Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS René Ariel Dotti

René Ariel Dotti

Rebelião da equipe não interromperá "Nicolau"

Mais ampla que a crise provocada pela rebeldia da equipe que produzia o jornal "Nicolau" em não aceitar a criação de um conselho editorial designado pelo secretário René Ariel Dotti, levanta-se uma questão: até que ponto deve o Estado assumir a produção de publicações regulares voltadas exclusivamente à cultura?

René conta porque criou o Conselho

Datada de 26 de setembro, o secretário René Dotti, da Cultura, nos encaminhou a seguinte carta, esclarecendo questões relacionadas a publicação "Nicolau": "Prezado amigo Aramis: Conforme você já noticiou, a partir do mês de setembro, inclusive, o "Nicolau" passa a ser publicado sob a orientação de um Conselho Editorial integrado por profissionais de comprovada qualificação técnica e notável sensibilidade cultural.

Agora, enfim, a cultura popular

O Conselho Editorial do jornal "Nicolau" foi criado pelo secretário René Dotti, através da resolução nº 90/89, de 1º de setembro de 1989, publicada no "Diário Oficial do Estado" em 12/09/89, conforme aqui publicamos.

No campo de batalha

Históricas armas que estavam no Museu do Expedicionário foram furtadas e para esclarecer os fatos, a sra. Carmen Lúcia Rigoni, coordenadora e responsável pelo acervo daquele museu, pediu ao secretário René Dotti, que instituísse uma comissão de sindicância para tentar identificar os responsáveis. A comissão é formada pelo rigoroso Danilo Lorusso, diretor geral da Secretaria; Karla Petrelli, assessora jurídica e a própria Carmen Lúcia Rigoni. xxx

No campo de batalha

Uma correção ao texto de ontem sobre a professora Denise Correa Araújo, que retornou na sexta-feira ao Arizona, em cuja universidade trabalha em tese de mestrado sobre o cineasta Woody Allen. O seu primeiro marido foi o médico Eurípedes Ferreira, professor hematologista e imunologista, professor da Universidade Federal do Paraná e pai de seus dois filhos, Rodrigo e Adriano. Seu segundo marido - que a acompanha nos Estados Unidos - é o economista Hamilton Lobo Filho, funcionário (licenciado) do IBGE. xxx

A volta do TCP para salvar nosso teatro

Constantino Viaro, superintendente da Fundação Teatro Guaíra, convenceu finalmente seu amigo René Dotti de que em 1989 deve ser o ano para valorizar o teatro no Paraná. Nestes dois primeiros anos, Viaro teve que colocar a casa em ordem - que assumiu no vermelho e em precaríssimas condições. Hoje, com saldo em banco, quadro de funcionários enxugado, importantes obras físicas em fase de conclusão - e, principalmente com maior liberdade de programação, Viaro parte para projetos maiores.

Carlão, o nome para a diretoria do Guaíra

Embora ainda não tenha chegado oficialmente, às mãos do governador Álvaro Dias - e por uma questão de elegância, o secretário da Administração, o eficiente e atencioso deputado Mário Pereira, não queira provocar a discussão do assunto, a eliminação de alguns cargos que, na política está provado que são perfeitamente suprimíveis, está tendo boa acolhida junto a assessores do primeiro escalão do governo, que se preocupam com o enxugamento racional da máquina estatal.

No campo de batalha

Hermano Penna, 44 anos, diretor de "Fronteira das Almas" (Cine Ritz, a partir de hoje) já concluiu o primeiro tratamento no roteiro de seu próximo filme - "Arremate dos Males". Explica: "será um filme sobre a cultura popular, focando um grupo de artistas numa pequena cidade do Interior". As filmagens serão possivelmente em algum ponto da Amazônia - cenário que fascina Penna ("Fronteira..." foi rodado em Rondônia, há três anos). ***

Sérgio Ricardo, agora pintor, quer mostrar suas telas aqui

Sérgio Ricardo esteve no início da semana em Curitiba. Veio não apenas para assinar o contrato de autorização para que o Ballet Guaíra apresente "Flicts", com sua música (temporada de 4 a 9 de outubro), mas aproveitou para fazer contatos também numa nova área: a de artes plásticas. É que há alguns anos o autor de "Zelão" vem se dedicando a criar esculturas, óleos e desenhos - que, finalmente, agora decidiu mostrá-las de forma mais profissional.

As queixas de um ator que fez até um teatro

Embora não seja homem de carregar mágoas, José Maria Santos lamenta um fato: o pouquíssimo aproveitamento que os artistas paranaenses têm por parte das agências de publicidade. Especialmente em relação a propaganda oficial, acredita que poderia haver a maior presença dos nossos artistas. - "Forma-se aquele círculo vicioso: são prestigiados artistas globais, do momento, porque são conhecidos. Mas como nossos artistas nunca aparecem - ou raramente são chamados - continuam a ser desconhecidos".
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br