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Escola de Samba

Mangueira sem ilusões em documentário belga

A Mostra Banco Nacional de Cinema, (cine Ritz, até domingo), que nesta sua terceira edição chega a Curitiba, exclusivamente graças ao patrocínio do Banco Nacional e a boa vontade do Cine Clube Estação Botafogo, incluiu também uma seleção de filmes trazidos ao Brasil pela Comunidade de Francófona da Bélgica, numa iniciativa do monsieur Raymond Rayel, diretor local da Aliança Francesa.

No campo de batalha

Maé da Cuíca (Ismael Cordeiro), 65 anos, um dos fundadores do Colorado em 1946, embora desde 1982 não saia mais com a Escola de Samba que tinha graças a ele a melhor bateria, não deixou de circular na Avenida Marechal Deodoro nos dias de Carnaval. Com a faixa de "Cidadão Samba" - que recebeu há 3 anos, por iniciativa do ex-secretário de Turismo, Glauco Souza Lobo, Maé anunciava que ia voltar ao Colorado, hoje relegado ao segundo grupo para tentar fazê-lo retornar aos tempos de glória.

No campo de batalha

Moda negra na Fundação Teatro Guaíra: as simpáticas recepcionistas ganharam uniforme novo. Todo em preto, como se de luto estivessem. xxx A opção era entre o rosa shocking e o preto, mas na decisão final da diretoria venceu o black style. Se rosa fosse, as meninas ganhariam inevitável apelido: "Panterinhas Cor-de-Rosa". xxx Para o inverno, tudo bem! Agora é aguardar a cor do uniforme de verão. Pois preto, convenhamos, não condiz com a estação do calor. xxx

Requião quer espírito de Olinda em nosso Carnaval

O Carnaval passou, ficaram lembranças e algumas alegrias - poucas serpentinas e confetes, que, ao menos na avenida Marechal Deodoro foram mercadorias raríssimas. Alegria para a Mocidade Azul, que reconsquistou o troféu de campeão do concurso oficial - já que havia perdido no ano passado para a sua arquirival, Dom Pedro II, justamente no empate da bateria. Esta ano, foi um ponto a mais neste quesito que lhe deu uma espremida vitória de 73 por 72 pontos. Marinho Gallera, 37 anos, compositor, que julgou este difícil quesito, foi rigoroso.

Colorado e Não Agite, final sem "happy end"

A crônica do Carnaval curitibano oferece múltiplos aspectos para análises que, sem sociologuês, podem, entretanto, justificar teses acadêmicas. Por exemplo, como se explica que duas das mais tradicionais escolas de samba decaíram como aconteceu com a Não Agite - que este ano nem desfilou; e a Colorado, que não se tendo apresentado no ano passado, voltou agora, no melancólico terceiro grupo, na noite de terça-feira, com enredo "Voltei Para Ficar" - ao lado da Unidos de Colombo - única Escola de Samba da Região Metropolitana - e a Leão de Ouro.

Almir, Eliane, Zeca, Pérola... (é a nova geração de vigor)

Há oito anos, Beth Carvalho já havia percebido que nem só de Cartola, Nelson Cavaquinho e outros eternos compositores populares poderia sobreviver artisticamente com elepês de primeira categoria. E assim, junto ao Cacique de Ramos descobriu coisas como o banjo de Almir Guineto, e repique de Ubirany e o tam-tam do Sereno e do Mauro, estes últimos de percussão tocados com a mão ao invés de baquetas.

Albino Pinheiro, um carioca 100%

Para muitos, ele não é apenas a imagem do carioca perfeito. É a própria griffe do Carnaval, da alegria, da animação e das festas populares. Sobrinho de um dos grandes compositores brasileiros - Custódio Mesquita, advogado, ator bissexto (apareceu, entre outros filmes em "Lucia McCartney" e agora será produtor-ator de um filme sobre Natal da Portela, que Paulo César Sarraceni começa a rodar nesta semana), a classificação que melhor se ajusta a Albino Pinheiro é a de "Agitador Cultural".

No campo de batalha

Enquanto nem o Sindicato dos Radialistas, nem as emissoras de Curitiba nas quais Azor Silva deu sua grande contribuição profissional, lembraram-se até agora de homenageá-lo, uma modesta Escola de Samba - a Zebra no Batuk - criou o troféu Azor Silva, entregue na noite de sexta-feira, 6, ao autor do vencedor do samba-de-enredo com o qual a Escola sairá este ano. Azor Silva morreu no dia 12 de janeiro último. xxx

Natal carnavalesco sai da lenda para chegar à tela

Desde ontem, além das câmeras de televisão e vídeo-teipe também modernas unidades de 35mm estão documentado o Carnaval carioca, especialmente cenas do desfile das grandes Escolas (que hoje a noite têm sua disputa na Passarela do Samba). Mais uma vez, cineastas que se voltam a temática carnavalesca aproveitam o maior espetáculo popular do mundo para rodar ao vivo, com milhares de figurantes, seqüências que, em termos de produção montada seriam impossíveis de ser feitas.
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