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Ramos Tinhorão

Quinteto Violado regravou "Missa do Vaqueiro" em CD

Em todos os terceiros domingos de julho, realiza-se, desde 1970, em um local ao ar livre do município de Serrita, a 553km de Recife, a Missa do Vaqueiro. É uma missa nordestina a que a população das redondezas, vaqueiros encourados à frente, comparece para um ato de fé - transformado a partir de 1976 em lazer e festa, hoje incluído nos roteiros turísticos - desde à noite de sexta-feira anterior a missa a fim de cultuar a memória do vaqueiro Raimundo Jacó, primo do grande Luiz Gonzaga, assassinado naquele local a 8 de julho de 1954.

O canto forte das mulheres do rock: Joan, Leila, Etta

Se um entre 20 (ou mesmo 30) discos de pop é capaz de emplacar vendas acima das 10 mil cópias, repetindo no Brasil o sucesso que alcançou em seu país de origem, o investimento compensou. Isto explica a quantidade de gravações pop, com grupos, solistas e intérpretes absolutamente desconhecidos que, mensalmente, as multinacionais colocam nas lojas, dando aos mesmos uma divulgação generosa - infelizmente muitas vezes recusada aos artistas nacionais. Sem tomar atitudes xenófobas, ao estilo do bom amigo J.

A lambada na tela para o subdesenvolvido consumir

É lamentável que J. Ramos Tinhorão, o mais contundente dos sociólogos-críticos-pesquisadores de nossa cultura (dita) popular, não esteja com sua metralhadora giratória na imprensa nacional. Afinal, Tinhorão (José Ramos), 62 anos, a partir de 1951 na imprensa, sempre se caracterizou pela defesa intransigente do que entende por valores brasileiros - é um crítico feroz de modismos, marketings e jogadas internacionais disfarçadas como cultura. Nem a Bossa Nova escapou de seu olhar crítico, pois a partir de "O Samba Agora Vai...

Música Brasileira está em alta em Nova Iorque

O I Festival de Música Instrumental Brasileira no Town Hall, em Nova Iorque (dias 10 e 11 de março), com patrocínio do Bamerindus, representa uma espécie de consagração de uma bem sucedida invasão sonora que a nossa MPB está fazendo nos EUA - via Big Apple/Los Angeles.

A mostra do choro

Pela segunda vez, Saidail Cesar de Oliveira, um apaixonado por nossa melhor MPB, provou que há um público interessadíssimo em choro. Durante três noites, o auditório do Sesc/Portão, esteve lotado por gente interessada em ouvir os nossos (poucos) músicos que se dedicam a preservar o choro. xxx No ano passado, J. Ramos Tinhorão e o acordeonista e maestro Orlando Silveira ali estiveram. Este ano, a programação inclui projeção dos documentários "Pixinguinha", "Chorinhos e Chorões" e "Tocando na Alemanha", mostrando em imagens históricas um pouco do choro no Brasil.

Ganhou continuidade pioneirismo de Alceu

O trabalho pioneiro de um paranaense está fazendo escola: acaba de ser publicada a "Bibliografia da Música Brasileira - 1977/1984" (Serviço de Biblioteca e Documentação da Escola de Comunicação e Artes/ Universidade de São Paulo, 275 páginas).

No campo de batalha

Uma semana de homens de opiniões, radicais mesmo em suas posições. Que começa com a palestra de J. Ramos Tinhorão sobre Choro, hoje no SESC-Portão. Na Livraria Curitiba (Rua Presidente Faria, 175), no dia 28, ao entardecer, o mais radical dos defensores da negritude no Brasil, Abdias do Nascimento, autografa o seu novo livro: "O Negro Revoltado" (Nova Fronteira). xxx

No campo de batalha

Como os pesquisadores Marília Barbosa e Arthur L. Oliveira não puderam vir a Curitiba, na semana passada, participar da I Mostra do Choro, promovida pelo SESC-Portão, a conferência que eles fariam aconteceu com um substituto à altura: o acordeonista, compositor e maestro Orlando Silveira, 72 anos, que acabou ampliando sua participação: na quinta-feira, 27, valorizou o debate sobre o choro & o seu espaço cultural e, no encerramento da promoção, sexta-feira, integrou-se ao Grupo Época de Ouro. xxx

Quem tem medo do Tinhorão?

Quem tem medo de J. Ramos Tinhorão? Parodiando o título da mais famosa peça do norte-americano Edward Albee, esta pergunta já encimou muitas apresentações daquele que é, sem dúvida, o mais polêmico, odiado, mas também admirado por muitos dos jornalistas que se dedicam à música popular brasileira.

Um Brasil musical de todos os cantos

Se ao longo dos 11 painéis nos quais, muitas vezes de forma pessimista, pesquisadores e estudiosos da cultura popular como o polêmico J. Ramos Tinhorão, o carioca Ary Vasconcelos, o produtor Pelão (João Carlos Botezelli), o animador cultural (e poeta) Hermínio Bello de Carvalho, o pesquisador potiguar Grácio Barbalho, o modinheiro e pesquisador Paulo Tapajós - entre outros -, mostravam a preocupação pela descaracterização da linguagem musical, por outro lado, houve momentos de otimização e de que nem tudo está perdido.
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