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Wynton Marsalis

Afinal, Shirley Horn chega com seu jazz em nosso País

Ao lado de nomes consagrados - Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Billie Holliday e alguns outros que regularmente têm seus álbuns editados no Brasil (de Lady Day, a Sony está lançando a série Quintaessencial, já com oito volumes em vinil/CD/cromo) - há toda uma geração de excelentes cantoras de jazz que nunca tiveram uma única faixa editada entre nós. Quem por exemplo já ouviu Nellie Lutcher, 76 anos, pianista e cantora, mais de 50 de carreira e que vive há anos em Los Angeles?

Trilhas Sonoras

Enquanto nos Estados Unidos o catálogo de trilhas sonoras passou de 100 lançamentos, quase idêntico número com alguns países europeus - entre nós magras 30 sound tracks - apesar da existência de um público fiel.

Música do cinema continuou sem mestres como Mancini e Legrand

1. West Side Story - Leonard Bernstein conducted - Kiri Te Kenewa - José Carreras - Tatiana Troyanos - Kurt Ollman e Marilyn Jorne (Deutsch Grammophon/Polygram). (*); 2. Tune In Tomorrow... - Wynton Marsalis - (Cinecom/Sony Music); 3. O Poderoso Chefão III/The Godfather III - Carmine Coppola (Columbia/Sony Music); 4. Febre na Selva (Tungle Fever) - Steve Wonder (Motown/BMG); 5. Campo de Sonhos - Priscilla Ermel (Estúdio Eldorado) (**); 6. Robin Hood - Prince of Thieves - Michael Kamen (Morgan Creek/Polygram); 7. Ghost - Do Outro Lado da Vida - Maurice Jarre - Paramount/BMG;

De Montenegro a Parker, o som chega com imagens

O cantor-compositor Oswaldo Montenegro, que está lançando seu terceiro elepê na Sigla ("Vida de Artista") e hoje, às 21 horas, faz uma apresentação no Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto - em produção de Verinha Walflor - está também em vídeo - o que confirma sua popularidade. A Globo Vídeo / Apoio Vídeo editou o show gravado ao vivo na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, com direção de Marcus Vinícius e com um repertório que inclui várias faixas que estão também no repertório de seu elepê colocado agora na praça. xxx

Os melhores do jazz-90/91 segundo a crítica mundial

Como informação, a quem não adquiriu a "Down Beat" de agosto - e se interessa em saber quem está em evidência musical na América, aqui vão as vencedoras nas principais categorias desta 39ª escolha dos críticos convidados da DB.

Jazz - O eterno Satchmo e o novo gênio Marsalis

Um dos aspectos mais significativos no trabalho de Maurício Quadrio como responsável pela área de jazz da Sony Music (ex-CBS) é a sua visão ampla em oferecer tanto os trabalhos mais historicamente importantes do passado, paralelamente a produção do que existe de melhor na música instrumental. No último suplemento (julho/agosto), há exemplos marcantes. Dois álbuns magníficos para quem curte jazz: o sexto volume da série Louis Armstrong ("St. Louis Blues") e o penúltimo álbum do melhor pistonista da atualidade, o consagrado Wynton Marsalis ("Standard Time - Volume 2 - Intimacy Calling").

Wynton faz trilha antológica homenageandoDuke Ellington

Com apenas 30 anos de idade - a serem completados no dia 18 de outubro, Wynton Marsalis é hoje o maior nome do pistão. Nascido em New Orleans, filho de uma família musical - o pai é pianista de jazz Ellis e o irmão, Branford, também está hoje já com uma carreira consagrada. Wynton não ficou apenas no jazz. Sua coleção de premiações - incluindo vários Grammy e dezenas de discos de ouro - o consagra também como um músico erudito.

Clássicos e jazz chegam em imagens

Uma prova do amadurecimento do mercado de vídeo: ao lado de centenas de lixo descartável que chegam às locadoras, começa a aparecer uma sofisticada produção de vídeos musicais. Embora com 80% dos títulos voltados ao pop/rock, graças à entrada no mercado de novas distribuidoras, também o clássico e o jazz terão espaço. Até agora, os apaixonados por estes gêneros estavam recorrendo a fitas piratas, conseguidas com imensas dificuldades - geralmente através de reproduções dos videodiscos (de qualidade técnica esplêndida).

Sony chega com o melhor da tecnologia clássica

Os japoneses chegaram musicalmente. Adquirindo há dois anos a CBS, a poderosíssima Sony chega ao Brasil, incorporando a poderosa pioneira Columbia (depois CBS), a mais tradicional marca da fonografia, fundada nada mais, nada menos do que por Thomas Alva Edison (1847-1931) - o (ou um dos) inventor(es) do primitivo phonographo.

Clássicos e jazz agora só em edição CD/cromo

Definitivamente a era do laser chegou. Quem duvidava de que o novo processo demoraria a emplacar pelo seu custo enganou-se. Duas fábricas de CDs - a Microservice, em São Paulo e a VAT, em Manaus, estão com produção a toda para atender as várias gravadoras seja na área de reedições - desde trabalhos originais como a que Leon Barg, da Revivendo, está fazendo com antigos 78 rpm até discos dos mais comerciais - ou em lançamentos inéditos, alguns, inclusive, só saindo em CD e fita cromo.
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