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Wood Allen

Montagens com bom marketing

A fórmula de reunir fonogramas de diferentes artistas funciona muito em termos de marketing, que o diga a Sigla / Som Livre que tem 90% de seu catálogo neste sistema. Dos chamados "pau-de-sebo" - com artistas jovens, em início de carreira, as produções temáticas, são centenas as edições comerciais colocadas na praça com esta fórmula.

Na gorda safra visual, chegou a Sociedade dos Poetas Mortos

Começa a safra das vacas gordas para os exibidores! Após algumas semanas de indigência de filmes - e em conseqüência também de público - abre-se a temporada do Oscar, trazendo filmes que com o maior marketing faz com que o acomodado espectador, cada vez mais viciado pela TV e vídeo - e também assustado com os preços dos ingressos, a falta de segurança para estacionar veículos no centro e outras razões que levam ao esvaziamento das salas de exibição - prefira cada vez mais ver os filmes na telinha do que no esplendor da tela ampla.

Os "cult-movies" que os americanos curtem

Vai demorar, mas ainda chegaremos lá: a edição em vídeo de filmes que mesmo nos Estados Unidos ficaram na categoria de cult - isto é, fracassos em seus lançamentos comerciais, revalorizados depois. Ou então obras-propostas que mesmo no lançamento já chegaram com o estigma do fracasso financeiro.

"Splendor", a crônica da última sessão de cinema

Se o cinema é a indústria dos sonhos iluminados projetados na tela branca, "Splendor" é mais do que um filme: é o próprio sonho. Em torno deste filme não deveria haver críticas, ou releases: ou no máximo um poema tão profundo quanto aquele que Carlos Drummond de Andrade dedicou a Carlitos. "Splendor" é magia do início ao fim. Um filme para quem ama o cinema, sua simbologia, seu folclore.

Os contos novaiorquinos de Woody, Scorcese e Coppola

Durante 3 anos, foi imbatível com "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985), "Hannah e Suas Irmãs" (1986) e "A Era do Rádio" (1987), Woody Allen esteve em primeiro lugar nas listas dos melhores filmes do ano.

Na trilha dos contos

Além de ator, roteirista e diretor, Woody Allen é o melhor compositor para as trilhas sonoras de seus filmes. Afinal, é um excelente clarinetista que nas noites de segunda-feira, no Michael's Pub, um simpático restaurante novaiorquino, integra-se à mini big band que ali atua - e à qual assistimos em março do ano passado. O bom gosto musical de Allen faz com que a escolha dos temas para cada um de seus filmes seja perfeita - embora, discretamente, busque o assessoramento de Dick Hyman para costurar os diferentes temas, fazer ligações sonoras e mesmo compor algumas vinhetas.

O filme que apaixona já na primeira vista

Nos pequenos frascos os melhores perfumes. A frase-clichê, kitsch mesmo em termos de citação, pode ser lembrada perfeitamente para a recomendação a este delicioso, terno e simpático "Amor à Segunda Vista" (Cinema I, 4 sessões, até amanhã).

Doces momentos do cinema

Quantas cidades não tiveram cinemas iluminados em suas fachadas com o nome de Royal? Salas acolhedoras, com pequenos hall de entrada, nos quais eram afixados os cartazes das "próximas atrações ao lado de pequenas bomboniéres com doces que ficaram no sabor da memória de gerações que ali descobriram a magia das imagens iluminadas!

No bangue-bangue, o massacrado foi Morricone

O mercado de trilhas sonoras vem crescendo, conforme aqui registramos há duas semanas. Portanto, com prazer, voltamos ao tema, especialmente porque se de um lado há as chamadas trilhas de oportunidade - como as que a onda Batman está impulsionando - existem também sound track especiais, do maior significado, como a do documentáro "Let's Get Lost" (RCA-Novas), antecipando a chegada deste longa-metragem biográfico sobre Chet Baker (trompete e vocal), cuja vida encerrou-se de forma trágica, em maio do ano passado, em Amsterdan, num acidente até hoje não devidamente esclarecido.
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