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Stanley Kubrick

Alien, a vanguarda visual na galáxia

Está passando desapercebida a reprise de um dos mais criativos science fiction dos últimos anos "Alien, o 8º Passageiro" (Cinema I, ainda hoje e amanhã). Na mesma sala onde teve uma anônima estréia há quase dois anos, retorna este filme inquietante, criativo e que coloca muitas questões fascinantes aos que amam a ficção científica no cinema.

Mas o que foi mesmo que eles (e elas) disseram?

Uma frase inteligente, espirituosa, de efeito, faz com que uma entrevista, declaração, discurso ou mesmo um texto literário (ou não) ganhe uma dimensão especial e se reproduza de várias maneiras. Saber garimpar entre tanto que se fala e escreve neste nosso mundo, é o que jornalistas argutos vêm fazendo uma nova vertente editorial das mais bem sucedidas: os livros com o que os outros dizem (ou escrevem).

Os negros inquietos e seus filmes corajosos

A coincidência de três filmes em exibição abordarem negros - embora um deles, o francês "Romuald e Juliette", 1989, de Coline Serreau, em exibição no Ritz, apenas a partir de personagens centrais - possibilita que se tenha uma visão da forma com que os pretos passam a ser tratados em filmes recentes.

No campo de batalha

Um erro de digitação transformou Stanley Kramer, 78 anos, em Stanley Kubrick, 63 anos, no comentário sobre "Febre na Selva", aqui publicado ontem. Kramer, produtor e diretor da corrente liberal, está aposentado desde 1979 quando fez "The Runner Stumbles", inédito comercialmente no Brasil. Kubrick, que mora desde os anos 60 na Inglaterra, continua em atividade: seu último filme foi "Nascido para Matar" (Full Metal Jacket, 85), agora lançado em vídeo. xxx

Uma visão corajosa de Brooklyn nos anos 50

Lançado obscuramente, apenas como complemento noturno da programação infantil do Cine Astor (o desenho animado "Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus", 14/16/18 horas), um dos mais interessantes filmes do ano sairá de cartaz amanhã visto por menos de 500 espectadores: "Noites Quentes no Brooklyn". O título - seguindo mais o menos o original, "Last Exit to Brooklyn" - afasta o público refinado, imaginando tratar-se apenas de um filme policial, com muita violência no mais assustador dos bairros novaiorquinos.

O filme que deu um Oscar que o autor não pode ter

Nesta época de Oscar, no qual todos os aspectos são explorados ad nausean pela imprensa e mesmo livros sobre os bastidores da maior festa-marketing da indústria cinematográfica mundial são procurados, tanto nas edições internacionais e como na recém-lançada tradução de "Os Bastidores do Oscar", não deixa de ser oportuno registrar o aparecimento de um modesto filme que ficou na história do Oscar devido a um detalhe: o roteirista premiado não foi buscar o troféu na noite da festa, há 34 anos passados.

"Magdalena", quando nosso Villa tentou ir à Broadway

Se "Magdalena" é uma peça inédita em gravações no Brasil - e esta se trata, que saibamos, do único registro mundial - os outros nove cassetes-CDs da série "Digital Masters", com os quais a CBS inicia um novo ciclo operacional no Brasil - eliminando o disco tradicional - trazem obras conhecidas de outros registros, mas apropriadamente destinadas a uma faixa de consumidores intermediária.

"Pecados de Guerra", mais uma denúncia da guerra do Vietnã

Continua atraente a temporada cinematográfica. Afora os (excelentes) filmes que permanecem em exibição, catipultados pelo Oscar - "Conduzindo Miss Daisy" (Lido II e agora no Itália), "Sociedade dos Poetas Mortos" (Bristol) e "Nascido a 4 de Julho" (Condor / Lido I), teremos, no próximo dia 12, a estréia nacional de "Meu Pé Esquerdo", de Jim Sheridan, que valeu os Oscars de melhor ator (Daniel Day Lewis) e atriz coadjuvante (Brenda Fricker), no Cine Astor (pré-estréia, em benefício da Legião Brasileira de Assistência, dia 11).
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