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Elba Ramalho

Estórias do João

Só o folclore de João Gilberto é tema para todo um livro. São estórias & histórias em que o real e o imaginário se confundem e como dizia o senador Rayan (James Stewart) no final de "O Homem Que Matou o Fascínora", quando a lenda sobrepõe-se a realidade, a imprensa publica a lenda. Algumas destas estórias. xxx

Sá & Guarabira, o country no Guaíra

Cearense de Fortaleza mas curitibano há mais de 20 anos, Avelar Amorim deixou de ser apenas um empresário de circuitos de clubes e churrascarias para se lançar a grandes contratações. Já bancou temporadas de superestars como Roberto Carlos e Elba Ramalho e hoje sua empresa de produções e promoções artísticas tem conceito nacional - o que é difícil num campo movediço e repleto de picaretas e desonestos. Neste fim de semana, Avelar Amorim promove apresentações da dupla Sá & Guarabira no Teatro Guaíra (auditório Bento Munhoz da Rocha, hoje, 21 horas). xxx

Gente da terra e as boas (e más) críticas

Não é apenas Denise Stocklos que está tendo espaço nacional. Outros paranaenses "adotivos" apareceram, com algum destaque, em páginas da chamada grande imprensa. Valêncio Xavier, paulista de nascimento mas há 30 anos em Curitiba, por seu novo livro - "O Minotauro", ganhou espaço crítico em review assinado por Boris Schnaidermann, na "Folha de São Paulo". Elogiando bastante o seu livro que a exemplo de "O Mês da Gripe", propõe novas formas.

Grupos de ontem que voltam hoje

Uma das boas presenças vocais-instrumentais surgidas nos últimos anos foi o grupo Roupa Nova. Sabendo dosar a linguagem jovem - ou seja, uma linha pop/rock - com base na qualidade sonora, este sexteto vem realizando um trabalho digno e agradável. Lógico que para isto conta muito a inteligência na escolha do repertório, os arranjos caprichados e, sobretudo, a própria competência de cada um dos integrantes do grupo: Kiko (guitarras), Serginho (bateria), Nando (baixo), Ricardo Feghali (teclados), Cleberon Horsth (também teclados) e Paulinho (percussão), todos nos vocais.

O melhor da Broadway com a grande barbra

Estava na hora mesmo de Barbra Streisand fazer um álbum para voltar a merecer a inclusão entre os 10 melhores do ano. Afinal, ela que começou criando um clássico ("Free Again") no musical "Funny Girl", há quase 25 anos, andava derrapando em experimentalismo discutíveis, chegando até o rock . Mulher ativisima - tanto é que acabou até diretora de cinema, Barbra voltou a fonte: "The Brodadway Álbum" (CBS, dezembro/85), tranquilamente um dos discos do ano, a devolve a melhor música americana. Que tem uma origem: o musical americano.

Chico Buarque, o talento renovado

Se Roberto Carlos é alienação e a exploração comercial com as mesmice de sempre - em termos artisticos mas obtendo sempre a vendagem fabulosa - Chico Buarque é o prestígio, é a competência, é o respeito nacional.

A disputa pelo melhor dos festivais gaúchos

Oficialmente levantados pelo atuante Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, são 30 os festivais de música do Rio Grande do Sul. Considerando-se eventos que não tiveram a continuidade desejada ou se restringem a setores específicos, esse número poderia crescer para quase meia centena. Independente dos números, o fato é que a música, no Rio Grande do Sul, adquiriu uma força intensa, de modo que um mercado cada vez maior se abre para compositores, intérpretes e instrumentistas, e atraia, com toda razão, as gravadoras, para o registro de todos os festivais.

Jareau e Preston, para os ouvidos de agora

Pelo menos dois dos superstars escalados para o Rock in rio – que desde a última Sexta-feira é o grande acontecimento musical – já estiveram no Brasil e são nomes respeitados também pelos que apreciam jazz: Al Jarreau e George Benson. Dois artistas conhecidos internacionalmente por seu virtuosismo – o primeiro, como um homem-orquestra através de sua única e maravilhosa, enquanto Benson, embora também faça vôos comovocalista, é, antes de tudo, um excelente guitarrista.

Artigo em 24.01.1985

Um engano de sobrenomes em nossa coluna de Terça-feira: chama-se Ceres Malucelli – e não Ceres de Ferrante – a sensual morena que, há alguns anos, criou uma ala dissidente dentro do primeiro "Clube dos Solitários" fundado pela sra. Arice Buchmann (ex-Fleury da Rocha). Ceres Malucelli já montou dois clubes de solitários e hoje é dona de um misto de pizzaria e galeria de arte no Alto São Francisco. Ceres de Ferrante, filha do pioneiro do teatro paranaense – Salvador de Ferrante – é poeta e professora.

Colchas de sucesso

A montagem de discos com fonogramas de diferentes artistas – garimpados entre os sucessos de cada trimestre – é fórmula tão antiga quanto o próprio elepê. Desde que saíram os primeiros longa-durações, no início dos anos 50, as gravadoras sempre viram nisto uma receita certa de fazer discos populares, atingindo aquelas camadas humildes e menos exigentes que desejam perpetuar, num único (e econômico) elepê as canções que sazonalmente são popularizadas por suas audições no rádio, e, a partir dos anos 60, apresentações na televisão.
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