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Rádio Guairacá

As talentosas crianças dos tempos do Clube Mirim-M-5

Houve uma época em que as crianças não eram obrigadas a se submeter a tirania de uma televisão que impõe olho abaixo a cultura Xuxa & similares. Sim, houve uma época em que as próprias crianças - libertas de um colonialismo consumista e culturalmente alienado com o marketing dos nossos dias impõe de uma forma selvagem - tinham oportunidade de mostrar criatividade e talento expontâneo.

MPMP, para valorizar os músicos do Paraná

A morte do pianista Braulio Faria Prado, na última sexta-feira, 13, fez com que a exemplo do que aconteceu há 14 anos, quando do falecimento do compositor e instrumentista Lápis (Palmilor Rodrigues ferreira, 1943-1978) muitos fizessem a mesma pergunta: por que é que nossos músicos só são lembrados quando morrem?

O canto sertanejo que a urbanização transformou

Com o especial que dedicou a dupla Leandro & Leonardo, a Rede Globo rendeu-se ao óbvio: a força da música rurbana que, nestes últimos anos, ascendeu como uma das tábuas de salvação do show bussines nacional.

Os tempos da Clube, da pensão Esplanada e do terno "Talismã"

Dentro da história do rádio paranaense, Milton Luiz Pereira é sempre lembrado não apenas como uma das vozes mais bonitas que passou pela PRB-2, Emissora e Curitibana, entre outros prefixos, mas como o exemplo de uma época em que, posteriormente, se destacariam em diferentes campos de atividade.

Josué e Zequinha, réquiem para músicos da província

Paralelamente ao crescimento da bibliografia da música brasileira, estimulada com o fato de que os dois mais importantes livros lançados em 1990 - "Chega de Saudade - A História e as Estórias da Bossa Nova" de Ruy Castro (Companhia das Letras, 463 páginas) e Noel Rosa: Uma Biografia" de João Máximo e Carlos Didier (Editora da Universidade de Brasília, 533 páginas) estarem tendo sucessivas edições esgotadas - acontecem também publicações menos badaladas - mas igualmente importantes.

A noite em que João Gilberto cantou em Curitiba (II Parte)

Como foi o fim da noite e a despedida de João Gilberto na única vez em que esteve em Curitiba? Eis uma parte que não detalhamos na crônica publicada domingo, 8, no suplemento "Almanaque", dedicado à Bossa Nova, motivada pelo boom nostálgico ao qual "Chega de Saudade - A História e as Histórias da Bossa Nova", de Ruy Castro (Companhia de Letras, 464 páginas), trouxe galões de combustível.

O colonialismo cultural imposto pelas emissoras

Mais do que nunca é preciso clamar: a música brasileira precisa de espaços. Parece o óbvio ululante ao que se referia o velho e sábio Nelson Rodrigues, mas é necessário denunciar a invasão do pior som pop descartável e a redução dos espaços de nossa música. Exemplos não faltam: Hilton Barcelos levou cinco anos para conseguir produzir o seu elepê "Arquétipos" e até agora poucas emissoras da cidade estão divulgando ao menos uma faixa deste disco com composições avançadas, belos arranjos de Roberto Burgel e que reuniu ótimos músicos.

A noite em que João Gilberto cantou em Curitiba

Foi num domingo. E lá se vão 28 anos, mas parece que foi ontem. A Bossa Nova ainda era vista com restrições. Mesmo pessoas que gostavam da música brasileira como João Féder, então secretário de redação da vibrante "Tribuna do Paraná", ex-discotecário da Rádio Guairacá e hoje conselheiro do Tribunal de Contas, não entendia bem o canto aparentemente desafinado do nome maior da Bossa Nova - o baiano João Gilberto. Nara Leão, então, nem pensar.

Optimun! Um álbum com som curitibano

Para que o ano não termine sem que praticamente nada de importante tenha ganho a forma de disco em termos de música popular, dois fatos alvissareiros: após quase cinco anos de gestação, o combativo Hilton Barcelos, gaúcho de Porto Alegre, mas há mais de 30 em Curitiba, afinal conseguiu ver pronto o seu "Arquétipos", um projeto pessoal, feito com suor & personalidade.

Didier Bettega, 43 anos de radiofonia no Paraná

João Lydio Seiller Bettega é um nome umbilicalmente associado ao rádio que se faz em Curitiba há quase 50 anos. Sua presença está presente em algumas das mais bem sucedidas inovações trazidas a radiofonia, o que explica o sucesso de inúmeras iniciativas que tomou - e que fizeram da Ouro Verde, cuja direção geral ocupa há 25 anos, como um exemplo de emissora - hoje diversificado em dois outros prefixos co-irmãos - a 590 (com uma programação popular) e a FM Caiobá (com uma programação jovem).
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