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Aqui, Jazz (I)

É possível que não se repita o mesmo que em 1978 - quando o I Festival Internacional de Jazz, em São Paulo, provocou a edição de quase 300 elepês deste genial musical no Brasil - onde a dieta jazzística sempre foi rigorosa, obrigando os aficionados a recorrerem aos discos importados, hoje acima de Cr$ 1.00,00 a unidade. Mas o êxito do II FIJ (Anhembi, maio/80) e o próximo Rio/Monterrey Jazz Festival (Rio Centro, 15 a 17 de agosto), com a presença de grandes nomes, está motivando que as edições jazzísticas se sucedam.

Geléia Geral - Orbison, Mind e Donna, o elenco internacional

Reunir fonogramas de sucessos num álbum destinado ao público que não pode adquirir os lançamentos individualmente é uma forma segura de bom faturamento. A Sigla/Som Livre, que usa e abusa desta forma, que o diga!

Clássicos

Excelentes opções para quem aprecia a música clássica continuam a serem colocadas, quase que semanalmente, nas lojas graças a política de abertura para esta área por parte das melhores gravadoras. Tanto a Polygram, como a Odeon/EMI, CBS e mesmo RCA, que durante anos foram bastante tímidas em suas edições, decidiram ampliar seus suplementos, numa disputa em que o colecionador é que sai ganhando.

A música de Chiquinha no piano de dona Clara.

No ano passado o Estúdio Eldorado, que sob a orientação de Aluízio Falcão vem produzindo excelentes elepês, ofereceu um básico disco onde Leci Brandão ( esprestada pela Polygran) e Vânia Carvalho (excelente cantora, dispensada da CBS após um maravilhoso elepê) interpretavam composições de Chiquinha Gonzaga (Francisca Edwiges Neves Gonzaga, Rio de Janeiro, 17.10.1847 - 28.02.1935).

Observatório

A efeméride musical de hoje - 25o ano da morte de Carmen Miranda (Maria do Carmo Miranda da Cunha, Marco de Canaveses, Portugal 9/2/1909 Beverly Hills, Los Angeles, EUA 5/8/1955) é mais do que uma lembrança artística. É a prova de que uma cantora que nasceu em Portugal e morreu nos Estados Unidos, onde residiu por mais de 10 anos, conseguiu permanecer entre as grandes interpretes brasileiras.

Sambistas

com << Sonho Meu >> , a magnífica Dona Yvone Lara transformou-se em nome conhecido nacionalmente, merecendo hoje uma posição de destaque entre as grandes compositores-intérpretes, com a garra, talento e brasilidade de uma admirável Clementina de Jesus. Mas é importante lembrar que dona Yvone Lara tem um parceiro magnífico, não apenas na sua música mais conhecida (especialmente depois que Maria Bethania a gravou), mas em muitas outras Delcio Carvalho, fluminense de Campos e que teve em seu pai o primeiro mestre musical.

De noites estreladas, músicas juninas e o mercado sertanejo

O céu parecia de encomenda: estrelas brilhando com todo o fulgor como se espera numa noite de Santo Antônio. E o frio polar que fez na sexta-feira, 13, não impediu que pelo menos 70% do Pavilhão Antônio Laverda Braga, em Campo Largo, ficasse ocupado pelo público que foi aplaudir o II Festival de Música Junina, com 14 concorrentes - inclusive de São Luiz, do Maranhão, e tendo a dupla Belarmino & Gabriela como mestre-de-serimônia.

Grupos musicais

ao registro de dois elepês de grupos vocais-instrumentais possibilita que se faça uma avaliação de como são curiosas as regras do comercialismo musical: Fevers 80 (Emi/Odeon), representa apenas mais um lp de consumo fácil deste septeto que há cerca de dez anos se especializou em gravar versões de sucessos estrangeiros - ou músicas deitas por << autores >> que parecem xerox dos estrangeiros. Não é sem motivo que Rossini Pinto, uma espécie de computador-versinionista, é o responsável pelas versões de três faixas (<< Esta Noite não é pra Sempre >> / << D.I.S.C. >> e

Ligadão

FICHA TÉCNICA LP: << CIRCENSE >> ( EMI/ODEON - 064. 422861D) Intérprete: Egberto Gismonti Produção-executiva: Egberto Gismonti Regência: Benito Juarez Músicos: Egberto Gismonti, Mauro Senise, Robertinho Silva, Luís Alves e L. Shankar. LADO a: << Karetê >> (Gismonti); << Cego Aderaldo >> (Gismonti), << Mágico >> (Gismonti) e << Palhaço >> (Gismonti & Geraldo E. Carneiro). LADO B: << Tá boa, Santa >> (Gismonti), << Equilibrista >> (Gismonti), << Ciranda >> (Gismonti) e << Mais que a paixão >> (Gismonti & João Carlos Pádua).
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