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Ismael Silva

De olho na câmara

Adnor Pitanga, 44 anos, alagoano, nomeado para a presidência da Embrafilme - substituindo ao mineiro Moacyr de Oliveira, já fez um filme sobre Curitiba. Em 1972, na primeira administração Jaime Lerner, Pitanga aqui rodou um curta de 12 minutos - o primeiro filme, aliás, sobre as mudanças que começavam a serem feitas no cenário urbano. Com um detalhe: foi uma produção independente, que nada cobrou do município - a não ser as despesas de infra-estrutura (transporte, hospedagem, etc.).

Carmem, a princesa etíope da MPB

Não foi sem motivos que Carmem Costa (Carmelita Madriaga Trajano de Moraes, Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 1920) fez questão de vir a Curitiba para buscar o apoio oficial em sua nova cruzada, iniciada ainda em fins de 1989, no sentido de ser a primeira artista a merecer o tombamento em vida.

Geléia Geral - Angélica, Reflexu's, Kim, Mautner e Nelson

Nos passos de Xuxa, a ninfeta Angélica caminha firme para se tornar uma nova bilionária do reino das crianças. Já apareceu num filme dos Trapalhões e seus programas na Rede Silvio Santos estão crescendo de audiência. E como Xuxa vendeu 2 milhões de cópias de seus discos, porque a bela Angélica não pode também cantar? Seu novo disco pela CBS teve produção do competente Mazzola, repertório dos mais assimiláveis, com temas para a garotada - a partir da música que dá título ao seu programa: "Milk Shake".

Os tesouros sonoros do arquivo de Leon

Leon Barg viaja hoje para Recife - sua cidade Natal, que deixou há quase 40 anos - mais de 30 dos quais em Curitiba. Dono da maior coleção de discos de 78 rpm da música popular brasileira, Leon criou a etiqueta "Revivendo", exclusivamente para reeditar o que há de melhor em nossa música - e neste mês acrescentará aos doze títulos já na praça, mais quatro discos, todos gravações raríssimas. xxx

Reedição de Barg e discursos de Lacerda

Leon Barg, editor do selo Revivendo que vem fazendo preciosos relançamentos da música dos anos de ouro de nosso cancioneiro, viaja hoje para o Rio de Janeiro. Vai acertar a produção de mais algumas preciosidades fonográficas, inclusive com fonogramas da EMI-Odeon - multinacional detentora de grande parte do que de melhor se fez em nossa música entre as décadas de 20 a 50, mas que só bissextamente tem feito algumas reedições.

Geléia Geral

Trancinhas, crioulo, - com um nome francês - Terence Trent D'Arby, o novaiorquino Terence Trent D'Arby (15/3/1962), filho de pai pastor evangélico e mãe professora de psicologia e cantora de gospel, é novo cantor-cult na Inglaterra e que chega agora ao Brasil com seu primeiro lp ("Introducing the hardline according to Terence Trent D'Arby", CBS). Já foi boxeur, estudou jornalismo e quando servia o Exército em Berlim acabou desertando e exilando-se na Inglaterra onde em julho último, com seu elepê de estréia, atingiu um milhão de cópias vendidas.

Hermínio, uma autobiografia!

Ele é poeta, letrista, produtor fonográfico, diretor de shows, bom amigo e excelente copo. Tem o dom de fazer coisas bonitas em tudo que se propõe, seja uma música, um show, um livro. Seus amigos espalham-se pelo mundo e é um dos batalhadores pela cultura de raízes, valorizando tudo que é brasileiro da gema. Já houve até quem o quisesse como Ministro da Cultura ou presidente da FUNARTE - sem falar na Secretaria da Cultura do Rio de Janeiro. Mas ele prefere ser apenas um agitador cultural lutando pela MPB, fazendo projetos belíssimos - como o Bello de seu nome.

Jards, um coringa da MPB, em grande forma

Uma das melhores notícias deste ano de 1987 foi o retorno à cena de Jards Macalé (Jards Adet da Silva, Rio de Janeiro, 03/03/1943). Compositor, cantor, produtor musical, agitador de eventos, o bom Jards atravessava uma fase pesada, com mil problemas pessoais, o que o fez permanecer afastado dos discos e dos shows.
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