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The New York Times

Quem é, afinal, mr. Ovits, o mais poderoso dos agentes de Hollywood

A divulgação na página de domingo sobre as 100 pessoas mais poderosas na Hollywood dos anos 90, conforme o levantamento da revista "Premiére", em sua edição de maio, fez com que mesmo os mais atualizados cinéfilos ficassem surpresos com o nome do homem que, entretanto pela primeira vez neste power poll da indústria do entretenimento visual, conseguiu o primeiro lugar: o superagente Michael S. Ovitz.

Stone: "Lutamos por uma versão diferente da história oficial"

Tablóide - O senhor previa a grande polêmica que o filme causaria? Oliver Stone - Oh, não! Vamos simplesmente dizer que durante a história do cinema que conheço, eu nunca soube de um filme que já era criticado mesmo enquanto ainda estava sendo filmado (*). Tablóide - O senhor ou Kevin Costner sofreram algum tipo de ameaça pessoal?

Lee faz o filme certo para discutir racismo

"Algumas pessoas se viciam nas coisas mais estranhas Que nada tem a ver com a vida Deus nos deu vida e o que damos a Ele? Se não é nosso amor, o que será" ("Amor Químico", música-tema de Stewie Wonder / Stephanie Andrews, em "Febre na Selva"). A seqüência de abertura de "Febre na Selva" (Cine Condor) lembra o início de "Faça a Coisa Certa": num bairro negro (Harlem), começa uma nova manhã, marcada pelo jornaleiro atirando um exemplar do "The New York Times". Em seu apartamento, um casal faz amor tão apaixonado que acorda a filha.

Na Broadway e cinema, o som da música dos Trapp

Uma data que merece ser lembrada para a cronologia musical da Curitiba do passado: há exatamente 40 anos - 9 de maio de 1950 - no "Teatro do Colégio Estadual do Paraná"- que havia sido inaugurado há poucos meses - apresentava-se o Côro Trapp. Era o 142º concerto que a ativíssima SCABI - Sociedade de Cultura Artística Brasil Itiberê promovia em apenas seis anos - e trazia um conjunto vocal, formado por uma única família, que desde 1946 apresentava-se regularmente nos Estados Unidos. xxx

Sadam Hussein, o Dom Corleone do Oriente

Se não tivesse mergulhado meio mundo numa terrível guerra neste início de ano, o ditador Sadam Hussein, do Iraque, teria sido um dos primeiros privilegiados espectadores da antiga sala de projeção de seu palácio em Bagdá a assistir um filme que estreou nos Estados Unidos há 120 dias e que agora é um dos favoritos na corrida aos Oscars, no próximo dia 25: "O Poderoso Chefão III" (estréia nacional dia 15; em Curitiba, Cine Condor).

O "Rei Momo" americano

Quem diria, o Rei Momo acabou vindo dos Estados Unidos. Pois é? Compositor, músico, cineasta, performer, David "Talking Heads" Byrne, acabou dando no Carnaval. A WEA aproveitou a temporada pré-carnavalesca para aqui lançar "Rei Momo", terceira montagem que o cineasta de "Histórias Verdadeiras" fez com música brasileira em tempero pop.

O som da gente em New York

Nova York - Na tarde de terça-feira, 7, após um repórter do caderno de espetáculos do "The New York Times" ter entrevistado demoradamente o múltiplo instrumentista Hermeto Pascoal, no hotel Loews & Summit, na Lexington Avenue, fez questão de fotografá-lo no Town Hall, teatro no qual aconteceu nos dias 10 e 11 as apresentações dos músicos do Som da Gente. Profissional experiente, acostumado a fotografar grandes personalidades artísticas, a emoção o dominou quando, ao piano, o albino bruxo alagoano, começou a dedilhar alguns temas.

Notas

1) A excelente temporada para a música brasileira nos Estados Unidos, principalmente em Nova Iorque, terá além das duas apresentações dos músicos do Som da Gente, no último fim-de-semana, também o show de Antônio Carlos Jobim e Gal Costa no histórico Carnegie Hall, no dia 15. Só que enquanto a promoção do Som da Gente ganhou uma das mais bem organizadas coberturas na imprensa, inclusive anúncios no New York Times a divulgação do show de Tom e Gal, até a semana passada, estava fraca.

O Som da Gente em terra de Marlboro

Nova York - Se dependesse da vontade de Hermeto Paschoal, em sua segunda apresentação no Town Hall, na noite de sábado, 11, por certo ele faria aquilo com o que o público brasileiro já se acostumou em seus espetáculos: tocar livremente after hours, muito além do horário previsto.
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