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Ennio Marques Ferreira

Artigo em 13.06.1992

Ex-músico, hoje requisitado kabalista, Sant`Anna, uniu-se ao professor José Loures Ribeiro, do Mistical Centter do Brasil, para desenvolver uma série de cursos sobre "O Homem e o Universo", a partir do dia 11 de julho. A renda obtida será destinada aos moradores da cidade de Rio Negro atingida pelas enchentes. Informações sobre o curso - que terá a participação do sensitivo José Enrique Vasques Saldiva, do Centro Internacional de Diagnoses e Terapias Alternativas, poderão ser obtidas pelos fones 263-2090 ou 247-6751, com Ribeiro. xxx

Maria Amélia, nova diretora para o MAC

Finalmente, após um mês sem direção - desde quando a Sra. Nadyege Almeida pediu demissão do cargo - o Museu de Arte Contemporânea tem, desde a última sexta-feira, novo comando: Maria Amélia Jujender, com um bom currículo na área de animação cultural. Residiu por 14 anos na Alemanha - período em que fez vários cursos nas áreas musicais e de artes plásticas, presidiu a Pró-Música entre 1986/88 - período em que a instituição teve intensas atividades - e desde o início do governo Roberto Requião vinha coordenando a área cultural do Banestado.

Em uma centena de boletins, um pouco das memórias de Curitiba

Quando, em julho de 1974, então dividindo com o advogado Constantino Viaro e o arquiteto Alfredo Willer a direção da recém implantada Fundação Cultural de Curitiba, tivemos a idéia de criar uma publicação ágil, econômica e que pudesse divulgar diferentes textos ligados a Curitiba, Valêncio Xavier, homem de TV e pesquisador, que havia sido convidado para nos assessorar (*), trouxe uma idéia das mais oportunas: "Várias gerações de curitibanos colecionaram as figuras das Balas Zequinha mas nunca ninguém se preocupou em pesquisar quem criou o personagem, como ele surgiu".

Nas imagens de "Michaud", a busca do paraíso ecológico

A raquítica filmografia sobre as artes plásticas no Paraná ganhou uma excelente contribuição graças ao talento de um cineasta paulista, Roberto H. D'Ávila: "Michaud", curta de 10 minutos, 16mm, rodado no Litoral faz com que um dos mais sensíveis pintores de paisagem paranaense seja praticamente redescoberto.

Juarez, o anfitrião de Requião em Paris

O próspero marchand-de-tablaux e arquiteto Waldir Assis telefonou para o seu amigo Juarez Machado, em Paris, na semana passada e surpreendeu-se com uma voz diferente, atendendo ao telefone: - "Monsieur Juarez Machado não está. Quem fala é o mordomo".

Quando a vanguarda virou a mesa do salão acadêmico

Em sincero e inteligente depoimento gravado para o projeto Memória Histórica do Paraná, o pintor Fernando Velloso, aproximando-se dos 60 anos - a serem devidamente comemorados com uma série de eventos em 9 de agosto - mas com a juventude que sempre o caracterizou - fez uma análise das artes plásticas no Paraná nas últimas quatro décadas que acompanhou - e participou - muito de perto.

De Bonna ganha o álbum que sua arte merecia

Se a vida editorial no Paraná continua ainda fraca, longe da pujança de um Rio Grande do Sul, por exemplo - algumas luzes se acenderam no túnel cultural. Por exemplo, a editora Scientia et Labor, da Universidade Federal do Paraná, transformou-se de sonho em realidade - conforme registramos em outro texto desta mesma coluna. E na área de livros de arte, temos algumas publicações dignificantes, sem contar que desde que a Casa de Idéias encontre apoio, o talento do Mirandinha ajudará a fazer com que publicações do mais alto nível ganhem forma neste ano.

No campo de batalha

Uma prova da popularidade de Dercy Gonçalves. Aos 82 anos, esbanjando jovialidade e irreverência, a veteraníssima atriz lotou por duas noites o grande auditório do Guaíra, para alegria do empresário Vanderlei Rodrigues, que promoveu esta temporada da atriz "Uma Certa Lucrécia" (um dos muitos filmes por ela estrelado). xxx

Guizzo, adeus!

Há 25 anos que ele não mora mais aqui. Mas pela constante vida cultural, incansável batalhador pelas causas da música, cinema e literatura e os contatos que sempre soube manter entre os amigos e colegas que aqui fez entre 1959/64 - quando estudou Direito na Universidade Federal, era sempre uma presença constante: José Octávio Guizzo.

A arte maior nas belas telas coloridas de Teca

Quadro a quadro, dia a dia, exposição após exposição, Estela Sandrini vem construindo uma carreira sólida honesta a que a inclui entre nossas mais importantes artistas plásticas. Numa cidade a cuja generosidade (ingenuidade?) da imprensa e círculos (dito) intelectualizados, vendem-se alhos por bugalhos e o amador de ontem é o profissional (sic) badalado nas colunas e vernissages de hoje, artistas como Teca - forma afetuosa com que seus (muitos) amigos a chamam - é uma artista que merece especial atenção.
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