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Roberto Requião

Kauê, um novo filho literário de Gladys

Esta seria uma semana particularmente feliz para Gladys Gama França. Finalmente a editora Arco Íris aprontou a primeira tiragem de "Kauê - O Pintinho Mágico", sua incursão na área da literatura infantil e com a energia elétrica que a faz uma locomotiva em termos de agitos sociais e culturais, estava com tudo programado para começar a catituar este livrinho que abre uma coleção de obras destinadas a criança de 3 a 6 anos, com positivas mensagens.

Dor de dente não entra em férias mas dentista sim!

"Paraná - Boletim Confidencial", uma nova publicação semanal que o experiente jornalista Victor Grein está editando há um mês, na edição que circulou ontem, aborda, entre outros assuntos atuais - e que nem sempre ocupam espaço na imprensa diária - a revolta dos associados do Instituto de Previdência do Estado em relação às férias coletivas em que encontra-se a maioria de seus 57 cirurgiões dentistas.

... e o espetáculo continua

- "Tive duas grandes alegrias: no dia em que o prefeito Saul Raiz entregou um novo circo para a família e, alguns anos depois, quando eu entreguei o circo de volta a Fundação Cultura". A frase pode parecer estranha, saindo da boca de um homem que por toda a vida viveu artisticamente no mundo da lona e da serragem. Lafayete Queirolo explica:

Requião, o leitor de Dickens e Maquiavel

Roberto Requião deverá ver a questão cultural com maior profundidade. Afinal, sua formação intelectual é sólida, especialmente na área de estudos sociais e políticos e desde seus tempos de estudante sempre foi um devorador de livros que, normalmente, não seriam deglutidos com facilidade. Apesar de seus inimigos procurarem lhe dar a imagem de político rude, pouco sensível, na verdade, Roberto sempre esteve bem informado culturalmente e quem com ele convive há mais tempo reconhece esta faceta.

Fucucu vai gastar milhões para trazer os filmes estrangeiros

Está confirmado: a 14ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo inicia dia 17 de outubro e virá, ao que consta, completa - com 170 filmes - a Curitiba. Custará US$ 700 mil e entre os financiadores está a Fundação Cultural/Secretaria Municipal de Cultura, conforme a imprensa paulista vem divulgando.

Fundo de cinema, a lei que o município está sabotando

Há exatamente cinco anos - 13 de agosto de 1985 - o então presidente da Câmara de Curitiba, Horácio Rodrigues, assinava o documento pela qual era aprovada a lei nº 6.692/85, instituindo o Fundo Municipal de Cinema e dava outras providências.

A batalha cultural

Embora jure que não quer nem ouvir falar em formação de seu secretariado, o governador eleito Roberto Requião não pode evitar especulações. Para a Secretaria da Cultura, há dois nomes em alta: a professora Maria Cristina Vieira, presidente da Fundação Avelino Vieira, diretora do grupo Bamerindus, e primeira vice-presidente da Associação Comercial, e a arquiteta Jussara Valentim, que foi diretora administrativa da Fundação Cultural na gestão de Requião.

Os documentários que a Prefeitura poderia ajudar a fazer em Curitiba

O pintor Theodoro De Bona faleceu, dia 19 último, sem assistir o vídeo "De Bona - Caro Nome" que os irmãos gêmeos Werner e Willy Schumann fizeram em sua homenagem. Embora concluído no início do mês, este documentário narrando de forma didática a vida e obra do pintor nascido em Morretes, não teve condições de ser exibido para De Bona, já gravemente enfermo.

A Cultura e o Estado

Depois de permanecer ignorada durante toda a campanha do primeiro turno a Cultura, finalmente, começa a ser lembrada como ponto de discussão dos candidatos ao governo do Paraná. Ao contrário do que aconteceu em 1965, quando da campanha de Paulo Pimentel ao governo do Paraná, os artistas e intelectuais se posicionaram em atuantes comitês (já que o seu oponente, o professor Bento Munhoz da Rocha Neto tinha uma tradição na elite cultural paranaense) nas últimas eleições notou-se um enfraquecimento dos produtores (e consumidores) das artes e Cultura em termos de organização partidária.
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