Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS CIC

CIC

Uma nova versão para a ópera de Weill e Brecht

Da imensa, política e consciente obra de Bertold Brecht (1898-1956), sem dúvida a mais conhecida é "A Ópera dos 3 Tostões" (escrita em 1928, inspirada em "A Ópera do Mendigo", do inglês John Gay. Independente dos méritos de dramaturgo de Brecht, contribuiu para fazer desta "Ópera" um standard internacionalmente montado - e com inúmeras adaptações e derivações (inclusive "A Ópera do Malandro", de Chico Buarque de Holanda), a perfeita parceria com Kurt Weill (1900-1950), que criou as canções que sua esposa, Lotte Lenya imortalizaria.

Columbia desperdiça três bons filmes do ano em festival secreto

Baseados em fatos reais - o assassinato do Padre Popieluszko, em 17 de outubro de 1984, devido a violenta repressão ao movimento do Sindicato Solidariedade, torna "Complô conta a liberdade, da cineasta polonesa Agnieszka Holland, exilada na França, daqueles filmes-documentos de visão obrigatória. Afinal, até agora, pouquíssimos filmes abordando as lutas sociais-trabalhistas na Polônia na primeira metade dos anos 80 foram realizados - e com exceção de "O homem de mármore"(1976) e, especialmente "O homem de ferro" (1981), de Andrzej Wajda, nenhum deles chegou ao Brasil.

Para concorrer com Gramado, Canela terá mostra de vídeo

Durante estes últimos anos a comissão organizadora do Festival de Gramado tem resistido a abertura em relação ao vídeo. Embora já tenham sido feitas algumas concessões - como uma feira aberta a distribuidoras e produtos afins que ocupou, há três anos, um grande espaço no hall de convenções do Hotel Serrano, a área de cinema sempre foi tão forte, atraindo em si tanta gente - artistas, jornalistas, produtores etc.

Videonotas

Embora tenha reduzido seu material promocional, a CIC Vídeo é uma das poucas distribuidoras que realiza um bom trabalho de relações públicas, oferecendo fitas para serem vistas, antecipadamente, pelas locadoras e alguns jornalistas. Afinal, oferece material confiável, de qualidade, podendo assim mostrar o que produz, sem receio de impor gato por lebre. Em compensação, outras distribuidoras continuam vendendo fitas de péssima qualidade.

O "Robocop" ganhou também na guerra das bilheterias

Fazia tempo que não acontecia: filas enormes diante do Cine Plaza, serpenteando a Praça Osório. Em apenas cinco dias, mais de 13.000 espectadores lotaram praticamente todas as sessões e mesmo com ingressos a Cr$ 200,00, no fim de semana não sobrou uma única poltrona vaga. Inferior a primeira parte, confuso inclusive em seu roteiro - mas com um recorde de 250 mortes nos 100 minutos de duração, "Robocop - O Policial do Futuro - II Parte", reúne condições para figurar nos primeiros lugares das maiores bilheterias do ano.

Graças a Lucas, filmes que não chegariam ao circuitão

Enquanto as majors - CIC, MGM, Warner, Columbia, etc. - concentram suas atrações em filmes consagrados, produções que, quando de seus lançamentos nos circuitos de 35mm ganharam grande promoção - e têm assim, um recall junto à faixa acima dos 30 anos - e uma natural curiosidade aos que não assistiram na época, algumas distribuidoras têm, salutarmente, se voltado para produções independentes, que não chegariam ao Brasil no circuitão. São produções modestas, que mesmo em seus países de origem não obtiveram a repercussão - mas que nem por isto devem deixar de interessar a quem gosta de cinema.

No campo de batalha

Lúcia Murat, diretora de "Que bom te ver viva" - que ao lado de "Minas Texas", de Carlos Prates (mas que usa o pseudônimo de Charles Stone neste filme) defende as cores-verde-amarelas na competição, só chegou sexta-feira, mas a tempo para a sessão da noite, em que o seu filme foi projetado - após os candidatos da Espanha ("Le Luna Negra", de Imanol Uribe) e Hungria ("Mr. Universe", de Georg Szomjas). A atriz Irene Ravache só virá amanhã: é que ela está fazendo a peça "Uma Relação tão Delicada", de Lecleh Belom, com casa lotada, todas as noites, no Teatro São Luiz, em São Paulo.

Dia 5, Indiana Jones chega agora em vídeo

Quem exibiu, faturou. Quem não exibiu, pode tirar o cavalinho da chuva: "Indiana Jones e a Última Cruzada" tem seu lançamento mundial em vídeo no dia 5 de fevereiro e dentro do marketing mundial que a CIC Vídeo programou para obter nesta nova faixa ao menos 70% dos lucros do que o filme já rendeu, no mesmo dia as primeiras cópias estarão chegando nas principais locadoras do Brasil.
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br