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Bossa Nova

Revival bossa-novista com Rita, Tim e show ao vivo

Os bons fluídos de "Chega de Saudade", de Ruy Castro (Companhia das Letras) continuam no ar. Houve uma saudável reavaliação do mais feliz período da MPB nos últimos 40 anos, Johnny Alf e os Cariocas voltaram a gravar e Rita Lee e Tim Maia também reapareceram com álbuns "soft", no astral da harmonia e o romantismo da Bossa Nova.

Eterna elegância nos teclados de Pedrinho

Uma homenagem merecida: em comemoração aos 30 anos de carreira profissional, a RGE dedicou a Pedrinho Mattar uma produção especial: "A Arte do Piano Popular", caixa com cinco discos nos quais estão reunidas mais de 50 faixas mostrando a versatilidade deste eclético pianista.

O som do velho Alpert ainda com muita bossa

Ah! Anos 60! Ouvia-se um som latino, mas com um glamour diferente, que embalava jovens corações. Era a época de "A Taste of Honey" com uma banda muito especial: a Tijuana Brass, liderada por Herb Alpert.

Amor e vida nas vozes de Marina, Libertad e Alaíde

Três cantoras, de diferentes gerações e origens, apresentando-se numa mesma semana, oferecem diversificadas oportunidades de se (re)apreciar/(re)ouvir os caminhos musicais em relação à criação-sensibilidade de comercialização.

O Paulinho que ficou americanizado

Se a saída para o músico brasileiro era o portão internacional do Galeão, como teria dito Antônio Carlos Jobim antes de conquistar a América, ninguém melhor do que os percussionistas entenderam este recado. Basta fazer um levantamento do número de instrumentistas de nosso país que acabaram dando certo nos Estados Unidos - entre outros países - para se perceber que os homens do ritmo foram privilegiados.

O grande retorno de Johnny Alf

Entramos no último mês do primeiro semestre de 91 e as perspectivas musicais continuam limitadas. Difícil será relacionar dez lançamentos de MPB que mereçam destaque feitos nestes cinco primeiros meses do ano e, entre eles, estariam, sem dúvida, apenas gravações de gente já conhecida - até obras póstumas, como os dois belíssimos elepês deixados por Elizeth Cardoso (1920-1990), produzidos pelo incansável Hermínio Bello de Carvalho e que só agora estão chegando às lojas graças a Sony Music (ex-CBS).

Os Brandão levam sua música para os suíços

Dizer que já existe uma "colônia" musical de curitibanos na Suíça seria exagero, mas não deixa de ser significativo, que, nestes últimos anos, pelo menos mais de uma dezena de jovens talentosos instrumentistas residiram - ou ainda residem - em centros artísticos daquele país. Atualmente, ali estão oito curitibanos, três de uma mesma família - Brandão.

A brisa do talento com Johnny e Miúcha

"Ah! Se a juventude que essa brisa canta Ficasse aqui comigo mais um pouco Eu poderia esquecer a dor de ser tão só Pra ser um sonho".

Chega de espera! Chegou JOÃO, o disco do ano!

Afinal, aconteceu! Saiu o disco do ano! João - O cultuado, aguardado, sonhado, adorado elepê que traz novamente o mítico Gilberto do Prado Teixeira de Oliveira, baiano de Juazeiro, próximo aos 60 anos - a serem comemorados como feriado musical no próximo dia 10 de junho, já está nas lojas - em vinil, cromo e CD - nestas duas últimas versões com duas fitas extras que no elepê tradicional não entraram: "Sorriu pra Mim" (Garoto / Luiz Cláudio) e "Que Rest-t-il de Nos Amours" (Charles Trémet / Leon Chouliac).

No campo de batalha

A Nympha Mara Fontoura, que entre gorjeios sempre bem afinados revelou-se também empresária de sucesso, diversificando aplicação dos lucros de seu estúdio Gramophone: desistiu de abrir um sofisticado restaurante para criar uma empresa de espetáculos artísticos, que começou neste fim de semana com quatro shows de artistas paranaenses no Auditório Maria José de Andrade Vieira.
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