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No Rívoli, domingo, a sua útima sessão de cinema

No domingo, dia 3 de janeiro, Curitiba perde mais um cinema. Após a última projeção de "A Rainha do Sadismo", às 22 horas, as portas do Cine Rivoli, serão fechadas e só voltarão a abrir para a retirada de suas poltronas e do equipamento de projeção – cujo destino ainda não foi definido, pelo sr. João Aracheski, executivo da Fama Filmes no Paraná.

Quem diria, da glória artística aos sussurros do sexo explícito!

Em menos de uma semana, Curitiba perdeu dois espaços teoricamente destinados a atividades culturais: os cines glória e o Teatro do Sesi. Ambos destruídos por incêndios que, em poucas horas, reduziram a cinzas, áreas em que aconteceram momentos de arte, lazer e entretenimento - seja em imagens projetadas nas telas ou no grande palco do Teatro da Federação da Indústrias do Estado do Paraná - que justamente por ter sido projetado para uma função polivalente coadjuvada a cancha de esportes se constituía na maior área interna cênica do Estado.

Chamas levaram cinema que teve os seus dias gloriosos

Da sacada de seu apartamento, no 6o andar do edifício N.S. da Luz, na praça Tiradentes, o agente de viagens Jorge Barbosa Elias, 49 anos, filmou com sua Cannon, o incêndio do cine Glória. Com emoção, Elias, um dos pioneiros produtores na TV-Paranaense nos anos 60 e hoje próspero dono de agência de turismo Sete Mares, sentiu mais do que a destruição de um cinema que viu nascer: ali foi que, graças a orientação de seu guru cultural, o cinéfilo e escritor Cláudio Lacerda, Elias aprendeu a gostar de bons filmes.

Burro Brabo, o avô dos nossos motéis

Condições para merecer tombamento pelo patrimônio histórico não tem. Entretanto não deixa de ser, dentro da outra história curitibana um prédio com valor sentimental e lembranças alegres para a faixa de quem tem mais de 50 anos.

"Amarcord" de Chico em sua máquina do tempo

"Amarcord" vive dentro de muitos. Poderia-se até dizer, de todos - se houvesse em cada um, ao menos um instante de emoção, ternura e sobretudo, aquela magia de projetar na máquina do tempo da memória os dias verdes da infância e adolescência.

No campo de batalha

A engenheira-agrônoma Maria Luiza Dhigini fez um curso de pós-graduação em Economia de Sistema Agro-Alimentar na Universidade de Vitero, na Itália, com resultados tão positivos que mereceu convite para estender seus estudos na área das Ciências Agrárias, agora na Universidade de Pisa. Veio a Curitiba, reviu os familiares e amigos e já se encontra novamente na Itália.

No Campo de Batalha

Estela Sandrini, uma das mais originais artistas plásticas paranaenses, lança hoje o álbum "Pequenas Imagens Grandes", reunindo gravuras originais. A edição é da Imagem 3 (Rua Augusto Stresser, 1995), cujas proprietárias, Marcia Arruda e Jussara Age, apresentam-se como "agenciadoras de artistas gráficos paranaenses". xxx

Kuarup, uma receita de trazer a melhor música

O ex-jornalista Mário Aratanha é o exemplo do produtor-revelação nestes últimos anos. Foi durante anos um dos mais respeitados profissionais da imprensa brasileira, com longa atuação no "Jornal do Brasil", em especial. Assumindo a divulgação do Ballet Stadium - um dos grupos de dança mais importantes do país, integrou-se tanto ao seu trabalho que evoluiu para o gerenciamento de projetos artísticos, tornando-se mais do que um simples empresário artístico, um verdadeiro manager.

Depois da morte na Serra, Barão pode ser atropelado

Como o mais conhecido, em termos políticos dos descendentes do Barão do Cerro Azul, o empresário Fernando Fontana, ex-secretário da Indústria e Comércio, ex-candidato a vice-prefeito de Curitiba, já foi contatado por alguns parentes para ser porta-voz junto ao alcaide Roberto Requião, da preocupação da família: uma segunda tragédia com aquele vulto de nossa história.

Clubes de campo, o negócio de sucesso

Há alguns meses o sr. José Antônio Castagnoli, técnico em marketing, elaborou um estudo sobre as potencialidades de lazer e concluiu que Curitiba oferece fértil campo a empreendimentos sociais. O boom da população e a ascensão do poder aquisitivo de uma grande faixa - entre pequenos empresários, profissionais liberais, executivos e mesmo funcionários públicos qualificados - faz com que exista a demanda por espaços que ofereçam condições de lazer nos fins de semana.
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