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Crianças endiabradas, um marketing cinematográfico

É interessante observar o modismo cinematográfico. Cada vez mais o marketing decide os gêneros, estilos e tendências da produção audiovisual americana - que hoje não se restringe apenas à tela tradicional, incluindo o vídeo e o vídeo-disco, além das televisões a cabo e circuitos especiais. Neste final de ano, a disputa pelas melhores bilheterias não se concentra em torno de novas aventuras de Indiana Jones ou Super-heróis retirados das tiras de quadrinhos, mas sim com personagens (aparentemente) ingênuos e ternos: as crianças.

Na música, a escolha foi muito desafinada

Como espetáculo, o melhor momento da 62ª edição do Oscar foi a coreografia que Paula Abdul criou para a apresentação dos candidatos aos prêmios de melhor figurino. Compensou, um pouco, a frustração que foram as melancólicas apresentações das coreografias que fez para as duas (fraquíssimas) canções do desenho "A Pequena Sereia" - "Kiss the Girl" e "Under the Sea" (Alan Menken/Howard Ashman), apresentadas pelo desconhecido cantor Geofrey Holden, cujo estilo lembra Harry Belafonte.

Quem é River Phoenix

Americano de Madras, cidade do Estado de Oregon, 20 anos, River Phoenix estreou no cinema aos 15 anos em "Viagem ao Mundo dos Sonhos" (Explorers, 1985, de Joe Dante), fazendo rápida carreira: foi o Chris Chambers em "Conte Comigo" (Stand By Me, de Rob Reiner, baseado no conto "The Body", do mestre do terror Stephen King); atuou como Charlie em "A Costa do Mosquito" (1986, de Peter Weir, inédito no Brasil); ficou famoso vivendo o jovem Indiana Jones em "A Última Cruzada" e foi o jovem Jeff Grant em "Espiões Sem Rostos"(Little Nikita, 1988, de Richard Benjamim).

Os principais concorrentes já chegaram às telas grandes

Em relação a 62ª edição da festa de entrega dos Oscars - que acontece amanhã - não é preciso repetir o óbvio. Quatro dos cinco filmes que disputam o troféu de melhor filme ("Sociedade dos Poetas Mortos", "Nascido a 4 de Julho", "Conduzindo Miss Daisy" e "Campo dos Sonhos") estão em exibição na cidade - cada um com várias indicações.

E a emoção de Miss Daisy ganhou na festa do Oscar

O sentimentalismo venceu a política na conservadoramente equilibrada distribuição dos 23 Oscars na noite de segunda-feira, 26. Se "Nascido a 4 de Julho", politicamente o mais importante dos filmes indicados neste ano, ficou apenas com dois troféus - montagem (Davis Bremer e Joe Butshing) e direção (Oliver Stone), "Conduzindo Miss Daisy" levou 4 dos 9 Oscars para os quais havia recebido nominations: filme, atriz (Jessica Tandy, 81 anos), roteiro adaptado (Alfred Uhry, autor também da peça original) e maquiagem (Manlio Rochetti, Lyn Barber e Ken Harvey).

Crianças encolhidas e mestre da música são boas estréias

Apesar de alguns filmes se manterem em cartaz, vindo ainda do final do ano passado - como "De Volta para o Futuro II" (Condor/Lido I), "Os Trapalhões na Terra dos Monstros" (Cines São João e Lido II, sessões da tarde) e "Os Caça Fantasmas II" (agora, em programa duplo, com "La Bamba", No Morgenau), começa a existir uma renovação na programação.

Nick, caçador de nipos, debaixo da Chuva Negra

"Chuva Negra" (lançamento nacional hoje; em Curitiba, Cine Condor, 5 sessões) é daqueles filmes que oferecem um puzzle em sua apreciação. Apesar da história ser relativamente linear - e até acadêmica, na estrutura básica do roteiro de Craig Bolotin e Warren Lewis - este filme chega precedido de grande expectativa.

No campo de batalha

1) - Dois dos mais belos rostos internacionais presentes no festival não estão nas telas, mas sim no júri de longa-metragens. A espanhola Assumpta Serna, que Pedro Almodovar lançou em "O matador", (e que há três anos esteve no Rio, quando aquele filme disputou pela Espanha) e que recentemente participou das filmagens, na Bahia, da produção americana "Wild orchide". Já a francesa Helena Bonham Carter, cabelos pretos, pele branquíssima, apesar dos conselhos para não se expor ao sol fortíssimo, na manhã de quarta-feira, já parecia queimadinha.
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