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Tribunal de Contas

O cheiro da floresta em chamas no apelo da mensagem ecológica

Custou US$ 300 mil (Cr$ 839,9 milhões) a produção e inserção do anúncio ecológico de maior impacto veiculado como encarte de 4 páginas na revista "Veja" desta semana. A idéia de Eloy Zanetti, diretor de Comunicações e Marketing da empresa, executada através da dupla Rui Lindenberg e Marcelo Nepomuceno, com supervisão de Washington Olivetto da W-Brasil - uma das agências que atende a conta do Boticário não poderia ter sido mais original. xxx

A Estadual mantém programação mas ouvintes estranham hora religiosa

A coluna em que denunciamos a mudança da programação da Rádio Estadual do Paraná - que na busca de melhor Ibope ameaçava substituir a difusão do que há de mais significativo na música (nacional e internacional) pelo brega e som de consumo, felizmente teve repercussão. A secretária Gilda Poli, da Cultura - pasta à qual está subordinada a Fundação Rádio e TV Estadual do Paraná - recortou a coluna e despachou à direção da emissora, com algumas observações. xxx

O Banco de Luz que necessita de depositantes humanitários

Há 33 anos, quando era repórter da então recém nascida "Tribuna do Paraná", o jornalista Enock de Lima Pereira, no idealismo de seus 23 anos, ficou tão emocionado ao fazer uma reportagem sobre a iniciativa da oftalmologista Paula Soares em implantar o Banco de Olhos de Curitiba, que não teve dúvidas: antes de terminar a entrevista, fez questão de assinar um documento sendo o primeiro doador de olhos para o humanitário "banco" que era fundado.

Literatura em encontro e os grandes prêmios de Brasília

Em 1965, numa das primeiras audiências que teve com o então recém-empossado governador Paulo Pimentel, o (então) jovem Cândido Manoel Martins de Oliveira - hoje grisalho e tranquilo conselheiro do Tribunal de Contas - na condição de superintendente da Fundepar, levou uma idéia que seu assessor de imprensa, Antônio Otávio Pietrobelli lhe havia passado: a promoção de um concurso de contos com o prêmio de Cr$ 100 mil - o que, para a época, era uma grande soma.

Xiquinho, chumbo e amor

Difícil imaginar Xiquinho - no registro civil Osmar Zimmerman - morto. O mais jovem dos irmãos, cabelos loiros - que lhe valeram, ainda criança, o apelido retirado do personagem das histórias em quadrinhos da revista "O Tico Tico", que trocaria o linotipo pela mesa de redação da equipe fundadora da "Tribuna do Paraná", na qual introduziu uma novidade para a metade dos anos 50: a diagramação.

No cimento da memória, a lembrança dos stars que passaram por Curitiba

Nas últimas três sessões do Cine Vitória, às 14, 17 e 20h30, em 28 de janeiro de 1987, as bilheteiras Reny Terezinha e Leonilda de Jesus venderam pouco mais de 100 ingressos para os espectadores que foram assistir à reprise de "Gandhi" (Gandhi, 1982, de Richard Attenborough), com tickets recolhidos na entrada pelos porteiros Manoel Pereira Santos e Silvio Cordeiro. Wilson Antônio, então o gerente da casa (hoje está no Cine Bristol), ouvia de Zito Alves histórias da inauguração do prédio, há 28 anos passados.

Túlio, Arnon & Lindolfo Collor

Em seus anos de deputado Federal em Brasília, nos anos 70, Túlio Vargas fez boa amizade com o senador Arnon de Mello (1896-1981). Ele no Senado, Túlio na Câmara, juntos solidificaram uma amizade, que seria mantida até a morte do velho político alagoano. Muitas vezes, quando o senador Arnon e sua esposa, dona Leda, vinham ao Paraná, para repousar na clínica da Lapa, era o casal Túlio-Lílian Vargas que os acompanhavam nestes retiros.

A grande noite da Curitiba dos anos 60

No patamar da escadaria que conduzia à Marrocos, no primeiro andar do sobrado na Rua Marechal Deodoro, n.º 5, esquina com a Praça Zacarias, o então jovem jornalista Enock de Lima Pereira cumprimenta afetivamente o velho porteiro e diz: - "Cachimbo", amigo! Gostaria um dia, de ter a verve de Rubem Braga para lhe dedicar a crônica que você merece.

A noite em que João Gilberto cantou em Curitiba

Foi num domingo. E lá se vão 28 anos, mas parece que foi ontem. A Bossa Nova ainda era vista com restrições. Mesmo pessoas que gostavam da música brasileira como João Féder, então secretário de redação da vibrante "Tribuna do Paraná", ex-discotecário da Rádio Guairacá e hoje conselheiro do Tribunal de Contas, não entendia bem o canto aparentemente desafinado do nome maior da Bossa Nova - o baiano João Gilberto. Nara Leão, então, nem pensar.

Jornalista, dramaturgo e cronista de nossa cidade

Embora os registros da morte de Eddy Antônio Franciosi tenham citado apenas como ex-colunista social, o seu trabalho de jornalista foi muito além. Repórter antes de tudo, foi autor de duas séries de reportagens que marcaram época. Vestindo-se e maquilando-se como mendigo, percorreu durante dois dias as ruas de Curitiba para sentir de perto, como a população tratava - e como viviam - os pedintes nos anos 50.
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