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Paulinho da Viola

Reedições às mancheias

Com a crise que se agrava a cada dia, as gravadoras estão cortando gastos e procurando fórmulas alternativas. Reedições de fonogramas que estão em seus arquivos é uma das formas mais econômicas de continuar nas lojas com investimentos mínimos. Só que variam os critérios de cada etiqueta - algumas com trabalhos caprichados valorizando as informações para, honestamente, dar ao consumidor a notícia de que está adquirindo um disco antigo, outras procurando escamotear a realidade.

Airto Moreira grava os sons da natureza para seu 4º Mundo

Mais uma prova de que 22 anos de Estados Unidos não americanizaram o catarina-paranaense Airto Guimorvan Moreira. Em Curitiba há uma semana, o mais conhecido percussionista brasileiro no Exterior, programou prioritariamente uma missão ecológica-musical: a gravação de sons da natureza para incluir em seus shows com o novo grupo que formou: "Airto Moreira Fourth World", que, no primeiro trimestre de janeiro, deve fazer um elepê digital.

Paulinho da Viola, a arte de ser o melhor da música

Entre tantos programas musicais que tem inundado Curitiba nas últimas semanas, um que adquire especial significado é a apresentação de Paulinho da Viola & Christina (de hoje a domingo, Paiol, 21h), com a participação de um grupo de instrumentistas do melhor nível.

A estrela Marrom em Emoções Reais

Mais alguns cantos das mulheres neste sonoro final de ano. Comecemos por Alcione (Nazaré, São Luiz do Maranhão, 21/11/1947). Vibrante, brasileiríssima, equilibrando um romantismo que poderia cair no breguismo se não fosse o seu estilo, a Marrom firma-se cada vez mais na área tão movediça e disputada das vozes femininas.

Doce música do suave Toquinho

Este ano, Toquinho preferiu não gravar nenhum disco no Brasil. Reduziu sua agenda de apresentações - mais de 20 shows foram suspensos e, como apaixonado por futebol, atuou inclusive como comentarista num programa de televisão durante a Copa do Mundo. Agora, com um novo espetáculo, por ele concebido e dirigido, inicia em novembro uma excursão pela Itália, ali devendo gravar seu novo elepê - com previsão de lançamento no Brasil somente em 1991.

Nelson sempre fiel e as canções para nossos pais

Aos 71 anos, completados no dia 21 de junho, Nelson Gonçalves (Antônio Gonçalves Sobral), gaúcho de Santana do Livramento, mantém uma vitalidade invejável: dezenas de shows por mês e pelo menos dois novos LPs a cada ano. Contratado há 49 anos da RCA (hoje "Barclay"), o "metralha" conserva o mesmo estilo que o consagrou nos anos 50: capaz de gravar um disco numa única sessão, quando normalmente a produção se estende por semanas - às vezes até meses.

Lembrando Vinícius e nostalgia em cassete

Ao lado de projetos uniformes, reunindo limelights da obra de grandes autores e intérpretes - como fez com as faixas de Nat King Cole ("Songs We'll Never Forget"), Altemar Dutra ("O Trovador das Américas"), e, agora Milton Nascimento e João Gilberto, a Emi-Odeon, através de sua divisão de projetos especiais, com orientação do competente Francisco Rodrigues, também promove reedições simples - mas igualmente bem cuidadas.

Homenagem a Clara guerreira

Desde que assumiu funções executivas na EMI/Odeon o experiente Francisco Rodrigues, ex-CBS, está mostrando a sua competência. Tanto na área de comunicação como na produção, o estimado Chiquinho sabe fazer um bom trabalho e assim, dentro de uma gravadora que dispõe de um acervo tão grande, além de importantes representações internacionais, pode fazer pelas produções.

Maysa sem lágrimas em momentos de amor

A abertura não poderia ser mais suave, embora até um tanto óbvia. No imenso auditório escuro, a projeção de um imenso close up com os olhos que sempre foram sua marca registrada. Chico Anysio, com voz clara, acentuada emoção, dizendo o poema que há trinta anos Manuel Bandeira (1886-1968) dedicou a sua musa na "Estrela da Tarde": "Os olhos de Maysa são dois não sei que

Uma orquestra de cordas para a nossa melhor MPB

Bandolins, cavaquinhos, violas-caipiras, violões de seis e sete cordas, contrabaixo e percussões formam a Orquestra de Cordas Brasileiras que estão com o primeiro elepê nas lojas, tocando de Bach a Paulinho da Viola, de Jacob do Bandolim a Villa-Lobos, de Radamés a Nazareth. A orquestra criada há 4 anos e com uma carreira de ótimas realizações, é formada por 14 virtuoses em instrumentos populares, organizados no palco com uma formação de orquestra de câmara clássica, como afirma um de seus líderes, o cavaquinista e arranjador Henrique Cazes.
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