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Roberto Carlos

Chega de espera! Chegou JOÃO, o disco do ano!

Afinal, aconteceu! Saiu o disco do ano! João - O cultuado, aguardado, sonhado, adorado elepê que traz novamente o mítico Gilberto do Prado Teixeira de Oliveira, baiano de Juazeiro, próximo aos 60 anos - a serem comemorados como feriado musical no próximo dia 10 de junho, já está nas lojas - em vinil, cromo e CD - nestas duas últimas versões com duas fitas extras que no elepê tradicional não entraram: "Sorriu pra Mim" (Garoto / Luiz Cláudio) e "Que Rest-t-il de Nos Amours" (Charles Trémet / Leon Chouliac).

Nico, o trabalho com boa produção

Embora jovem, Nico Rezende, músico, compositor e cantor eventual, já comeu muito pó na estrada. Como músico, arranjador e mesmo compositor, estava unido a gente como Marina, Cazuza, Lulu Santos, Zizi Possi e até Roberto Carlos. Contratado pela Warner, em 1987, chegou a gravar três elepês solos, o último (1989) com produção do experiente Ezequiel Neves.

Roberto e Iglesias, com seus orgasmos auditivos

Com toda razão, os lançamentos de novembro/dezembro são aqueles capazes de se traduzirem na melhor opção de presentes. Afinal, mesmo chegando a Cr$ 3 mil - o disco ainda é uma opção marcante para se obsequiar um amigo, uma namorada, um parente. Se o CD começa a pintar como alternativa para a faixa mais sofisticada, nem por isto as edições em vinil deixam de ter boas vendagens.

Romântico Elymar, distante da fumaça das churrascarias

Elymar Santos era um cantor das churrascarias da Zona Norte do Rio de Janeiro que se cansou da fumaceira e gordura dos ambientes que lhe garantiam a carne nossa de cada dia. Assim, há 4 anos, vendeu seu modesto apartamento financiado pelo BNH e o fusqueta 1975, e, vejam só, procurou o dono do Canecão, a maior casa de espetáculos do Rio de Janeiro, propondo alugá-lo por uma noite. Conseguiu uma segunda-feira, fez uma boa produção e nasceu para o sucesso. Logo depois gravava seu primeiro elepê e a repercussão de sua audácia lhe valeu que se passasse a prestar atenção em sua bonita voz.

Rita, Vania, Zélia, Cássia, Mara e Angélica em seus LPs

Como Simone não tem disco novo na praça - a CBS optou por uma montagem especial de seus maiores sucessos - Maria Bethânia ganha terreno no ranking natalino com seu novo elepê, produção cuidadosa e que teve até a carinhosa participação do mitológico João Gilberto - uma espécie de aperitivo enquanto o mais aguardado disco do ano, o seu, não desova na praça. Claro que Roberto Carlos comparece com seu tradicional produto de fim de ano, no mesmo esquema com que faz há quase 20 anos - e que garante a tranqüilidade financeira da CBS e mais alguns milhões de dólares em sua conta na Suíça.

Doce música do suave Toquinho

Este ano, Toquinho preferiu não gravar nenhum disco no Brasil. Reduziu sua agenda de apresentações - mais de 20 shows foram suspensos e, como apaixonado por futebol, atuou inclusive como comentarista num programa de televisão durante a Copa do Mundo. Agora, com um novo espetáculo, por ele concebido e dirigido, inicia em novembro uma excursão pela Itália, ali devendo gravar seu novo elepê - com previsão de lançamento no Brasil somente em 1991.

Wando, Magal e outros bregas muito eróticos

Carlos Santos é um brega que deu certo. Cantor, empresário, homem de comunicação e hoje político influente em seu Estado - Pará -, este cantor romântico se tornou um homem rico. Seus discos vendem como pão quente em todo Norte/Nordeste a tal ponto que possui, em seu imenso patrimônio, uma rede de lojas de aparelhos elétricos e de discos. Fez mais!

As revelações de um mestre da pesquisa

A leitura de "História Social da Música Popular Brasileira", de José Ramos Tinhorão, é indispensável para quem pretenda ter uma visão maior da evolução de nossa música. Concorde-se ou não com os pontos de vista do autor, a seriedade de seu trabalho e a riqueza de informações envolvem o leitor reflexionar sobre aspectos até então passados desapercebidos. Embora basicamente seja um ensaio, o livro é agradável, objetivo e tem várias revelações - muitas das quais, modestamente, Tinhorão reserva para as 48 páginas finais.
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