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Paulinho da Viola

A noite em que João Gilberto cantou em Curitiba (II Parte)

Como foi o fim da noite e a despedida de João Gilberto na única vez em que esteve em Curitiba? Eis uma parte que não detalhamos na crônica publicada domingo, 8, no suplemento "Almanaque", dedicado à Bossa Nova, motivada pelo boom nostálgico ao qual "Chega de Saudade - A História e as Histórias da Bossa Nova", de Ruy Castro (Companhia de Letras, 464 páginas), trouxe galões de combustível.

Doce música do suave Toquinho

Este ano, Toquinho preferiu não gravar nenhum disco no Brasil. Reduziu sua agenda de apresentações - mais de 20 shows foram suspensos e, como apaixonado por futebol, atuou inclusive como comentarista num programa de televisão durante a Copa do Mundo. Agora, com um novo espetáculo, por ele concebido e dirigido, inicia em novembro uma excursão pela Itália, ali devendo gravar seu novo elepê - com previsão de lançamento no Brasil somente em 1991.

Nelson sempre fiel e as canções para nossos pais

Aos 71 anos, completados no dia 21 de junho, Nelson Gonçalves (Antônio Gonçalves Sobral), gaúcho de Santana do Livramento, mantém uma vitalidade invejável: dezenas de shows por mês e pelo menos dois novos LPs a cada ano. Contratado há 49 anos da RCA (hoje "Barclay"), o "metralha" conserva o mesmo estilo que o consagrou nos anos 50: capaz de gravar um disco numa única sessão, quando normalmente a produção se estende por semanas - às vezes até meses.

Lembrando Vinícius e nostalgia em cassete

Ao lado de projetos uniformes, reunindo limelights da obra de grandes autores e intérpretes - como fez com as faixas de Nat King Cole ("Songs We'll Never Forget"), Altemar Dutra ("O Trovador das Américas"), e, agora Milton Nascimento e João Gilberto, a Emi-Odeon, através de sua divisão de projetos especiais, com orientação do competente Francisco Rodrigues, também promove reedições simples - mas igualmente bem cuidadas.

Paulinho da Viola, a arte de ser o melhor da música

Entre tantos programas musicais que tem inundado Curitiba nas últimas semanas, um que adquire especial significado é a apresentação de Paulinho da Viola & Christina (de hoje a domingo, Paiol, 21h), com a participação de um grupo de instrumentistas do melhor nível.

A estrela Marrom em Emoções Reais

Mais alguns cantos das mulheres neste sonoro final de ano. Comecemos por Alcione (Nazaré, São Luiz do Maranhão, 21/11/1947). Vibrante, brasileiríssima, equilibrando um romantismo que poderia cair no breguismo se não fosse o seu estilo, a Marrom firma-se cada vez mais na área tão movediça e disputada das vozes femininas.

Maysa sem lágrimas em momentos de amor

A abertura não poderia ser mais suave, embora até um tanto óbvia. No imenso auditório escuro, a projeção de um imenso close up com os olhos que sempre foram sua marca registrada. Chico Anysio, com voz clara, acentuada emoção, dizendo o poema que há trinta anos Manuel Bandeira (1886-1968) dedicou a sua musa na "Estrela da Tarde": "Os olhos de Maysa são dois não sei que

Uma orquestra de cordas para a nossa melhor MPB

Bandolins, cavaquinhos, violas-caipiras, violões de seis e sete cordas, contrabaixo e percussões formam a Orquestra de Cordas Brasileiras que estão com o primeiro elepê nas lojas, tocando de Bach a Paulinho da Viola, de Jacob do Bandolim a Villa-Lobos, de Radamés a Nazareth. A orquestra criada há 4 anos e com uma carreira de ótimas realizações, é formada por 14 virtuoses em instrumentos populares, organizados no palco com uma formação de orquestra de câmara clássica, como afirma um de seus líderes, o cavaquinista e arranjador Henrique Cazes.
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