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Terceiro Mundo

Cinemateca em seminário sobre novo cinema latino

Com palestra de Marília Franco hoje à noite, a Cinemateca de Curitiba/Museu Guido Viaro inicia o seminário "O Documentário no Novo Cinema Latino-Americano", em evento do Cineamericanidad. No domingo acontece o encerramento. Também às 20h30 e sempre com entrada franca.

A dívida externa e a ecologia no projeto internacional de Bezerra

Há uma semana que o cineasta [Octavio] Bezerra está viajando pela Europa - com escala em oito capitais, num roteiro que incluirá uma rápida passagem por Nova York. Com ele, viajam seis outros cineastas da África, Ásia e América Central, junto com executivos da Television Trust of the Environment (TVE), responsáveis pelo projeto Developing Stories, criado para a produção de documentários voltados a temas ecológicos e sociais, e países do terceiro mundo, que terão sua exibição, em conjunto, em junho próximo na Eco-92.

Em Cuba, uma escola para quem sonha em fazer cinema e vídeo

Vitória - Qual o jovem que sonha em ser um cineasta consagrado que não gostaria de poder estudar numa escola de cinema e televisão em outro país? Nos anos 50/60, era o IDECH, em Paris, que atraia jovens impregnados pela fama do cinema francês, especialmente da "nouvele vague". Os cursos de cinema que universidades americanas mantém regularmente são "impossible dreams" frente ao que representam em custos a não ser para quem tenha pais bilionários.

Os premiados da Jornada da Bahia exibidos no MIS

Guido Araújo, cineasta, professor e o diretor da Jornada Internacional de Cinema da Bahia, chegou ontem em Curitiba para prestigiar a apresentação dos filmes e vídeos premiados na última edição da Jornada e que estarão sendo exibidos no auditório Brasílio Itiberê e no Museu da Imagem e do Som - que organiza o evento.

Jornada da Bahia renasce com a maior importância

Salvador - Após dois anos de interrupção, o retorno da Jornada Internacional de Cinema da Bahia, em sua XVIII edição que inicia hoje, é o evento culturalmente mais importante para o cinema no Brasil. Um festival sem estrelas, mordomias e badalações sociais, aos circuitos comerciais é, entretanto, um acontecimento respeitado internacionalmente, o que se reflete no número expressivo de realizadores de vários países - especialmente do Terceiro Mundo - que desde 1971 vem prestigiando esta mostra baiana.

"Romero", denúncia de utilidade pública

Para driblar a crônica crise de falta de recursos, que normalmente inviabilizaria qualquer promoção, o sempre criativo Valêncio Xavier está realizando no Museu da Imagem e do Som um curso sobre cinema documentário que vem tendo ótima freqüência e bons resultados. O próprio Valêncio, um apaixonado pelo documental, faz as palestras e, com seus contatos preciosos, conseguiu clássicos momentos do cinema documentário, que, em vídeo, estão revelando para uma nova geração a importância do olhar cinematográfico sobre a realidade.

No campo de batalha

O engenheiro Argus Thá Heyn, do Departamento de Estradas de Rodagem, vai pesquisar sobre sistemas de auxílio à gestão da manutenção rodoviária em Paris. De 5 a 21 de fevereiro, estará na Cidade Luz participando de um programa organizado por uma instituição rodoviária internacional. xxx Mais uma técnica da Secretaria do Planejamento buscando seu diploma de Mestrado em Campinas: Maria Elisabeth Lunardi foi dispensada de trabalhar por dois anos - 5 de março de 1990 até março de 1992, para freqüentar aulas do curso de Políticia Científica e Tecnológica da UNICAMP. xxx

No campo de batalha

1) - Dois dos mais belos rostos internacionais presentes no festival não estão nas telas, mas sim no júri de longa-metragens. A espanhola Assumpta Serna, que Pedro Almodovar lançou em "O matador", (e que há três anos esteve no Rio, quando aquele filme disputou pela Espanha) e que recentemente participou das filmagens, na Bahia, da produção americana "Wild orchide". Já a francesa Helena Bonham Carter, cabelos pretos, pele branquíssima, apesar dos conselhos para não se expor ao sol fortíssimo, na manhã de quarta-feira, já parecia queimadinha.

Depois de "Collor - a cocaína dos pobres", o livro sobre o "Brizula"

Na sexta-feira, 10, em Brasília foi lançado o livro-reflexão "Brizola" (editora Pajelança, 120 páginas), segundo livro sobre o momento político que o jornalista, ensaísta e professor Gilberto Vasconcelos, publicou em menos de 40 dias. O primeiro, "Collor - a cocaína dos pobres" (Icone Editora, 96 páginas, NCz$ 18,00) teve sua primeira edição (25 mil exemplares) praticamente esgotada em três dias.
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