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Francisco Alves dos Santos

Os curtas e médias que não chegam aos cinemas

Como Francisco Alves dos Santos e Geraldo Pioli, do setor de cinema da Fucucu, estiveram em Gramado, assistindo o festival, é de se esperar que já tenham agilizada a inclusão de Curitiba no roteiro das salas especiais em que serão exibidos os curtas e médias, em 16 e 35mm, que ali foram levados. Nos próximos dias, no Cine Clube Estação Botafogo (Rio de Janeiro) e no Museu de Imagem e do Som (São Paulo) os interessantes filmes, nestas metragens, poderão ser vistos pelos interessados. Complementa-se assim, ao menos para os cinéfilos cariocas e paulistas (e Curitiba, como fica?

Estudantes de Direito inauguram cineclube

Inaugura hoje, às 20 horas, no salão nobre da Faculdade de Direito de Curitiba, com o apoio das secretarias de Cultura do Paraná e de Curitiba, o Cineclube Sylvio Back.

É fogo o desperdício de um material sério

Era a grande esperança em torno de "Deus é um Fogo" (Cine Groff, até amanhã, 5 sessões). Afinal o diretor Geraldo Sarno apesar de uma carreira bissexta, teve boa experiência na área do documentário e fez uma digna transposição à tela do empresário nacionalista Delmiro Gouveia, assassinado em 1919 por grupos multinacionais que viam com preocupação sua ação em favor da industrialização independente no Nordeste.

Os filmes de Babenco e Andrei, com retrospectiva brasileira

Inesperadamente, um dos 10 melhores filmes do do ano estreou na cidade: "Ironweed", de Hector Babenco - até agora só lançado em São Paulo e que há exatamente uma semana, teve uma mostra hors-concours, no cine Art Copacabana, durante o V Fest Rio.

Em sua data, o filme sobre N. S. Aparecida

Para coincidir com a data em que o Brasil reverencia sua padroeira, N. S. Aparecida (12 de outubro), o ex-seminarista e hoje programador dos cinemas da Fucucu, Francisco Alves dos Santos, interrompe a carreira de "Setembro" (1988, de Woody Allen) e lança hoje (Cine Luz, 5 sessões) "O Milagre das Águas".

Uma Jornada com múltiplas opções

Da modesta I Jornada Baiana de curta-Metragem, que Guido Araújo idealizou "como uma tentativa de restituir ao cinema da Bahia a vitalidade que este havia possuído durante a década de 60" - realizada entre 13 e 16 de janeiro de 1972, com apenas seis filmes (super 8 /16mm) inscritos, a esta XVII Jornada de Cinema da Bahia - acoplada ao IV Concurso de Filme e Vídeo Latino-Americano, a produção cresceu e se consolidou.

Também assim não há público que resista

Quarta-feira, 21, 19h45. Na portaria do edifício-sede da Caixa Econômica Federal (entrada rua José Loureiro), chegam dois casais que haviam programado assistir, no auditório do 15o. andar, a projeção dos 10 vídeos sobre artes plásticas na promoção denominada Rio Arte Vídeo. Apresentada como uma realização conjunta da Secretaria de Estado da Culutra/ Coordenadoria dos Museus/ Caixa Econômica Federal (conjunto cultural), e que havia merecido um sofisticado poster (como, aliás, sempre acontece nos eventos desta pasta) e anunciava o início para aquela ocasião.

No Groff, os filmes premiados na Jornada

Mantendo uma tradição, Francisco Alves dos Santos, coordenador de programação da Fucucu - e membro da comissão nacional da Jornada Internacional de Cinema da Bahia, sempre promove, poucas semanas após aquele evento, a exibição dos premiados em cada Jornada. Este ano, trouxe onze filmes premiados - nove curtas e dois longas já que, pela primeira vez, a Jornada aceitou, na competição, filmes de longa-metragem.

Imagens do Inconsciente para visão e reflexões

"A finalidade não é a obtenção do prazer estético que é o objetivo final da arte cinematográfica. Esse filme pretende ser educativo, servir de base a uma discussão embora não exclua o campo da estética". (Leon Hirzmann, em 1986, a propósito de "Imagens do Inconsciente"). xxx
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