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Paul Simon

O cinto de segurança rompeu no acidente que matou Gonzaguinha

Somente hoje à noite, após o final de "Pense N'Eu - Gonzagão/Gonzaga/Gonzaguinha" (Avenida Luiz Xavier, à partir das 19h), Renato Costa, advogado, animador cultural e maior responsável por este evento em homenagem a Luiz Gonzaga e, especialmente, Gonzaguinha - na data do 1º ano de morte do autor de "Explode, Coração" - revelará, um fato da maior gravidade e que, por um ano, foi de conhecimento de

Bahia e o seu samba-reggae para consumo de marketing

Assim como o Rio Grande do Sul, a Bahia é um território fonográfico à parte. Com bons estúdios - como o WER, ocupando um prédio de três andares e produzindo discos para fábricas e etiquetas do Sul, mais de uma dezena de etiquetas e, principalmente, um elenco de artistas de vários gêneros que se espraiam por todo o País, além de ali terem o maior prestigiamento dos veículos de comunicação (especialmente das emissoras AM/FM), ao contrário do que acontece em Curitiba, a Bahia é auto-suficiente fonograficamente.

'Pense N'Eu' para lembrar os inesquecíveis Gonzagas

Mais do que um evento que por duas horas apresentará o que de melhor existe na música que o povo ama num espetáculo em espaço (amanhã, quarta-feira, Avenida Luís Xavier, a partir das 18h), "Pense N'Eu - Gonzagão/Gonzaga/Gonzaguinha", será um monumento histórico para a cultura popular brasileira.

A salada russa com tempero dos baianos

Matheus Nazareth, que hoje ocupa a direção artística da Continental, procura trabalhar com os olhos colocados nos segmentos regionais. Assim, inúmeros artistas e grupos que de princípio teriam um mercado apenas restritos a certas áreas acabam ganhando espaço maior.

Nana passou Guimorvan no jazz poll da "Down Beat"

Para variar, desta vez não deu Airto Moreira na cabeça! Habituado há quase 15 anos a liderar os jazz poll da Down Beat - a bíblia do "jazz, blues & beyond" (como está em sua capa), o nosso instrumentista de maior sucesso internacional na 39ª escolha anual dos críticos internacionais convidados pela revista fundada há 58 anos para opinar sobre os melhores da temporada passada, ficou agora em terceira posição pelos 85 experts de vários países.

Os melhores do jazz-90/91 segundo a crítica mundial

Como informação, a quem não adquiriu a "Down Beat" de agosto - e se interessa em saber quem está em evidência musical na América, aqui vão as vencedoras nas principais categorias desta 39ª escolha dos críticos convidados da DB.

A música que chega da África

A música africana tem influenciado ritmos da Europa, Estados Unidos, e, naturalmente, do Brasil, há séculos. Com uma força impressionante, os sons que nascem no Continente Negro chegam a outros países há séculos, inicialmente trazidos pelos escravos - conservando suas tradições - hoje reavaliados por compositores brancos que buscam em raízes africanas uma renovação estilística. Do jazz a Paul Simon - que com seu "Graceland" provocou uma reapreciação da música africana, o campo é amplo para interpretações.

Liqüidificador afro-sonorizado na Bahia

Se as marchinhas e sambas criados para o Carnaval - e que refletiam sociologicamente os fatos, homens e acontecimentos políticos, sociais e comportamentais de cada ano - desapareceram e os sambas-de-enredo se constituem hoje na grande força musical do Carnaval carioca, a Bahia soube, astutamente, internacionalizar seus ritmos afro-brasileiros e produzir uma música que mesmo tendo no Carnaval a maior motivação, se mantém por todo o ano.

Kimiko, revelação vocal

O fascinante no jazz é que ao lado da maravilha que representam a audição de grandes nomes do passado - mas que pelas suas idéias avançadas soam sempre como novidade - surgem sempre revelações extraordinárias. E na área vocal, uma nova revelação é a cantora japonesa Kimiko Itoh ("Follow Me", CBS), da qual pouco se sabe, já que a CBS, normalmente tão atenta em bem divulgar seus produtos, desta vez não distribuiu releases a respeito.

"Moonwalker", um videoclip para os fãs de Mr. Jackson

O primeiro grande lançamento de 1989, em termos de público, chegou ontem em dezenas de cinemas de todo o país: "Moonwalker", um videoclip de longa-metragem que Michael Jackson produziu, escreveu e estrelou. Megalomaníaco, preocupado com a concorrência cinematográfica que Prince lhe vem fazendo, Jackson decidiu voltar num filme destinado ao seu público que pouco exige. Assim, não há muita preocupação pelo roteiro - desenvolvido a partir de um texto que ele próprio teria (teria?
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