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Teatro de Comédia do Paraná

Rosa e Castelo querem fazer o Saci cantar na Ópera de Arame

Uma superprodução transforma em musical uma das mais conhecidas obras da literatura infantil - "O Saci" de Monteiro Lobato (1882-1948) foi um dos projetos entre os que estão concorrendo ao financiamento do Programa de Incentivo à Produção Artística criado pelo governador Roberto Requião. (*).

Fogo pesado contra Loureiro no Guaíra

Pela primeira vez na história das artes cênicas no Paraná a categoria uniu-se totalmente na elaboração de um documento contundente - resultado daquela que na opinião de experientes profissionais, foi "a mais inflamada assembléia geral já feita com artistas paranaenses" - em que é exigido, literalmente, a demissão da atual diretoria da Fundação Teatro Guaíra - agora reduzida a uma autarquia com muito menos autonomia.

Os ginasianos parnanguaras de 1941

Na temporada de nostálgicos reencontros de antigas turmas que acontecem a cada final de ano, uma das mais interessantes será a que está sendo organizada por um grupo de alunos da primeira turma do Colégio José Bonifácio, de Paranaguá. Com a organização britânica de Regina de Sá Cardoso, o encontro programado para o dia 14 de dezembro, terá toques muito especiais - pois em 1941 diplomavam-se nada menos que 65 jovens que, ao longo deste meio século, seguiram diferentes caminhos.

O povo merece aplaudir a nossa boa orquestra

Um dos mais belos concertos da atual temporada da Sinfônica do Paraná, no domingo pela manhã, teve um bom público - cerca de mil pessoas - mas a metade do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto ficou vazia. É de se perguntar: é justo que um evento oficial, com uma orquestra mantida pela população através de recursos públicos, deixe de atingir em suas apresentações o maior número possível de espectadores?

As bruxas macarthistas chegam no Guaíra dia 27

Reconhecido como um dos mais importantes textos do teatro contemporâneo, "As Feiticeiras de Salém", de Arthur Miller (auditório Salvador de Ferrante, 16 de setembro a 27 de novembro) será não apenas a última grande encenação deste ano mas poderá significar a última produção do Teatro de Comédia do Paraná a curto prazo. Como se desconhecem os projetos culturais efetivos dos candidatos ao governo especialmente em relação à política teatral, poucos são os que apostam que, nos primeiros meses da próxima administração, aconteçam grandes produções.

Afinal, Guaíra tem agora seu elevador

Na noite de quarta-feira, 10, na estréia da ópera "Helka", pela primeira vez os espectadores que por idade ou problemas físicos nunca puderam assistir espetáculos no primeiro e segundo balcão, não terão mais este problema. Finalmente, um amplo elevador estará funcionando, atendendo uma reivindicação que se fazia desde que o auditório Bento Munhoz da Rocha Neto foi inaugurado - completando assim, uma obra cujo projeto foi elaborado há mais de 40 anos - e cuja construção arrastou-se por mais de duas décadas e cinco diferentes governos.

Em novembro, chegam "As Bruxas de Salém"

Antes de viajar, domingo, para a Europa, em suas férias de inverno, o advogado Constantino Viaro, superintendente da Fundação Teatro Guaíra, definiu com o secretário René Dotti as principais produções para o final de administração - na ocupação dos espaços do teatro até março de 1991, quando haverá a mudança de guarda cultural.

No teatro, duas opções para a platéia infantil

As crianças têm duas opções de teatro enquanto os adultos apenas uma neste final de semana. No mini-Guairinha, às 16 horas - hoje e amanhã - em cartaz a peça O Menino Maluquinho, com o grupo Ir-a-Ti, de Irati. No mesmo palco, às 21 horas, "Minha Eterna Namorada", que desde quinta-feira tem atraído um público jovem. O grupo teatral da cidade de Irati, que atua desde 82, escolheu para direção artística da peça Fátima Ortiz, a mesma que dirigiu, com o Teatro de Comédia do Paraná, a peça "Otelo", de Shakespeare. Ingressos a NCz$ 10,00.

Romário, idealista animador cultural

Há 11 anos, quando assumiu a direção de arte e programação da Fundação Teatro Guaíra, o engenheiro Luiz Esmanhoto, ex-ator e ex-crítico de teatro (hoje um dos mais bem pagos consultores em informática do país), definiu-se pela peça "O Contestado" para marcar o reaparecimento do Teatro de Comédia do Paraná. Contratou um dos bons diretores que surgiram nos anos 70, Emílio Di Biase, reuniu um grupo de intérpretes seguros e a monatagem da peça que fala sobre a questão do Contestado, entre Paraná e Santa Catarina, foi um sucesso de público e crítica.

A volta do TCP para salvar nosso teatro

Constantino Viaro, superintendente da Fundação Teatro Guaíra, convenceu finalmente seu amigo René Dotti de que em 1989 deve ser o ano para valorizar o teatro no Paraná. Nestes dois primeiros anos, Viaro teve que colocar a casa em ordem - que assumiu no vermelho e em precaríssimas condições. Hoje, com saldo em banco, quadro de funcionários enxugado, importantes obras físicas em fase de conclusão - e, principalmente com maior liberdade de programação, Viaro parte para projetos maiores.
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