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Um fórum para debater porque o cinema latino-americano vai mal

Salvador - A presença de realizadores de países como o Chile - com uma delegação liderada pelo cineasta Silvio Caiozzi, Argentina, Peru e Cuba, no encontro com brasileiros que, direta ou indiretamente estão ligados ao cinema e vídeo proporcionou que uma das mais produtivas conseqüências desta XVIII Jornada de Cinema fosse o Fórum Latino-americano de Cinema e Vídeo, que aconteceu durante três dias, na sede da Associação Baiana de Imprensa, com debates esclarecedores.

No campo de batalha

Apesar da produção de livros de arte cair mais de 80% com o fim da Lei Sarney, alguns projetos conseguem se concretizar. É o caso de "Volpi: 90 anos", com texto do crítico Jacob Klintowitz e projeto editorial da Ladi Biezus (256 páginas, circulação dirigida). Biezus, 56, diretor da Logos Engenharia, pretendia lançá-lo através de sua firma mas com as reduções financeiras teve que passar o projeto para o Sesc. O livro traz 240 reproduções cobrindo 75 anos de produção do artista. O texto de Klintowitz ocupa apenas seis páginas da edição. xxx

Na miséria das imagens, a esperança de São Paulo

Rio de Janeiro - Durante alguns anos, especialmente na década de 70, os dois principais festivais competitivos do cinema brasileiro - Brasília (criado em 1968) e Gramado (a partir de 73) - representavam um campo de batalhas visuais entre o cinema paulista X carioca. Numa época em que a produção nacional chegou a ultrapassar mais de cem títulos/ano, os realizadores dos dois Estados levavam até para o esforço físico as acirradas disputas de festivais em alta voltagem, muita badalação e euforia.

No campo de batalha

Maringá em ritmo musical justificando seu nome: além da prefeitura ter adquirido o piano que foi de Joubert de Carvalho (1900-1977) - no qual compôs, em 1931, a canção que deu nome a cidade - a Orquestra Sinfônica ali fundada começa a ter uma boa estrutura. Uma das metas é fazer logo aquilo que a Sinfônica Paranaense teve que esperar por 5 anos - e só conseguindo graças ao dinamismo de Constantino Viaro, superintendente da Fundação Teatro Guaíra: gravar um disco. xxx

A Ilha do Mel nas imagens coloridas de Helmuth Wagner

No prelo em fins de 1989 - ano referência nas fichas catalográficas - os primeiros dois livros paranaenses a terem lançamento neste início de 1990 serão "Ruas e Histórias de Curitiba" de Valério Hoerner Jr. (dia 8, livraria Ypê Amarelo) e "Ilha do Mel", álbum de fotografias de Helmuth Wagner (em março, data ainda não marcada). A julgar por estes dois primeiros trabalhos, este início de década parece que será promissor para o campo editorial: o livro de Hoerner Jr.

No campo de batalha

Hermano Penna, 44 anos, diretor de "Fronteira das Almas" (Cine Ritz, a partir de hoje) já concluiu o primeiro tratamento no roteiro de seu próximo filme - "Arremate dos Males". Explica: "será um filme sobre a cultura popular, focando um grupo de artistas numa pequena cidade do Interior". As filmagens serão possivelmente em algum ponto da Amazônia - cenário que fascina Penna ("Fronteira..." foi rodado em Rondônia, há três anos). ***

"Senhor Pouer", o filme curitibano de Candeias

O cineasta Ozualdo Candeias passou os últimos quatro dias em Curitiba fazendo o que mais gosta: filmar. Resultado: concluiu um curta-metragem iniciado há dois anos e fez a documentação sobre a transferência do Museu da Imagem e do Som para sua nova sede.

Enxugando diretorias o Guaíra será dinamizado

Parece que o bom senso vai prevalecer: o governador Álvaro Dias já deu sinais de que vê com simpatia a extinção da diretoria de Arte e Programação da Fundação Teatro Guaíra. Dependendo agora de estudos das Secretarias de Cultura e Administração, o cargo - vago desde que a professora Lúcia Gluck Camargo assumiu a Secretaria Municipal de Cultura - deverá ser extinto. Com a economia feita, poderão ser criados cargos de assessoria, flexíveis e diretamente subordinados à superintendência. ***

Uma primeira sala de vídeo na cidade

Dentro da visão prática que o caracteriza, desenvolvida ao longo de quase 30 anos de produção em televisão (com incursões no cinema e, ultimamente, vídeo), Valêncio Xavier, 53 anos, vai ocupar o amplo espaço do palácio na Rua Barão do Rio Branco sem pretensões de caras reformas.
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