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Entre os melhores de 91, as 3 listas que faltaram

Nas edições de ontem e hoje, ALMANAQUE complementou o levantamento cultural de 1991 - cinema e música, com textos e listas que, por razões técnicas, não foram possíveis de ter espaço no suplemento de domingo. Também abrimos hoje nossa coluna para complementar mais três listas que, normalmente deveria ter constado das páginas na edição do dia 5, mas que foram prejudicadas por terem sido elaboradas após o fechamento gráfico da edição.

Entre os melhores de 91, as 3 listas que faltaram

Nas edições de ontem e hoje, ALMANAQUE complementou o levantamento cultural de 1991 - cinema e música, com textos e listas que, por razões técnicas, não foram possíveis de ter espaço no suplemento de domingo. Também abrimos hoje nossa coluna para complementar mais três listas que, normalmente deveria ter constado das páginas na edição do dia 5, mas que foram prejudicadas por terem sido elaboradas após o fechamento gráfico da edição.

A família de Lupion

Atencioso como sempre, o ex-governador Moyses Lupion nos enviou correspondência agradecendo - e elogiando - a sua entrevista que publicamos em O Estado (ALMANAQUE, 23/9/90), quando, rompendo um silêncio de 30 anos, falou sobre todos os assuntos - para uma gravação que constará do vídeo sobre a sua personalidade, sua época e seus governos que a cineasta Berenice Mendes começa a realizar.

Berenice grava depoimento com Lupion para a nossa história

Um grande hiato de nossa história política começa a ser preenchido: ao gravar um depoimento de 80 minutos com o ex-governador Moysés Lupion, 82 anos - completados em 25 de março último, excelente disposição e que retornou há pouco da Europa, a cineasta Berenice Mendes, conseguiu a viga-mestre para importante documentário sobre um dos homens públicos mais famosos do Paraná - e, infelizmente, praticamente desconhecido (e mal-interpretado) junto a história política contemporânea.

No jogo de imagens, o desafio aos cinéfilos

Estimulado pela repercussão de "Cinema Paradiso" - embora a renda tenha sido fraca nos primeiros dias, agora, com a recomendação boca-a-boca, o público está crescendo no Cinema I - Levi Possato, superintendente da Vitória Cinematográfica, está agilizando junto a Warner a estréia de "Splendor", de Ettore Scolla. Afinal, como já escrevemos várias vezes, estes dois filmes são irmãos siameses: ambos abordam o declínio dos cinemas, tem linguagens fascinantes e apesar do tom nostálgico passam uma belíssima mensagem.

Fernanda Montenegro, a atriz, a cantora e agora a escritora

Fernanda Montenegro e Fernando Torres estiveram por algumas horas em Curitiba na terça-feira. Foi uma viagem rápida mas importante. Chegaram pela manhã e durante um almoço-reunião com a professora Maria Cristina Andrade Vieira, coordenadora de projetos culturais do Banco Bamerindus acertaram os detalhes finais da participação do Banco da Nossa Terra no patrocínio de "Suburbano Coração" em sua temporada paulista (Teatro Cultura Artística, a partir de 23 de abril).

A grande noite de Charles Degula para finos paladares

Há algumas semanas, Charles de Gula - leia-se, Alexandre Krasinski - foi convidado para jantar na casa de um casal de arquitetos. Só que o número de convidados ultrapassou a previsão e, desesperada, a dona-da-casa disse para Alexandre, assim que ele chegou: -"Não sei o que vou fazer. Havia me preparado para servir um jantar para 20 pessoas e chegaram 30." Charles Degula acalmou a amiga: -"Não se preocupe. Deixe-me a vontade na cozinha, mostre o que sobrou de ingredientes que garanto um segundo prato".

O Vagão do Armistício nos trilhos da memória

Das coincidências da vida: Isaac Lazarotto falecia exatamente há 18 anos, 7 de fevereiro de 1972. O velho rodoviário nascido aqui mesmo, em Curitiba, em 6 de setembro de 1984, será sempre lembrado pelo seu "Vagão do Armistício" e por ser o pai do artista plástico de maior expressão do Paraná - Poty - no registro civil, Napoleão Potyguara Lazarotto, curitibano do Capanema, nascido no mesmo dia do aniversário de Curitiba - 29 de março - há 66 anos.

Lélio e Bettega falam dos filmes que amaram

Simultaneamente, a bibliografia de cinema é enriquecida com duas oportunas contribuições de críticos paranaenses: "Filmes Vistos e Anotados", de Francisco Bettega Netto (Cadernos do MIS/nº 12, edição do Museu da Imagem e do Som do Paraná, 60 páginas; ainda sem data de lançamento) e "CineAstral - I" de Lélio Sottomaior Júnior (32 páginas, edição do autor, circulação dirigida).
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