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Valêncio Xavier

Uma viagem ao país dos colecionadores

Valêncio Xavier, múltiplo em suas agitações culturais - escritor, tv-man, pesquisador, cinéfilo, etc. - tem um orgulho especial: até hoje, ao que se saiba, foi o único intelectual identificado a se voltar para pesquisar e escrever a respeito da importância das estampas e figurinhas que, por décadas, eram utilizadas como apelo comercial em diversos produtos - cigarros, sabonetes, doces, charutos, etc.

Filme catástrofe na cultura curitibana

No explosivo ano de 1968, quando Paris estava em chamas pelos protestos populares, a injusta demissão do homem que havia salvado o patrimônio cinematográfico da Europa, o conservador da "Cinematheque Française", Henri Langlois (Esmirna, Turquia, 1914 - Paris, 1977) colocou mais lenha na fogueira.

No campo de batalha

Afinal, uma boa programação artística anunciada para o distante auditório Antônio Carlos Kraide, no Cento Cultural do Portão: o violinista-cantor-compositor Maurício Tapajós, que ali estará nos dias 11 e 12 de maio. Na semana passada, Maurício fez shows no "Vou Vivendo", em São Paulo, e também uma temporada no bar "Twenty One", no Hotel Sheraton, Rio de Janeiro, apresentando inclusive, novas músicas como "Voz União", parceria com Paulinho Pinheiro. xxx

O velho hotel da Estação renasce com toda a emoção

Embora nunca tenha morado no hotel, Elisabete lembra-se de seus tempos de menina - ela que nasceu em 9 de dezembro de 1946 - que visitando os tios João e Paulina, que permaneceram numa parte do prédio até falecerem, contaram estórias dos tempos iluminados do estabelecimento.

O bom "cult" que os cinéfilos perderam

Pouquíssimos cinéfilos da cidade souberam assistir uma obra de um dos mais respeitados cineastas contemporâneos - "Vícios e Prazeres", do húngaro Miklos Jancso, que confundida na programação pornô-violenta do Cine Palace Itália, não despertou maior curiosidade. Quem foi - como Valêncio Xavier, o atento diretor do Museu da Imagem e do Som - extasiou-se com um filme belíssimo, cortante e cruel em sua crítica ao poder, que com imagens coloridas e uma trilha sonora muito bem escolhida, envolve o espectador.

A arte de chefiar (em boa paz) um gabinete

O dia em que alguém tiver a iluminada idéia de escrever um bem humorado livro sobre a burocracia oficial, a figura do chefe de gabinete dos donos do poder poderá merecer um dos melhores capítulos. Afinal, em qualquer órgão de administração pública, esta função é fundamental para o êxito do titular do cargo - pois desde os menores problemas administrativos até as mais delicadas questões políticas exigem uma pessoa com jogo de cintura para aparar arestas, acalmar ânimos, entender explosões do "Chefe" e contornar solicitações das mais absurdas.

O MIS preservará imagens do Iguaçu

Antes de passar a direção do Museu da Imagem e do Som para sua sucessora, a jornalista Marisa Vilela, o múltiplo Valêncio Xavier conquistou mais um notável acervo para esta instituição que, graças a sua administração, deixou de justificar a adjetivação cunhada ironicamente pelo pintor e humorista Fernando Velloso: "Museu da Imaginação".

Jornadas da Bahia, a mostra do cinema real

O governador eleito da Bahia, Antônio Carlos Magalhães - que pela terceira vez volta ao poder em seu Estado - tem uma chance de mostrar que os grandes eventos culturais devem ser prestigiados. Para tanto basta dar ao Guido Araújo condições de reativar as Jornadas de cinema de Salvador, interrompidas em sua 17ª edição, há dois anos, pela falta de apoio oficial.

No campo de batalha

Um dos mais ecléticos tecladistas do Paraná, Lalo, retornou há meses da Bélgica - onde morou por 5 anos, e hoje é dono do restaurante Luganos, associado aos seus filhos Maria Luísa e Ladislau, que ali instalaram um moderno sistema de fone-pizza. Os garotos, aliás, estagiaram em restaurantes na Itália buscando receitas exclusivas. xxx

Agora em LPs os sons do X Festival de Londrina

Em julho de 1990, quando da realização do 10º Festival de Música de Londrina, a professora e pianista Cloris de Souza Ferreira, uma das executivas do evento, estava preocupada pela impossibilidade financeira dos belos concertos que estavam acontecendo serem registrados num disco. A verba do Festival não permitia qualquer produção e a única opção seria conseguir o patrocínio da iniciativa privada. Sabendo que a alta direção da Firestone estaria reunida no salão de convenções do Hotel Bourbon, Cloris solicitou ao hoteleiro Roberto Vezozo que a apresentasse aos executivos da multinacional.
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