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Bossa Nova

O Paulinho que ficou americanizado

Se a saída para o músico brasileiro era o portão internacional do Galeão, como teria dito Antônio Carlos Jobim antes de conquistar a América, ninguém melhor do que os percussionistas entenderam este recado. Basta fazer um levantamento do número de instrumentistas de nosso país que acabaram dando certo nos Estados Unidos - entre outros países - para se perceber que os homens do ritmo foram privilegiados.

No campo de batalha

Para compensar a frustração sofrida em Gramado - onde a exclusão de "Os Desertos Dias" quase lhe arrancou lágrimas de sangue - Fernando Severo voltou entusiasmado de São Luiz: no 14º Guarnicê de Cinema e Vídeo do Maranhão, o seu curta esteve entre os quatro premiados (os outros foram "Ameríndia", do padre Conrado Berning e os curtas "Projeto Pulex" do curitibano Tadao Miaki e "O Inventor", da paulista Mirella Martinelli). Lincoln Barbosa recebeu o prêmio de trilha sonora por "Michaud" (rodado em Superagüi) e Flávio Ferreira o de melhor fotografia por "Os Desertos Dias". xxx

Revival bossa-novista com Rita, Tim e show ao vivo

Os bons fluídos de "Chega de Saudade", de Ruy Castro (Companhia das Letras) continuam no ar. Houve uma saudável reavaliação do mais feliz período da MPB nos últimos 40 anos, Johnny Alf e os Cariocas voltaram a gravar e Rita Lee e Tim Maia também reapareceram com álbuns "soft", no astral da harmonia e o romantismo da Bossa Nova.

Eterna elegância nos teclados de Pedrinho

Uma homenagem merecida: em comemoração aos 30 anos de carreira profissional, a RGE dedicou a Pedrinho Mattar uma produção especial: "A Arte do Piano Popular", caixa com cinco discos nos quais estão reunidas mais de 50 faixas mostrando a versatilidade deste eclético pianista.

O som do velho Alpert ainda com muita bossa

Ah! Anos 60! Ouvia-se um som latino, mas com um glamour diferente, que embalava jovens corações. Era a época de "A Taste of Honey" com uma banda muito especial: a Tijuana Brass, liderada por Herb Alpert.

O grande retorno de Johnny Alf

Entramos no último mês do primeiro semestre de 91 e as perspectivas musicais continuam limitadas. Difícil será relacionar dez lançamentos de MPB que mereçam destaque feitos nestes cinco primeiros meses do ano e, entre eles, estariam, sem dúvida, apenas gravações de gente já conhecida - até obras póstumas, como os dois belíssimos elepês deixados por Elizeth Cardoso (1920-1990), produzidos pelo incansável Hermínio Bello de Carvalho e que só agora estão chegando às lojas graças a Sony Music (ex-CBS).

As 5 décadas na voz daquele que tudo sabe sobre coisas musicais

João Gilberto sempre foi único na seleção de seus repertórios. Ao longo dos 10 elepês que gravou em quase 40 anos de carreira, pode-se notar sempre que esteve antenado com o que existe de melhor, mais importante e bem feito em termos de música. Mais do que isto!

Leny e Vânia, dois talentos musicais

Duas cantoras do primeiro time de nossa música popular apresentam-se na cidade neste fim de semana. Leny Andrade, a grande intérprete da Bossa Nova, única do "scat" jazzístico que tornou personalíssimos os standards como "Estamos Aí" (Durval Ferreira / Maurício Einhorn) mostra que, aproximando-se dos 50 anos, continua com o mesmo vigor e vitalidade do início de carreira - e ainda com maior experiência. Uma artista da dimensão de uma Elza Fitzgerald, que é o exemplo do talento que levou anos para ter o reconhecimento merecido (de hoje a domingo, Teatro Paiol).

Nico, o trabalho com boa produção

Embora jovem, Nico Rezende, músico, compositor e cantor eventual, já comeu muito pó na estrada. Como músico, arranjador e mesmo compositor, estava unido a gente como Marina, Cazuza, Lulu Santos, Zizi Possi e até Roberto Carlos. Contratado pela Warner, em 1987, chegou a gravar três elepês solos, o último (1989) com produção do experiente Ezequiel Neves.

Os Brandão levam sua música para os suíços

Dizer que já existe uma "colônia" musical de curitibanos na Suíça seria exagero, mas não deixa de ser significativo, que, nestes últimos anos, pelo menos mais de uma dezena de jovens talentosos instrumentistas residiram - ou ainda residem - em centros artísticos daquele país. Atualmente, ali estão oito curitibanos, três de uma mesma família - Brandão.
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