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Hermano Penna

Guilherme leva em solo no palco o "Sargento Getúlio"

Na última sexta-feira, em Blumenau, o ator, diretor e dramaturgo Ricardo Guilherme, da universidade Federal do Ceará, teve participação especial no Encontro de Escolas de Teatro. Desejava, em seu retorno, passar em Curitiba para tentar viabilizar uma temporada de "Sargento Getúlio" em algum de nossos palcos. Infelizmente, devido a compromissos maiores na capital cearense, não pôde, desta vez, acertar a inclusão de Curitiba entre as cidades brasileiras que assistirão a um dos espetáculos mais sólidos e impressionantes produzidos este ano.

"Ori", o vídeo cultural que deveria estar nas locadoras

Há alguns anos, quando o vídeo ainda engatinhava, Marcelo Marchioro, 38 anos - hoje o diretor de teatro mais respeitado do Paraná e em ascensão nacional - tentou criar junto a pioneira locadora de Luís Renato Ribas uma secção de vídeos de arte. O mercado ainda não estava regulamentado e saneado, haviam pouquíssimos títulos legendados e legais, mas a experiência teve um sentido altamente cultural: reunir filmes importantes sobre vários aspectos dentro do cinema.

"Orí", um filme para fazer a cabeça de públicos especiais

Já premiado em dois festivais internacionais e programado para uma dezena de outros eventos em várias partes do mundo, "Orí" o filme de Raquel Gerber é, sem dúvida, uma obra-de-tese, um trabalho da maior importância cultural, mas que precisa ser canalizado para platéias especiais: movimentos negros, estudantes de sociologia e antropologia. Espera-se tal trabalho junto a público específico para este documentário que estréia hoje no cine Groff.

A bela música que Túlio fez e Nascimento cantou

Mais do que defeitos, deve-se procurar ver as virtudes em "Jorge, Um Brasileiro", primeira produção nacional com lançamento em 1989 - ano que se afigura dramático para o nosso cinema (há apenas 11 longas em condições de entrarem no mercado, o que se refletirá na pobreza artística dos festivais), e que, coincidentemente, chegou em Curitiba ao mesmo tempo em que está em exibição (Ritz, 5 sessões), outro filme brasileiro voltado para nossas raízes, o atualíssimo "Fronteira das Almas", de Hermano Penna.

Aventuras de Rosa, a vereadora na Amazônia

A vereadora Rosa Maria Chiamulera voltou extasiada e preocupada do périplo que fez pela Amazônia. É que ao mesmo tempo em que se deslumbrava com a última grande reserva florestal do mundo a vereadora - que é médica-sanitarista - ficou desesperada com a situação em que vivem milhões de pessoas naquela distante região. Rosa ficou tão impressionada com o que viu que o plano inicial de, na volta, passar uns dias em Maceió, a convite do seu amigo, o governador Fernando Collor de Mello, acabou sendo adiado.

"Fronteira das Almas", o mergulho na Amazônia

Em agosto de 1987, quando "Fronteira das Almas" teve sua primeira exibição pública no II Festival do Cinema Brasileiro de Fortaleza a emoção foi imensa. Pela primeira vez um longa-metragem abordava um tema da maior atualidade - a migração - e que trabalhando com um elenco sem superstars oferecia, entretanto, um filme magnífico. Como o festival não era competitivo, nenhum dos (ótimos) filmes ali exibidos foi premiado. Mas se tivesse havido premiações, por certo que o filme de Hermano teria merecido vários.

No campo de batalha

Hermano Penna, 44 anos, diretor de "Fronteira das Almas" (Cine Ritz, a partir de hoje) já concluiu o primeiro tratamento no roteiro de seu próximo filme - "Arremate dos Males". Explica: "será um filme sobre a cultura popular, focando um grupo de artistas numa pequena cidade do Interior". As filmagens serão possivelmente em algum ponto da Amazônia - cenário que fascina Penna ("Fronteira..." foi rodado em Rondônia, há três anos). ***

"Bird" voa e chegam comédias e o terror

Lamentavelmente "Bird", de Clint Eastwood, a profunda biografia do saxofonista Charlie Parker (1920-1955), não resistiu a mais do que 7 dias em exibição no Bristol. Teve a mesma sorte (?) que "O Amor Não Tem Sexo", do inglês Stephen Frears, cinebiografia do dramaturgo Joe Orton (1937-1967), que também ficou apenas uma semana em cartaz. Pelo visto, o público não está sabendo prestigiar filmes importantes, de idéias e que mereceriam permanecer de duas a três semanas em exibição. E ainda os que apontam Curitiba como exemplo de cidade de público culto e civilizado...

A Amazônia em tela e na tela

Estréia hoje, no cine Ritz às 20h, o longa-metragem Fronteira das Almas, de Hermano Penna, que estará presente para coordenar um debate sobre os problemas da Amazônia (enfocados no filme). A sessão especial é uma promoção da Embrafilme, Cine Documento, Instituto de Estudos Amazônicos e Fundação Cultural de Curitiba. Do instituto participam dos debates sua presidente Mari Alegretti, Karin Follador e Paulo Chinesa.
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