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Wood Allen

Na gorda safra visual, chegou a Sociedade dos Poetas Mortos

Começa a safra das vacas gordas para os exibidores! Após algumas semanas de indigência de filmes - e em conseqüência também de público - abre-se a temporada do Oscar, trazendo filmes que com o maior marketing faz com que o acomodado espectador, cada vez mais viciado pela TV e vídeo - e também assustado com os preços dos ingressos, a falta de segurança para estacionar veículos no centro e outras razões que levam ao esvaziamento das salas de exibição - prefira cada vez mais ver os filmes na telinha do que no esplendor da tela ampla.

Os "cult-movies" que os americanos curtem

Vai demorar, mas ainda chegaremos lá: a edição em vídeo de filmes que mesmo nos Estados Unidos ficaram na categoria de cult - isto é, fracassos em seus lançamentos comerciais, revalorizados depois. Ou então obras-propostas que mesmo no lançamento já chegaram com o estigma do fracasso financeiro.

"Splendor", a crônica da última sessão de cinema

Se o cinema é a indústria dos sonhos iluminados projetados na tela branca, "Splendor" é mais do que um filme: é o próprio sonho. Em torno deste filme não deveria haver críticas, ou releases: ou no máximo um poema tão profundo quanto aquele que Carlos Drummond de Andrade dedicou a Carlitos. "Splendor" é magia do início ao fim. Um filme para quem ama o cinema, sua simbologia, seu folclore.

Os contos novaiorquinos de Woody, Scorcese e Coppola

Durante 3 anos, foi imbatível com "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985), "Hannah e Suas Irmãs" (1986) e "A Era do Rádio" (1987), Woody Allen esteve em primeiro lugar nas listas dos melhores filmes do ano.

Na trilha dos contos

Além de ator, roteirista e diretor, Woody Allen é o melhor compositor para as trilhas sonoras de seus filmes. Afinal, é um excelente clarinetista que nas noites de segunda-feira, no Michael's Pub, um simpático restaurante novaiorquino, integra-se à mini big band que ali atua - e à qual assistimos em março do ano passado. O bom gosto musical de Allen faz com que a escolha dos temas para cada um de seus filmes seja perfeita - embora, discretamente, busque o assessoramento de Dick Hyman para costurar os diferentes temas, fazer ligações sonoras e mesmo compor algumas vinhetas.

O filme que apaixona já na primeira vista

Nos pequenos frascos os melhores perfumes. A frase-clichê, kitsch mesmo em termos de citação, pode ser lembrada perfeitamente para a recomendação a este delicioso, terno e simpático "Amor à Segunda Vista" (Cinema I, 4 sessões, até amanhã).

Uma trilha com o ritmo certo

Nascido em Atlanta, filho de um músico de jazz, Bill Lee, Spike é além de roteirista, diretor e ator, também - a exemplo de Woody Allen - um sujeito que saca muito em termos musicais. Por isto, a trilha de "Faça a Coisa Certa" (edição Motown/BMG/Ariola) se constitui em parte integrante da história.

No bangue-bangue, o massacrado foi Morricone

O mercado de trilhas sonoras vem crescendo, conforme aqui registramos há duas semanas. Portanto, com prazer, voltamos ao tema, especialmente porque se de um lado há as chamadas trilhas de oportunidade - como as que a onda Batman está impulsionando - existem também sound track especiais, do maior significado, como a do documentáro "Let's Get Lost" (RCA-Novas), antecipando a chegada deste longa-metragem biográfico sobre Chet Baker (trompete e vocal), cuja vida encerrou-se de forma trágica, em maio do ano passado, em Amsterdan, num acidente até hoje não devidamente esclarecido.

Argus trouxe três jóias esquecidas

Uma pequena distribuidora - Argovídeo - faz três lançamentos-surpresas que, pela ignorância dos proprietários da maioria de locadoras, não estão sendo devidamente adquiridos. Trata-se de produções antigas, em preto-e-branco, que correm o risco de nem serem adquiridas - privando assim o público mais sofisticado e culto de ter opções ótimas.
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