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Wood Allen

As opções nas telas

O romantismo erótico ao estilo de "9 ½ Semanas de Amor", de "Uma Linda Mulher" (Cine Astor, 5 sessões), venceu o marketing de "Dick Tracy": enquanto apenas 6.369 espectadores foram, na primeira semana, assistir a colorida transposição que Warren Beatty fez do herói das HQs para o mais badalado filme do ano, nos Cines São João (2.375 espectadores) e Bristol, "Pretty Woman", de Garry Marshall, com Richard Gere e Julia Roberts (a revelação de "Magnólias em Flor"), teve 7.070 espectadores - o que considerando a capacidade do Astor (500 lugares) dá uma média que garantirá sua permanência

Criança, o melhor marketing visual

"Cinema, a melhor diversão para a família!" O que? Numa época em que as mais violentas imagens chegam as telas e o sexo explícito deixou de ser novidade, alguém pode ainda acreditar no cinema (assim como, de certa forma, na televisão) como lazer familiar?

A universalidade de Allen e sua "Aldeia"

Na proporção em que sua obra vem adquirindo uma importância cada vez maior, deixando há muito apenas a imagem de cronista visual do american way of life, o cinema de Woody Allen passa a atingir um nível que, ao espectador deste final de século, tem que ser visto e entendido numa extensão bem mais ampla do que o simples entretenimento.

A trilha perfeita que revela um outro Harry

Bobby Shorter é hoje um pianista-cantor conhecido no Brasil. Privilégio até os anos 80 dos sofisticados piano-bares nova-iorquinos - o do hotel Alconguim - a música canção americana - Richard Rogers, Gershwin, Jerome Kern, Cole Porter e Irving Berlin - ganhou maior popularidade a partir do momento em que esteve no Brasil, no "150" do Maksoud Plaza Hotel. Popularidade que ampliou-se com sua participação numa seqüência especial de "Hannah e suas Irmãs", de Woody Allen.

Jeanne Moreau, diretora num filme que poucos assistiram

Reiniciando suas promoções cinematográficas, a Aliança Francesa trouxe nesta semana um filme dos mais interessantes - "A Adolescente" - segunda (e ao que parece última) experiência de Jeanne Moreau como diretora-roteirista. Hoje ainda, às 14 horas, haverá uma projeção na nova sede da Aliança (Rua Ubaldino do Amaral, 929) deste filme rodado em 1978; dois anos após Jeanne ter feito seu primeiro longa como realizadora - "Lumiére" (apresentado apenas na televisão no Brasil, com o título de "No Coração, a Chama").

Um banquete para os cinéfilos com cinco estréias

Uma das reclamações mais comuns dos curitibanos que acompanham os lançamentos no circuito comercial é antiga: - "Durante semanas não há estréias. Quando chegam filmes importantes, há simultaneidade. Poucos permanecem mais de uma semana em cartaz. E não há tempo para assistir a todos". Forma-se o círculo vicioso: falta tempo (e também dinheiro, com ingressos a Cr$ 120,00) para se assistir, numa mesma semana em cartaz, cinco filmes que merecem verificação. Como, por exemplo, acontece agora.

Um banquete nova-iorquino para paladares especiais

"Pague um, leve três" sintetizou, com a maior objetividade, Denise Araújo, a curitibana que se tornou há pouco a primeira "Doutora em Woody Allen" (ver texto nesta mesma página), comentando "Contos de Nova Iorque" (Cine Bristol, hoje, 4 últimas exibições). São três estórias curtas unidas num filme com uma mesma cidade-tema: A Big Apple, na qual nasceram - ou vivem - os seus autores - apaixonados, Martin Scorcese, Francis Coppola e Woody Allen.
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