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Wood Allen

A estranha política dos lançamentos nos cinemas

Os números caminham para uma progressão geométrica: do solitários 114 espectadores registrados no barderaux na estréia (31 de maio), no domingo, já passavam de 900 e a tendência é aumentar - já que com o ingresso mais reduzido (Cr$ 100,00) de segunda a quinta-feira, o hábito de frequentar os cinemas se encontra no meio da semana - e não mais nos finais, como acontecia antes.

Columbia desperdiça três bons filmes do ano em festival secreto

Baseados em fatos reais - o assassinato do Padre Popieluszko, em 17 de outubro de 1984, devido a violenta repressão ao movimento do Sindicato Solidariedade, torna "Complô conta a liberdade, da cineasta polonesa Agnieszka Holland, exilada na França, daqueles filmes-documentos de visão obrigatória. Afinal, até agora, pouquíssimos filmes abordando as lutas sociais-trabalhistas na Polônia na primeira metade dos anos 80 foram realizados - e com exceção de "O homem de mármore"(1976) e, especialmente "O homem de ferro" (1981), de Andrzej Wajda, nenhum deles chegou ao Brasil.

"Descalços no parque", agora no palco, 23 anos mais tarde

Neil Simon, 63, é aquilo que se pode classificar como um dos mais newyorkers dramaturgos. Assim como Woody Allen não se afasta por nada da Big Apple - e faz dela uma aldeia universal, ali colocando seus personagens de empatia universal - Simon também tem no universo da grande metrópole matéria prima para uma obra imensa. Até que ponto as suas peças, tão americanas em alguns aspectos intrínsecos, podem atingir um público de países do terceiro mundo como o Brasil?

Um banquete nova-iorquino para paladares especiais

"Pague um, leve três" sintetizou, com a maior objetividade, Denise Araújo, a curitibana que se tornou há pouco a primeira "Doutora em Woody Allen" (ver texto nesta mesma página), comentando "Contos de Nova Iorque" (Cine Bristol, hoje, 4 últimas exibições). São três estórias curtas unidas num filme com uma mesma cidade-tema: A Big Apple, na qual nasceram - ou vivem - os seus autores - apaixonados, Martin Scorcese, Francis Coppola e Woody Allen.

Denise, a nossa Doutora no cinema de Woody Allen

Denise Araújo, curitibana, formada em Letras, é a primeira "Doutora em Woody Allen". Está de volta à cidade, por alguns dias, revendo sua família e mostrando, com natural orgulho, o diploma que obteve, com sucesso, no mestrado em Literatura Americana na Arizone State University, em Tempe, USA. Como foi contratada como professora da Faculty Associate na Arizone State University deve retornar dentro de poucos dias.

"Splendor" compensa filmes que fracassaram na semana

Infelizmente, aconteceu o que prevíamos: dos cinco importantes filmes estreados há uma semana, dois já não estão mais em exibição: "Assassinato sob Custódia" (A Dry White Season), de Euzhan Palcy e "Contos de Nova Iorque", de Martin Scorcese, Francis Coppola e Woody Allen, foram substituídos por "Meu Pai - uma Lição de Vida", de Gary David Goldberg e "Splendor", de Ettore Scolla, nos Cines Lido II e Bristol, respectivamente.

Triste "Splendor" com salas vazias na tela e no Bristol

Não poderia ser mais paradoxal! Um filme que tem no esvaziamento dos cinemas a sua história deixa o cartaz do Bristol , com uma das menores bilheterias do ano: apenas 424 espectadores em 25 sessões - já que 3 acabaram sendo canceladas por total ausência de espectadores. O mais irônico: outro filme, com a mesma temática, teve mais de 60 mil espectadores em dez semanas de exibição. Por que?
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