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Praça Osório

Escuridão na Praça Osório, que já teve dias melhores

---- Nota: Este artigo escrito por Aramis Millarch para sua coluna Tablóide de 05 de maio de 1992 não foi publicado devido a re-diagramação da página ocasionada pela censura ao artigo "Um livro sobre Lerner e a autobiografia que Anibal censurou". ----

O "Vagão" que trouxe o rizotto para Curitiba

No rastreamento dos endereços gastronômicos e etílicos de Curitiba. Valério Hoerner, após ter escrito "O Folclórico Bar Palácio" (1984) - que há 62 anos se constitui num símbolo de resistência da noite curitibana - dedicou mais de 40% de seu livro "Ruas e Estórias de Curitiba" (1990) a um estabelecimento que, até prova em contrário, foi o introdutor de alguns pratos típicos da cozinha italiana em Curitiba para consumo do público: O Vagão do Armistício.

Moreira Garcez, prefeito do primeiro "Arranha-Céu"

Luiz Henrique Garcez de Oliveira Mello - ou afetuosamente conhecido e estimado Gordo Mello - é daquelas pessoas com jeito cara de Curitiba. Filho de uma das famílias mais tradicionais da cidade, espírito criativo e inquieto tem dado uma grande contribuição em vários setores - desde o pioneirismo na área da reprodução xerográfica até a edição de um livro em que se uniram os talentos poéticos de Paulo Leminski - de quem foi um dos grandes amigos - a sensibilidade visual do fotógrafo Jack Pires ("100 Clicks de Curitiba").

Almas penadas no terreno que tem caveira-de-burro

Apesar de suas identificações apaixonadas ao brizolismo, o prefeito Jaime Lerner necessitará não só todo o fulgor de sua estrela como também a simpatia da área econômica do governo federal para levar adiante os projetos que tem envolvendo negociações com a Caixa Econômica Federal.

A volta da banda da PM nas retretas das ruas

Criada há 136 anos - dois após a fundação da Polícia Militar e quando a Província do Paraná tinha apenas quatro anos, a Banda desta corporação tem uma história que merece ser contada.

Os sonhos possíveis de Lerner para diversão dos curitibanos

"E assim adormece esse homem que nunca precisa dormir Pra sonhar Porque não há sonho mais lindo Do que sua terra Não há" ("João Valentão", Dorival Caymmi, 1953). Como o personagem de uma das mais bonitas canções de Dorival Caymmi, "João Valentão", o arquiteto Jaime Lerner, 54 anos, é uma das pessoas iluminadas que não precisa dormir para sonhar.

Silas descobre o ouro musical para que o Brasil ouça o som das bandas

Existe um brasileiro que merece receber uma premiação condigna a importância da obra que vem realizando. Trata-se do mineiro José Silas Xavier, 47 anos, funcionário de carreira do Banco do Brasil e que reside há muitos anos em Brasília.

Na Cabral, o triângulo em que se perdiam de amores

"Um grande destaque na noite curitibana foi o chamado Triângulos das Bermudas onde, literalmente, desapareciam maridos e noivos a exemplo do que acontecia naquele trecho geográfico que se notabilizou pelo sumiço de aviões e de navios. Por ali funcionava, também além do bar Stuart, o Graceful da Elvira, ponto de muito faturamento garantido pelas belas mulheres que se renovavam no calendário noturno. Era gerenciado pelo Vitório, alto, forte, de modos rudes escondendo grande bondade, tendo como maitre Luizinho e Pinguim (*) como atencioso porteiro.

Lincoln Center nos projetos de Lerner

O prefeito Jaime Lerner regressou de sua última circulada internacional, desta vez à Escandinávia (em Oslo, participou de uma reunião preparatória da badalada Eco 92, no Brasil) como novos projetos repletos de imagens oniricamente coloridas. Ambos tendo a sua querida Nova York - metrópole do coração que sempre inclui no roteiro de suas viagens - como ponto de referência e desta vez concentrado num dos principais espaços culturais da Big Apple - o Lincoln Center.

Na Praça Osório, Caixa fará de graça um teatro para Curitiba

O futuro Teatro Municipal ocupará uma área que, há exatamente 40 anos, foi a primeira sede da editora "O Estado do Paraná". Quando o empresário Aristides Mehry, capitaneando um grupo de paranaenses, fundou este jornal, a primeira sede foi um velho prédio na Praça Osório, com entrada pela Avenida Vicente Machado. Ali, durante algum tempo - até a transferência para a primeira sede própria, na Rua Barão do Rio Branco, 550 - a redação e oficinas, com uma equipe jovem e renovadora, fez surgir o jornal que, a 17 de julho próximo, completará seu 40º aniversário.
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