotel da Estação renasce com toda a emoção

Embora nunca tenha morado no hotel, Elisabete lembra-se de seus tempos de menina - ela que nasceu em 9 de dezembro de 1946 - que visitando os tios João e Paulina, que permaneceram numa parte do prédio até falecerem, contaram estórias dos tempos iluminados do estabelecimento.

As memórias do Dr. Brandão das orquestras paranaenses

Até hoje não foi escrita a história da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Paraná. Ela nasceu, cresceu e morreu melancolicamente - sem merecer sequer um réquiem - sem que nada fosse registrado em detalhes. Assim, entre tantos aspectos que estão a merecer pesquisas sobre a nossa vida cultural, também a vida daquela Sinfônica merece ser contada. Pois, com ela, se contará também um pouco de nossa vida musical a partir dos anos 40 - pois seu surgimento oficial, em 1958, se deu em conseqüência de outras orquestras e muito idealismo.

Orcy, aquele que teve a idéia da Linha Vermelha

No sábado, 4, pela manhã, ao inaugurar as "Pegadas da Memória" - o roteiro para se conhecer, a pé, os 60 pontos de maior interesse no centro de Curitiba - o prefeito Jaime Lerner em seu discurso, fez questão de lembrar os nomes do casal Orcy e Elisabeth Stunn, convidados de honra para o acontecimento.

O mais notável dos scholars do Paraná

Anualmente, o professor Wilson Martins e sua jovem esposa, Annie, reservam os meses de junho e julho para virem a Curitiba. A presença do casal já faz parte do calendário cultural nestes dois meses e, normalmente, os muitos amigos que eles aqui tem, organizam um festival de encontros e recepções. Há dois anos, a vinda do professor Martins coincidiu com a reedição de seu mais polêmico livro, "Um Brasil Diferente", que, ao ser lançado em 1955, motivou acirrados debates na Biblioteca. Reeditado em 1989, em co-edição com a Secretaria da Cultura do Paraná e a editora T. A.

Túlio, Arnon & Lindolfo Collor

Em seus anos de deputado Federal em Brasília, nos anos 70, Túlio Vargas fez boa amizade com o senador Arnon de Mello (1896-1981). Ele no Senado, Túlio na Câmara, juntos solidificaram uma amizade, que seria mantida até a morte do velho político alagoano. Muitas vezes, quando o senador Arnon e sua esposa, dona Leda, vinham ao Paraná, para repousar na clínica da Lapa, era o casal Túlio-Lílian Vargas que os acompanhavam nestes retiros.
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