Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS Victor Assis Brasil

Victor Assis Brasil

Retrato de Assis Brasil como grande compositor

A música instrumental continua a abrir seus espaços. Pequenas mas ativas etiquetas - como O Som da Gente, Vison, Kuarup, as recentes Chorus e Caju, além da sofisticada L'Art, entre outras, tem feito edições esmeradas, passando do vinil para o CD e chegando a lançamentos internacionais. Hoje dedicamos o espaço a mais alguns discos nesta faixa, em sua linguagem universal.

Os trinta anos de uma gravadora. Brasileira

Trinta anos de resistência. Eis uma epígrafe que poderia ser aplicada aos aniversários de suas empresas que identificam a produção fonográfica no Brasil - e que transcorre neste mês. Numa área de indústria cultural no qual os grandes multinacionais sempre dominaram, os 30 anos que a Companhia Industrial de Discos está comemorando agora - e de fundação da Chantecler, que transcorre nesta terça-feira, 16, sem qualquer lembrança, encontra-se um pouco da história da própria músic brasileira, como produto cultural e de consumo.

O canto das mulheres para ajudar a muitos

Mulher, seu nome é canção. A idéia é ampla e antiga: afinal, as musas sempre estiveram presentes em nosso cancioneiro. No nosso e em todos os países nos quais a música reflete o romantismo, os sonhos, o imaginário. Mas os bons temas são eternos e uma nova prova disto é feita com nobres finalidades: o Banco do Brasil bancou a prensagem de 300 mil cópias de um belíssimo álbum duplo - "Há Sempre Um Nome de Mulher" - que está sendo vendido em todas suas agências.

E terminou no Guaíra o grande encontro musical

Quem esteve no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto na noite de domingo assistiu não apenas a um dos mais belos espetáculos da música brasileira já visto em Curitiba. Viu, sem saber, também a despedida do grupo que desde o início do ano vem apresentando momentos de virtuosismo instrumental a propósito de um novo show que seria apenas mais um na longa listagem dos que Ney Matogrosso vem fazendo desde que deixou o grupo Secos e Molhados há 13 anos.

O Som criativo de Marília e Sérgio

Um engano técnico: a notícia sobre o build up de Marie-Therèse Pellisier D'Aboncourt, que foi capa da revista "Quem" (Agosto/86), e que na verdade não existe, precisa de um esclarecimento. A modelo das fotos foi Marilia Giller, pianista profissional, que ao lado de seu marido, o saxofonista Paulo Sérgio Branco, vem desenvolvendo uma carreira com muita garra.

Melhores de 1986 segundo Raffaelli

A lista dos melhores discos de jazz editados em 1986 que o expert José Domingos Raffaelli (crítico do "Jornal do Brasil", co-produtor de "Arte Final: Jazz", rádio JB) preparou para o referendum de O Estado chegou incompleta; sem as indicações dos melhores discos instrumentais de músicos brasileiros. Assim, complementamos hoje a listagem de Raffaelli, que por sua competência e conhecimento da área, merece ter sua opinião divulgada.

De gente & fatos

Victor Assis Brasil, até então melhor saxofonista de jazz do Brasil, faleceu há quatro anos passados. Artista extraordinário, deixou muitos amigos em Curitiba, onde viveu algum tempo. Pessoas que, decerto, estarão no Paiol, hoje e amanhã, para aplaudir o irmão-gêmeo de Victor, o pianista João Carlos, que apresentará o espetáculo "Homenagem a Victor". Junto a João Carlos, estarão o [violoncelista] David Chew e o [saxofonista] Idris Boudrica. Um programa variado (do jazz à música erudita), cujo ponto alto será uma suíte em homenagem a Victor, composição de João Carlos.

A música de Satie / Joplin

Um dos discos mais importantes do ano é o que a EMI / Angel / Odeon colocou nas lojas há algumas semana; unindo os talentos de dois virtuoses do piano, Clara Sverner e João Carlos Assis Brasil, na interpretação de obras de Scott Joplin e Erik Satie.
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br