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Roberto Carlos

Alien volta, o Céu espera e o caso escandaloso chega

Apenas três estréias - uma das quais adiada da semana passada - nesta penúltima semana de 1986. Como havíamos prevenido, as alterações de última hora continuam a acontecer e assim o aguardado "Um Caso Escandaloso", de Pasquale Festa Campanile, que estava programado para o Cinema I, acabou na última hora sendo suspenso. No caso, até que não há motivos para reclamação, pois com isto o interessante "O Homem da Capa Preta", de Sérgio Rezende, ganhou mais uma semana.

A "Alma" internacional do brasileiro Gismonti

Já é natural que aconteça anualmente. Assim como o álbum de Roberto Carlos satisfaz a faixa mais condicionada a um repetitivo esquema musical que parece sair de uma linha de montagem - e que este ano deve ultrapassar os 2.500.000 de cópias (afinal, a Xuxa já vendeu 2.100 mil), há também ao menos um produto para quem exige um pouco mais. E este álbum é o de Egberto Gismonti, cada vez mais um multinstrumentalista criador em processo universal sem deixar de ser um dos mais brasileiros de nossos artistas.

Geléia Geral

Rodando solitariamente pelas estradas do Brasil os caminhoneiros tem na música a sua grande companhia. Percorrendo milhares de quilômetros, dia e noite, longe de suas famílias, os chamados "Heróis do Volante" elegem seus ídolos e formam um público especial, que hoje não apenas recorre as AMs e FMs em potentes aparelhagens como, através de bons gravadores, tem sua própria seleção de fitas com os intérpretes que lhes agradam. Foi de olho nesta faixa de público que o "rei", Roberto Carlos, há três anos, dedicou uma música ao "Caminhoneiro" - que virou sucesso nacional.

Geléia Geral

Dentro de uma visão sem preconceitos da música popular, o bregue está a merecer cada vez mais atenção - não só de sociólogos e estudiosos do compotamento do público mas, em termos de marketing. Se assim não fosse, o gênero não cresceria tanto em termos de lançamentos. Afinal, sem ter divulgação na mídia impressa e confinado a prefixos declaradamente bregas, artistas que se dedicam a este gênero têm parcelas expressivas no mercado. E as gravadoras, atentas aos números, não desprezam estes populares capazes de garantirem grandes vendas.

Geléia Geral

Entre lançamentos internacionais, com potencialidades comerciais das maiores, alguns álbuns saem vendendo milhares de cópias: a primeira edição de "Bring on the Night" com Sting praticamente se esgotou, Lionel Ritchie tem seu "Dancing on the Ceiling" entre os mais procurados da temporada e David Lee Roth ("Eat'em and Smile", WEA) volta num elepê no qual traz outros músicos-pop dos mais populares em suas faixas: o guitarrista Steve Vai, o baixista Billy Sheehan e o ultrabadalado baterista Greg Bissonnette.

Mercado fonográfico cresceu mas independentes foram prejudicados

A indústria fonográfica entrou num boom tão grande que aquilo que no início era motivo de comemorações começa a preocupar o tycoons do setor: nunca se vendeu tantos discos como nos últimos seis meses mas, em compensação, nunca houve tanta dificuldade para atender a demanda.

Geléia Geral

Durante 20 anos, Nana Moustakis permaneceu ignorada no Brasil. Agora, em menos de 40 dias, a Polygram lança dois de seus elepês. Primeiro foi "Alone", puxado por um hit - "Only Love", catapultada ao ser incluída na trilha sonora de "Selva de Pedra". Agora, a exemplo do que fizeram outros artistas franceses, Nana gravou um disco em português ("Liberdade"), cuja música-título foi extraída da ópera "Nabuco", de Verdi. Uma coleção de dez lindas canções, entre elas "O Nosso Lar" (J. P.

A volta de Antônio Carlos e Jocafi. Quem se lembra?

Há alguns dias, comentávamos com um produtor musical a crueldade do mundo do show bussiness, capaz de eleger ao sucesso certos artistas e, com a mesma rapidez, também condená-los a um prematuro ostracismo se o profissional incorrer no pecado de deixar de vender o que os inflexíveis tycoons da indústria fonográfica esperam.

Boom do disco faz com que renasçam prêmios

Uma crise ao inverso. Assim é definido o problema que aflige a indústria fonográfica: há 7/8 anos, não havia clientela para a produção. Agora não há produção que chegue para atender os pedidos. Só a Xuxa já vendeu 2.500.000 cópias de seu disco, enquanto o novo elepê de Roberto Carlos, com pedidos acima de um milhão de cópias, terá que ser prensado na CBS argentina, já que a indústria nacional, mesmo trabalhando 24 horas por dia, não consegue vencer a demanda.

Imperial, o presidente

Carlos Alvarenga Imperial, 40 anos, engenheiro da turma de 1969 da Universidade Católica do Rio de Janeiro, é o novo presidente da Associação dos Servidores do 9º Distrito do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Mantenedora da colônia de férias para os rodoviários, na Praia de Leste e administrando também a sede do Rodoviário F. C., em Pinhais, a ASSENODI presta uma série de benefícios aos servidores do DNER. O plano do novo presidente é dinamizar estas atividades, inclusive interiorizando o atendimento. xxx
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