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Martin Ritt

Medo de Amar (I)

"e eu sinto o corpo mole e eu faleço quando você me bole e bole e mexe e mexe e me bate na cara, e em dobra os joelhos e me vira a cabeça mas eu não sei se quero ou se não quero esse insensato amor que eu desconheço e que nem sei se é falso ou se é sincero que me despe e me vira pelo avesso "(Suely costa, "Medo de Amar Nº 2", 1978) Personagens comuns, uma história como tantas outras, ambientes despojados e até um happy end. Com tantos elementos convencionais e que pode fazer de um filme como "Frankie & Johnny" (cine Lido I, 5 sessões) uma pequena obra prima?

Medo de Amar (II)

"Não eu não sei se gosto ou se não gosto de sentir o que sinto e o que me atormenta e eu confesso que tremo desse sentimento que de repente chega e que me ataca e assim me faz perder-me e nem saber se esses carinhos são suaves ou velozes se o que escuto é o silêncio ou se ouço vozes" (Suely Costa/Tite de Lemos, "Medo de amar nº2", 1978)

Quando Hollywood sofreu com o histerismo da "Caça às Bruxas"

Hollywood Cada manhã, para ganhar o meu pão Vou ao mercado onde compram mentiras. Cheio de esperanças Entro na fila dos vendedores (Bertold Brecht, 1898-1956) xxx Qual a atualidade que um filme abordando fatos ocorridos há quase 50 anos pode ter neste final de milênio? Teria sido aquilo que se chama de Macarthismo mais cruel do que as perseguições sofridas por décadas por intelectuais, artistas e opositores do governo soviético?

No campo de batalha

Enganos de digitação e montagem do jornalismo diário já são vistos normalmente pelos leitores, mas falhas maiores modificam, muitas vezes, o sentido do texto. Portanto, algumas correções aos nosso comentários de domingo em relação ao (excelente) "Condenado por Suspeita" (cine Ritz) na edição de domingo.

Cinema em alta com "Culpado por Suspeita"

Anunciado para a semana passada - mas cancelado na última hora para que "Barton Fink - Delírios de Hollywood" tivesse, merecidamente, mais uma semana, finalmente "Culpado por Suspeita" estréia hoje no cine Ritz. Seu lançamento se constitui num fato importante, já que, de certa forma, inclui-se no clima do "cinema por dentro" que os irmãos Cohen já haviam colocado no premiado (Palma de Ouro, Cannes 91) "Barton Fink".

Sexo e drogas entre as sete boas estréias

Sete estréias numa mesma semana - das quais pelo menos três dignas de verificação - trazem novamente aquela velha reclamação dos cinéfilos que não podem se "dedicar" em tempo integral aos filmes em exibição - que, muitas vezes, nem chegam a segunda semana.

Quem disse o quê!

Entre mais de 2.000 frases que Tony Crawley reuniu em seu "Chambers Film Quotes", torna-se difícil selecionar apenas algumas para ilustrar melhor o que traz este original livro recém lançado na Inglaterra. Entretanto, com a rápida ajuda de um cinéfilo e professor, Simon Bagna Júnior, da Phil Young's English School, 28 anos, também apaixonado por tudo que se refere ao cinema, eis algumas das jóias garimpadas no "Chambers Film Quotes". "Perdi minha virgindade pela minha carreira". (Madonna, "Film Yearbook", 1989). xxx

Uma visão corajosa de Brooklyn nos anos 50

Lançado obscuramente, apenas como complemento noturno da programação infantil do Cine Astor (o desenho animado "Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus", 14/16/18 horas), um dos mais interessantes filmes do ano sairá de cartaz amanhã visto por menos de 500 espectadores: "Noites Quentes no Brooklyn". O título - seguindo mais o menos o original, "Last Exit to Brooklyn" - afasta o público refinado, imaginando tratar-se apenas de um filme policial, com muita violência no mais assustador dos bairros novaiorquinos.

O filme inédito de Martin Ritt

Falecido no final do ano passado, Martin Ritt foi uma das grandes perdas do cinema. Ao longo de 34 anos e desde sua estréia no maravilhoso "Um Homem tem Três Metros de Altura" (Edge of City, 1956) - o filme que consolidaria as carreiras dos então jovens John Cassavets (1929-1989) e Sidney Potier - Ritt desenvolveu uma filmografia séria e profunda.

Aqueles velhos negros americanos cantando bem a dor de cotovelo!

Quando na presidência da WEA brasileira, André Midani - agora vice-presidente mundial da Warner Records, em Nova Iorque - preocupou-se em lançar uma série de álbuns de blues, agrupados em coleções. A coleção "The Legacy of the Blues", teve seqüência há quase um ano com os volumes 4, 5 e 6, que trouxeram registros notáveis de três figuras históricas:
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