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XVIII

Robbins, receita de best-seller para vencer a crise

Apesar do número reduzido - menos de 40 - livrarias existentes no Paraná, refletindo, aliás, uma realidade nacional, o carioca Carlos Alberto Tenassi Maia, 42 anos, há dois anos representante territorial da maior Editora do Brasil - Record, não tem motivos de queixas. Mensalmente ultrapassa as cotas de vendas e tem merecido de Sérgio Machado, presidente da empresa fundada por seu pai, Alfredo Machado, não só elogios e estímulos financeiros, como é hoje considerado um vendedor-padrão.

Cursos no Andersen

O Atelier Alfredo Andersen, que está completando 90 anos de fundação, abre nesta segunda-feira, as inscrições para as oficinas e cursos do segundo semestre. Estão previstas 25 turmas, nos três períodos, para pintura, desenho, gravura, arte tridimensional, cerâmica, aulas com modelo vivo e cursos de história e teoria da arte, para alunos iniciantes e avançados. As matrículas podem ser feitas em horário comercial, na sede do ateliê. (Rua Mateus Lema, 336).

Uma antologia (pianística) Chopiniana

Em um lançamento duplo, temos uma verdadeira antologia chopiniana: com Maurizio Pollini (*), foram reunidos os 24 "Études" (Opus 10 e 25), 24 Prelúdios (Opus 28) e as sete "Polonaise" que Frederic Chopin (1810-1849) legou para a posteridade.

Ligações perigosas e atraentes

Exatamente 209 anos após ter escrito Les Lissons Dangereusses permanece atualíssimo na sutil ironia que faz sobre o comportamento sexual humano - o jogo da conquista, as armadilhas do coração, a malícia e a hipocrisia. Quando seu autor, o militar jacobino francês Pierre Ambroise François Chanderlos de Laclos (Amiens, 1741 - Turanto, em forma epistolar, os costumes sexuais-social eram outros. Dois séculos depois, o mundo mudou, a revolução sexual fez o amor se tornar livre mas a genialidade do texto antecipador - e as intrigas da história - feitas por Chanderlos de Laclos permanecem atuais.

Jornada da Bahia renasce com a maior importância

Salvador - Após dois anos de interrupção, o retorno da Jornada Internacional de Cinema da Bahia, em sua XVIII edição que inicia hoje, é o evento culturalmente mais importante para o cinema no Brasil. Um festival sem estrelas, mordomias e badalações sociais, aos circuitos comerciais é, entretanto, um acontecimento respeitado internacionalmente, o que se reflete no número expressivo de realizadores de vários países - especialmente do Terceiro Mundo - que desde 1971 vem prestigiando esta mostra baiana.

Silas descobre o ouro musical para que o Brasil ouça o som das bandas

Existe um brasileiro que merece receber uma premiação condigna a importância da obra que vem realizando. Trata-se do mineiro José Silas Xavier, 47 anos, funcionário de carreira do Banco do Brasil e que reside há muitos anos em Brasília.

O livro das bruxas e o otimismo do biscoiteiro

Retornando de viagem às principais cidades do Paraná, na reestruturação de vendas da Editora Record, cuja direção regional assumiu há apenas 90 dias, o experiente Carlos Alberto Tonassi Maia, está entusiasmado com o fato de que em apenas três semanas um livro, que pode ser considerado difícil, escrito em 1686, esteja sendo dos mais procurados entre os best-sellers do verão: "O Martelo das Feiticeiras" (tradução de Paulo Froés, edição Rosa dos Ventos, 528 páginas, Cr$ 5.990,00).

Nirez, o trabalho sério do humilde pesquisador

Miguel Angelo de Azevedo é um cearense magro, tímido, pai de uma dúzia de filhos e funcionário, como bom nordestino, do Departamento Nacional de Obras contra as Secas, em Fortaleza.

Livro de Roselys prova como o Paraná ajudou colonizar o Sul

Ao entardecer desta terça-feira, no Espaço Cultural Banrisul, em Carazinho, Rio Grande do Sul, a curitibana Roselys Velloso Roderjan, estará autografando seu há muito aguardado "Raízes e Pioneiros do Planalto Médio" (180 páginas, co-edição da Universidade Passo Fundo / Empresa Jornalística Folha da Manhã / Prefeitura de Carazinho / Museu Pedro Vargas).

A música em palavras

O professor e pesquisador Alceu Schwab, 66 aos - que em breve lança seu "A Música Popular no Cassino Ahú", terá que reeditar seu pioneiro "Bibliografia da MPB", que fez há alguns anos. É que anualmente aumenta o número de livros sobre a nossa música - biografias, ensaios, interpretações e mesmo obras de arte. 1990 foi, particularmente, generoso: quase 30 lançamentos, incluindo trabalhos de fôlego e dois livros que estão nas relações dos mais vendidos desde quando saíram do prelo: "Chega de Saudade", de Ruy Castro, e "Noel Rosa, Uma Biografia", de João Máximo e Carlos Didier.
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