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Um revival para Raul Seixas

Transcorridos menos de três anos da morte de Raul Seixas (Salvador, 21-8-89/São Paulo, 28/6/45), a obra deste compositor-intérprete tem uma justa reavaliação. Além da edição de um show feito numa praia paulista e seu último parceiro, o baiano Marcelo, praticamente ter lhe dedicado o seu último álbum a Sony Music lançou agora "O início, o fim e o meio", carinhosa produção de Liber Gadelha, reunindo diferentes intérpretes da recriação de suas músicas mais marcantes.

O novo projeto de Schiavon, o ex-RPM

Frente a tantos discos de supérfluo som internacional - rock, reggae, funk, rock, etc. - há que se dar um crédito aos brasileiros que tentam competir junto a esta faixa. Por exemplo, Luiz Schiavon, a melhor cuca do extinto RPM, após todas as tentativas da CBS em tentar fazer com que o grupo de maior sucesso há três anos, voltasse a conquistar o público, pegou o boné decidido a partir para outra praia. Há um ano o ex-tecladista do RPM idealizou o "Projeto", para o qual convidou o vocalista Tzaga Silos.

May East, a paixão que a traz à cidade

Pela segunda vez em menos de um mês a cantora e compositora May East (Maria Elisa Cappareli Pinheiro, São Paulo, 21/01/1956) está em Curitiba. E, dependendo das circunstâncias, estará bastante por aqui, "sempre que possível", por múltiplas razões. A cidade, em seus aspectos de ecologia e qualidade de vida a fascinou, quer conhecer o nosso Litoral - e reencontrar na Ilha do Mel uma ex-colega dos tempos das Absurdetes & Gang 90, Lenita Renaux, que ali mora em extrema simplicidade, há mais de um ano e, principalmente, há "razões afetivas".

A máfia funqueira

Na pobreza musical deste ano - na qual as gravadoras buscam, com desespero, conjuntos ou solistas capazes de acontecerem em termos de vendagem (veja por exemplo, o esforço feito pela CBS em torno de Paulo Ricardo, ex-RPM, para emplacar uma carreira solo), a EMI-Odeon vem apostando forte, desde julho, no grupo Máfia, de São Paulo, liderado por Skowa (Marco Antonio, 33 anos). Embora fundado há dois anos, é agora, com o álbum "La Famiglia", que o grupo ganha um grande espaço nos jornais e revistas, além de um circuito de shows para tentar chegar a uma faixa de consumo jovem.

Paulo Ricardo, o ex-RPM, faz rock com poeta russo

Além dos megastars como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Moraes Moreira - cuja presença a Secretaria Municipal da Cultura começou a divulgar, com estardalhaço, como as super atrações do "Perhappiness para Leminski" (22 a 27 de agosto, diversos locais), o evento musical poderá ter mais um reforço, de empatia ao menos para uma faixa jovem: o ex-RPM, Paulo Ricardo.

Mais do que um sex symbol, a busca pela carreira-solo

Sexta-feira, 4, Paulo Ricardo terminou o dia extenuado vocalmente. Durante mais de 7 horas, do escritório de Verther Brunner, chefe da divulgação da CBS, no Rio de Janeiro, falou com mais de 40 jornalistas em dezenas de cidades.

Milton & Djavan, para muito ouvir e refletir

Final de ano, temporada dos discos mais importantes - em termos comerciais e artísticos. "Francisco", o novo álbum de Chico Buarque, agora na RCA, está saindo em seqüência aos lps de Martinho da Vila e Alcione, outros campeões de vendagem - afora Nelson Gonçalves, Luiz Gonzaga e Beth Carvalho. A Polygram vem de "Caetano", enquanto a CBS tem o creme-do-creme com o aguardadíssimo álbum de estréia de Milton Nascimento ("Yauaruetê") e Djavan ("Não é Azul Mas é Mar"), com mais algumas jóias de ourives sonoro que este alagoano é mestre.

A volta do RPM na pele dos coiotes

Se a mídia funcionar, o RPM deve voltar ao topo das listas dos mais vendidos com o seu terceiro elepê - "Quatro Coiotes" (Cz$ 800,00, a partir do dia 4, nas lojas de todo o País), que sai com uma tiragem inicial de 250 mil cópias. Afinal, Paulo Ricardo, P. A.

Um ano de euforia

Na euforia do Cruzado I, um dos segmentos mais beneficiados foi a indústria fonográfica. Nunca se vendeu tantos discos como no ano passado, ao ponto das gravadoras terem problemas de produção. Por exemplo, pra conseguir prensar um milhão de cópias do disco anual de Roberto Carlos, a CBS teve que conseguir licença especial do então ministro Dilson Funaro, para fazer 500 mil cópias na CBS argentina. Embora a crise pós-Cruzado II tenha seus reflexos na venda dos discos - hoje ao preço de Cz$ 170,00 a Cz$ 250,00 - a indústria fonográfica ainda está reagindo bem.
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