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Festival do Cinema Brasileiro de Brasília

Na telinha paralela, se mostrou até o filme que não foi concluído

Apesar dos festivais de Brasília e Gramado evitarem, nos últimos anos, a expansão também para o vídeo - considerando que o boom nesta tecnologia é tão intenso que justifica eventos específicos - torna-se impossível, atualmente, ignorar a telinha como forma ao menos informativa para realizadores que optando pelo vídeo apresentam trabalhos dos mais importantes. Ao menos informalmente, tanto em Gramado como em Brasília, as últimas edições dos festivais já abriram salas para que as realizações em vídeo, com cópias em VHS, possam serem vistas.

60 anos depois "Limite" na abertura do Festival

Brasília - Sessenta anos depois de sua primeira exibição - ocorrida no dia 4 de maio de 1931, no cinema Capitólio, na Cinelândia carioca, o filme-mito do cinema brasileiro - "Limite", de Mário Peixoto, abre hoje à noite, em sessão de gala na sala Villa Lobos do teatro Nacional a 24a. edição do mais antigo festival de cinema brasileiro.

Brasília, a capital da esperança para o cinema brasileiro renascer

Na noite de 9 de julho, quando o cineasta Rogério Sganzerla, 45 anos, subiu ao palco do Cine Brasília, para receber um retrato emoldurado com a imagem de José Mojica Marinz ("Zé do Caixão") defronte o túmulo de Carmen Miranda - oferta de seu amigo Ivan Cardoso, em nome da Associação Brasileira de Cineastas, como prêmio pelo seu média-metragem "Assim é Noel", houve a única manifestação político-cinematográfica da noite - excluída às vaias dadas a Neville de Almeida (e a atriz Claudia Raia) por sua premiação como melhor diretor ("Matou a família e foi ao cinema").

Festival iniciou com múltiplas atividades

Brasília - Instalado de forma solene e original na noite de ontem, com uma exibição de um filme-mito de cinematografia brasileira - "Limite", realização única de Mário Peixoto, 81 anos, em 1931 - em sessão com a participação de Sinfônica regida pelo maestro Silvio Barbato - o 24o.

Em Brasília, a discussão de pólos cinematográficos

Brasília - Tão importante quanto o fato de contrariando as mais pessimistas previsões estar sendo realizado um festival de cinema brasileiro que teve inscritos quase 50 filmes - entre longas, médias e curtas - concluídos nos últimos meses com todas as dificuldades - é a preocupação da Fundação Cultural do Distrito Federal em fazer desta oportunidade do encontro da categoria cinematográfica - dispersa e [desmotivada] desde março do ano passado - num [fórum] em que se possa discutir, na real, os (des) caminhos do cinema brasileiro - e as (poucas) veredas para que se consiga a recuperação d

Noel Rosa hoje na tela de Brasília

A programação competitiva deste 24o. Festival de Brasília prevê para hoje, quinta feira, um dos projetos mais carinhosos desenvolvidos pelo cineasta catarinense (radicado no Rio) Rogério Sganzerla: "Isto é Noel Rosa". Vanguardista e polêmico cineasta que surgiria há 23 anos com um demolidor longametragem - até hoje considerado um clássico do cinema brasileiro - "O Bandido da Luz Vermelha", Sganzerla, 45 anos, tem muitas ligações musicais - sendo, por exemplo, um dos raros amigos que João Gilberto convoca para fotografar e filmar suas gravações.

Alerta nuclear, um cinema de utilidade

Filmes como "Chuva Negra - A Coragem de uma Raça" - na abordagem que faz sobre a maior tragédia de todos os tempos (a destruição de duas cidades e milhares de pessoas com a bomba atômica) mais do que nunca devem ser vistos e discutidos. A corrida nuclear a partir de 1945 - e que somente ampliou-se neste meio século de insanidade - tem merecido algumas reflexões profundas e importantes, embora, por sua própria dimensão, tudo que se faça para chamar atenção em torno da questão seja pouco.

"Césio 137", um documento-drama da tragédia nuclear em Goiânia

Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia" vale por mil discursos. Ao se propor a reconstituir a tragédia que abalou o Brasil - com repercussões internacionais - ocorrida há exatamente três anos, o cineasta baiano Roberto Pires se ateve a uma exata reconstituição de como os fatos se sucederam. A idéia inicial de utilizar como roteiro base o livro do jornalista ecológico Fernando Gabeira, foi abandonada pelo fato de que os personagens reais da tragédia não aceitaram certas liberdades tomadas pelo autor de "O que É Isto, Companheiro?

"Cine Haikai", com Leminski-ator, concorre em Brasília

Dentro de três semanas, no 23º Festival do Cinema Brasileiro de Brasília (10 a 16 de outubro) mais uma vez o Paraná estará ausente. Nenhum dos 12 curtas-metragens, categoria 35mm, saiu de nosso Estado, confirmando a nossa pobreza cinematográfica (em Gramado, julho último, só "Vamos Juntos Comer Defunto", de Eloy Pereira, foi aceito (mas recebido friamente).

Até Saura oscarizável para a mostra do VI FestRio

Rio e Janeiro - Parece um milagre: num ano em que a produção cinematográfica teve seus mais baixos números, no qual foram extintas e sepultadas a Embrafilme/Fundação Nacional de Cinema e que a recessão econômica faz com que mesmo os empresários mais progressistas nem queiram ouvir propostas de financiar filmes, o RioCine Festival tem sua sexta edição, ampliada e revista, encerrando o calendário cinematográfico do ano - que teve, ainda, mostras em Gramado (julho), Natal (setembro) e Brasília (outubro).
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