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Vocalistas

Dick Farney (Farnésio Dutra e Silva, Rio de Janeiro, 14 de novembro de 1921) é um artista que nos últimos 30 anos tem mantido uma faixa muito específica e sofisticada de público: os consumidores da música romântica, ao estilo americano, da qual sempre foi um dos grandes divulgadores.

Luis Américo

Depois de "Filho da véia"e "Casa cheia", sambas que tiveram relativa carreira, Luís Américo retorna com um novo samba que tem todas as características de fácil agrado pelo público: "Carta de Alforria", em parceria com Braguinha,um dos temas da novela "A Viagem"(Rede Tupi de Televisão), o que garante uma boa promoção ao novo lp do autor de Camisa 10": Feliz da vida". No outro lado do CS, aparece "Não Cato a Quirela", também em parceria com Braguinha. xxx

História da BN em 3 lps

Dezesseis anos após sua eclosão - o 78 rpm da Odeon, em que o baiano João Gilberto cantava "Chega de Saudade" (gravado em 1958, no lp "Canção do Amor Demais" por Elizeth Cardoso), a Bossa Nova é revisitada num álbum de três elepês, mais um bem diagramado e ilustrado folheto, tudo sobre a produção segura do admirável Aloysio de Oliveira, que se não foi o pai-da-criança BN, foi ao menos quem a ensinou a caminhar sobre as rodas - isto é sobre os discos.

Terminou o Free. Agora começa o IV Festival!

A idéia já chegou a ser discutida em algumas reuniões da diretoria do Blue Note Jazz Club: realizar um festival de jazz em Curitiba. Claro que dentro das possibilidades locais, com alguns solistas e conjuntos nacionais que fazem música criativa. Há quem pense, até, em tentar viabilizar uma extensão do Free Jazz, em sua 4ª edição, no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, considerando a proximidade com São Paulo - e o fato de os músicos, inclusive as atrações internacionais, ficarem vários dias ociosos, esperando as datas de participarem da segunda etapa do evento.

O som que agrada muitos paladares

O Free Jazz trouxe estrelas consagradas e reconhecidamente identificadas ao tradicional - como a cantora Sarah Vaughan e o baterista Art Blakey, que à frente do seu Jazz Messengers vem, há mais de 30 anos, revelando alguns dos maiores talentos da música americana. Houve também a oportunidade de, pela primeira vez no Brasil, se conhecer uma orquestra que foge das convenções tradicionais - a de Gil Evans, que afora (poucas) gravações, limita suas apresentações na Sweet Basil, um dos mais fechados clubes de jazz em Nova Iorque.

As Bachianas de Villa-Lobos

Nenhuma dentre as músicas de Villa-Lobos é de tão marcada originalidade quanto as "Bachianas Brasileiras" escreveu o crítico paranaense Andrade Muricy, da Academia Brasileira de Música. Quem não reconhecerá o Brasil sob as alusões pré-clássicas dessas obras?

John Lennon

Seis anos após a morte de John Lennon - assassinado na entrada do Edifício Dakota, na noite de 8 de dezembro de 1980 -, o mais talentoso e famoso dos Beatles continua a ser revelado em aspectos inéditos. Ainda agora, um LP, um programa de televisão e três vídeos trazem imagens e músicas deste que foi uma espécie de anti-herói da contracultura de consumo musical durante duas décadas - e cuja morte em trágicas situações somente fez crescer o seu carisma.

Taborda, um gaúcho de muito bom humor

Ex-motorista do Palácio Iguaçu nos anos 60, o gaúcho Ivan Taborda acabou encontrando seu espaço no Sudoeste do Paraná. Acordeonista e cantor, Taborda - gaúcho de vastos bigodes, aparência saudável do homem do Sul (o que o fez, inclusive, ser requisitado para muitos comerciais de televisão) tem já uma discografia ampla. Buscando o humor e o informal em suas gravações - preferindo, aliás, algumas vezes ficar mais como contador de causos do que cantador, Taborda tem um público seguro que garante a absorção de seus discos no interior do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Nesta semana do Free Jazz, o melhor do novo e antigo

O sucesso da terceira edição do Free Jazz Festival (Hotel Nacional, Rio de Janeiro, até amanhã; São Paulo, Anhembi, de 8 a 13) trouxe, naturalmente, o maior impulso as gravações de jazz, repetindo-se o que havia acontecido em 1978, quando do I São Paulo - Montreaux Jazz Festival, que engordou o mercado jazzístico nacional com mais de cem exemplares - infelizmente o mesmo não repetindo-se nos eventos posteriores.

Piazolla, Clara & Paulo

Dois concertos imperdíveis, maravilhosos, daqueles que nos reconfortam com a vida, nesta quinta-feira, o homem que renovou a música instrumental não só de seu país, a Argentina, mas de toda a América Latina: Astor Piazolla. É a segunda vez que Piazolla vem a Curitiba (auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, 21 horas) e, como sempre, impossível prever o que será visto/ouvido, pois Astor se renova sempre, recria-se a cada nova apresentação embora o público espere sempre alguns de seus (muitos) clássicos.
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