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União da Vitória

Artigo em 30.04.1992

Eloy Zanetti, diretor de comunicação do grupo Boticário, continua acumulando premiações graças as inteligentes campanhas e peças produzidas pela W-Brasil que atende algumas linhas desta indústria hoje internacional.

Memórias da Oposição (IV)

Embora diplomaticamente, evite fazer críticas maiores a companheiros emedebistas - mesmo aos que, em diferentes ocasiões, abandonaram o partido e passaram para o conforto da Arena, [Sylvio] Sebastiani, nas 144 páginas do recém-lançado "Por Dentro do [MDB]" não deixa de questionar o comportamento do hoje senador José Richa, que apesar de ser fundador do MDB, em diferentes ocasiões não teve, segundo o autor, as posições que se esperavam.

Memórias da Oposição (VIII - Final)

A vitória de até então desconhecido advogado Francisco Leite Chaves ao Senado, na campanha de 1974, teve aspectos tão curiosos que merece que voltemos ao assunto - abordado ontem com base nas memórias de Sylvio Sebastiani em "Por Dentro do MDB".

Os separatistas do Iguaçu e o país com que sonha Tramujas

Ao contrário de Ildo Marx, outro gaúcho separatista, Sérgio Alves de Oliveira, defendia há três anos a criação de uma República Sulina - "Independência do Sul" (Martins Livreiro Editor, 80 páginas, 1988) na qual incluía também o Paraná. Marx preferiu ficar apenas com parte de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ignorando totalmente o Paraná - apesar da forte presença migratória gaúcha nas regiões Oeste e Sudoeste.

Em União da Vitória a última sessão do "Luz"

Mais uma última sessão de cinema numa cidade do Interior: o "Luz", de União da Vitória, cerrou suas portas exibindo para um pequeno número de espectadores a pornoprodução "O Sexo Nosso de Cada Dia", que mesmo com seqüências de sexo explícito não conseguiu renda sequer razoável. O cinema está fechado e só não será transformado em mais um supermercado se a Prefeitura conseguir viabilizar um projeto de fazer do mesmo um centro cultural. Há boa vontade, ao que consta, por parte do prefeito, mas faltam recursos. xxx

Álamo, uma etiqueta para nossos músicos

Álamo - Eis um nome da etiqueta musical que poderá identificar, a curto prazo, algo que sempre se esperou entre nós: uma atuante marca fonográfica, prestigiando basicamente os compositores, intérpretes e instrumentistas paranaenses. A iniciativa é de um catarinense, Romário José Borelli, 41 anos, desde 1986 radicado em Curitiba, dramaturgo, pesquisador, compositor, que após quase um ano de pesados investimentos implantou às margens do lago do Barigui (Rua Lúcia Razeira, 1035) um moderno estúdio de gravação).

Lima, bicho de Palmas, canta pelo mundo afora

A primeira impressão é de que se trata de um artista gaúcho, da região missioneira: lenço na cabeça, olhar bravio de um índio dos pampas. A imagem soma-se ao estilo das canções que falam dos grandes temas dos autores nativistas: a prenda que trocou o guapo amor iludida pelo conquistador da cidade, a paixão que permanece ("Passarela da Vida") ou a comunicabilidade irônica no estilo vanerão ("A Turma do Chera Chera").

Sucesso & dólares para os bichos do Paraná nos EUA

Neste sábado, 30 de abril, às 19 horas, em Stafford, Texas, exatamente no 11919 West Airport Boulevard, estará sendo inaugurado o Stafford Meadows, um hospital psiquiátrico particular. E que interesse tem para nós, paranaenses, esta inauguração? Interessa sim! É que um dos três donos do Hospital - uma construção ao estilo espanhol, entre belos jardins, num investimento de nada menos que US$ 10 milhões, é Paulo Roberto de Pauli Bettega, curitibano, 41 anos completados no último dia 14 de março. Mais um bicho do Paraná que fez a América! xxx

E entre as capitais, Curitiba é a terceira

Entre as capitais, Curitiba é a terceira mais desenvolvida: subiu do 60º lugar (1986) para a terceira posição, abaixo apenas de Florianópolis e Porto Alegre - acima do Rio de Janeiro e São Paulo. Em termos de arrecadação de tributos municipais, Araucária (313º na listagem) é o 7º município do Brasil - num quadro liderado por Cubatão. A razão é óbvia: a presença da Petrobrás nestes municípios. Considerando-se o valor adicionado ao ICM, a posição de Araucária fica ainda mais tranqüila: é o 4º da lista, abaixo apenas de Camaçari (Bahia), Cubatão e Paulínia (São Paulo).

As obras de arte nos porões da burocracia

Há 15 anos, quando assumiu pela primeira vez a Prefeitura de Curitiba, uma das primeiras preocupações do arquiteto Jaime Lerner foi perguntar pelas obras de arte do município. Homem culto, conhecedor da boa pintura e escultura, Jaime surpreendeu os velhos funcionários: afinal, era a primeira vez que um prefeito se preocupava com o acervo artístico da casa. Um acervo pequeno é claro, mas que revelou preciosidades com um precioso óleo de Guignard, em sua melhor fase - que hoje vale, tranquilamente, mais de Cz$ 600 mil.
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