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Octávio Bezerra

A dívida externa e a ecologia no projeto internacional de Bezerra

Há uma semana que o cineasta [Octavio] Bezerra está viajando pela Europa - com escala em oito capitais, num roteiro que incluirá uma rápida passagem por Nova York. Com ele, viajam seis outros cineastas da África, Ásia e América Central, junto com executivos da Television Trust of the Environment (TVE), responsáveis pelo projeto Developing Stories, criado para a produção de documentários voltados a temas ecológicos e sociais, e países do terceiro mundo, que terão sua exibição, em conjunto, em junho próximo na Eco-92.

IBAC acende luzes no escuro túnel cultural

Após quase dois anos de uma estagnação cultural, em termos de iniciativas do plano federal - desde que o presidente Fernando Collor extingüiu em seu primeiro dia de governo a Funarte, Embrafilme e outros organismos, o túnel volta a se iluminar. A Lei Rouanet está aprovada e regulamentada - enquanto em dezenas de municípios iniciativas semelhantes, para criar estímulos fiscais que resultem em recursos destinados a projetos culturais estão acontecendo.

A "Memória Viva" deste nosso Brasil através de Magalhães

Com atraso de cinco anos, os curitibanos interessados em cultura e realidade nacional poderão conhecer um dos mais importantes documentos visuais já produzidos no Brasil: "Memória Viva", longa-metragem de Octávio Bezerra, 36 anos, que terá uma única exibição (quinta-feira, 12, 20h30, auditório Brasílio Itiberê, Rua Ébano Pereira, 240).

Uma aula de Brasil com a "Memória Viva" de Aloísio

"Porque, na verdade, o verdadeiro cinema, no seu sentido completo e no seu sentido verdadeiro e íntegro, é o que os senhores fazem. É a aproximação do fenômeno em qualquer direção, na direção científica, na direção didática, na direção puramente lúdica. O documentário é, por natureza, o verdadeiro cinema". (Aloísio Magalhães, no discurso de abertura do Encontro Nacional de Documentarista Cinematográficos, em Brasília, 16 de novembro de 1981).

Um filme vai denunciar os males que a dívida externa traz para o Brasil

Depois de ter registrado o Brasil numa série de curtas e longas - especialmente a mais profunda discussão da cultura popular em "Memória Viva" (1987) e a violência urbana em "Uma Avenida Chamada Brasil" (1988), o cineasta carioca Octávio Bezerra volta seu olhar crítico para um tema do mais atuais: a dívida externa (*).

Bezerra faz "A Dívida da Vida" para que o mundo conheça nossos problemas

Ao lado de entrevistas com os mais influentes executivos do Fundo Monetário Internacional, Clube de Paris e diretores dos bancos credores. "A Dívida da Vida" (Life Liability, em sua versão internacional) trará depoimentos de brasileiros - ministro Marcílio Marques Moreira, da Economia; jornalista Barbosa Lima Sobrinho, economista Conceição Tavares, deputada Benedita da Silva e outros. Entremeadas a estas opiniões, imagens tomadas em diferentes locais, dentro de uma linha didática, que a leitura da sinopse permite aquilatar.

No campo de batalha

Enfim uma exposição realmente importante na galeria de arte Banestado, cuja generosidade tem acolhido mostras de menor gabarito: esculturas de Renato Pedroso. Um dos primeiros artistas a trabalhar com o ferro e outros metais no Paraná, Renato tem uma obra da maior qualidade - e que justamente por ser reduzida é valorizada. Eis a oportunidade de se adquirir peças únicas e de alto nível. xxx

Dias de violência e tortura em documentários

Brasília Após duas diferentes visões da periferia do Rio de Janeiro - a intensa realidade capturada nas imagens contundentes de Octávio Bezerra em "Uma Avenida Chamada Brasil" - que abriu ontem à noite o Festival - para a diluição na linha humorística do besteriol glamorizado de "Lili, a Estrela do Crime" (programado na última hora, em substituição a "Barella", que não ficou concluído a tempo de concorrer), o momento de maior emoção política do Festival deve acontecer amanhã, quando será apresentado "Que bom te ver viva", de Lúcia Murat.

Mesmo na pobreza, haverá 22º Festival de Brasília

Nos últimos 26 anos o Festival de Cinema Brasileiro de Brasília tem uma longa história de dificuldades em sua sobrevivência. Na época mais difícil da ditadura militar, a resistência democrática que representava aquele evento irritava setores do governo que, por alguns anos, chegaram a suspendê-lo. Nos últimos anos, dificuldades financeiras e, por último, em 1988, divergências entre a presidência da Fundação Cultural do Distrito Federal - ocupada pelo Maestro Marlos Nobre - com as pessoas que o organizavam, também levaram a ter edições praticamente improvisadas.

No campo de batalha

"Que bom te ver viva" já poderia ter sido visto em Curitiba. Lucia Murat se dispôs a trazê-lo para o encerramento do Festival do Cinema Brasileiro, organizado pelo colunista Alcy Ramalho Filho em setembro último. Infelizmente, por excesso de longas que ali competiram, faltou espaço para que o excelente documentário tivesse sua apresentação hor concours. xxx
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