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Bossa Nova

No campo de batalha

Mais uma escola de música na cidade: a pianista Márcia Gomes Silva reuniu seus trocados, alugou um conjunto num prédio na Avenida N. S. da Luz, 17, e inaugurou dia 6 o Mozarteum. Agora é ver se há professores a altura do nome escolhido. xxx No hall do Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, uma didática mostra de 102 fotografias organizadas pelo Goethe e o Museu Alemão do Teatro de Munique sobre as grandes montagens cênicas feitas na Alemanha. xxx

Joyce internacional e Leny com novas canções

Joyce cada vez mais internacional. Uma viagem musical pelo tempo, proposta por Anna Maria Kieffer. Leny Andrade, nossa grande cantora jazzística com um repertório diversificado e renovado. Um revival em homenagem a Clara Nunes - uma das maiores sambistas que o Brasil já teve. O canto gaúcho de Maria Luiza Benitez. Eis um pacote provando que o canto continua das mulheres - neste nosso Brasil em que tantas jovens sonham por um espaço no disputado mercado e que, em veredas diferentes, buscam seus objetivos.

A volta de Luisinho, o nosso grande pianista

Se não tivesse outros méritos - e eles existem - o II Festival de Música de Cascavel, iniciado dia 25 e que se estenderá por mais uma semana, já valeria por um fato muito importante: o retorno ao público de um dos maiores talentos de nossa música - o pianista, arranjador e, sobretudo compositor, Luisinho Eça.

João e Nana, a performance de nossos grandes cantores

A montagem de discos com fonogramas de diferentes fontes - seja de artistas e estilos diversos, seja, de uma mesma tendência, estilo e gênero - tornou-se, nos últimos tempos, uma das formas mais lucrativas das gravadoras oferecerem novidades sem terem que fazer investimentos. Afinal, basta no máximo uma remixagem técnica nas fitas originais, a criação de uma capa e, principalmente, uma seleção do material que dispõe para ter condições de editar produtos isolados ou em forma de coleção.

Luisinho e sua arte para os pianistas paranaenses

Apesar do frio de segunda-feira, quem esteve no auditório da Reitoria assistiu um belo espetáculo: "Kamaiurá". Apresentando uma cantora de extremo vigor, belíssima voz e grande criatividade, a gaúcha Maria Rita Stumpf, esta produção inaugurou também as atividades da mais nova agência artística da cidade - é a Solany, de Gersinho Bientinez e Soliany Rodrigues, teve um sentido afetivo muito grande aos que amam o Brasil, Luisinho Eça, 53 anos, que nos últimos meses esteve gravemente doente.

Zuza, o homem certo para iluminar a nossa cultura

Luzes acendendo-se no final do túnel da cultura oficial: ontem, em Brasília, tomou posse como diretor do Departamento de Cooperação e Difusão Cultural da Secretaria de Assuntos Culturais, o jornalista José Eduardo Homem de Mello. Em menos de um mês, entre sua apresentação ao secretário da Cultura do governo Collor, Ipojuca Pontes, ao decreto com sua nomeação - publicado no "Diário Oficial da União" no dia 2 do corrente, Zuza - forma afetiva com que José Eduardo é conhecido - teve aprovação imediata de seu nome. E a repercussão pela escolha não poderia ser melhor. xxx

Stelinha e Gaya, um espaço para recordar o grande amor

Stelinha Egg tem estado muito ocupada nas últimas semanas. Em sua residência, na ampla sala de visitas e biblioteca, espalham-se recortes de jornais, partituras, fotos, discos e objetos que marcaram a sua longa carreira artística e, especialmente, os 42 anos de um dos mais felizes casamentos do mundo artístico - em termos profissionais e pessoais - com o inesquecível pianista, compositor, arranjador Lindolfo Gaya (Itararé, 06/05/1921 - Curitiba, 17/09/1987).

Maria Rita, o canto que o Brasil precisa ouvir

Cada vez que a Dell'Art traz a Curitiba um grande espetáculo como a Orquestra Filarmônica de Moscou - último domingo, no Guaíra, nos bastidores, eletricamente eficiente, está uma jovem capaz de resolver qualquer problema de última hora. Ela é Maria Rita Stumpf, gaúcha de São Francisco de Paula, 33 anos, que hoje é, com razão, o braço direito de Miriam Dauelsberg. Só que por trás da coordenadora geral de produção que há mais de 5 anos trabalha com a Dell'Art, está um dos grandes - e até agora imerecidamente, desconhecidos - talentos da música brasileira.

A lambada na tela para o subdesenvolvido consumir

É lamentável que J. Ramos Tinhorão, o mais contundente dos sociólogos-críticos-pesquisadores de nossa cultura (dita) popular, não esteja com sua metralhadora giratória na imprensa nacional. Afinal, Tinhorão (José Ramos), 62 anos, a partir de 1951 na imprensa, sempre se caracterizou pela defesa intransigente do que entende por valores brasileiros - é um crítico feroz de modismos, marketings e jogadas internacionais disfarçadas como cultura. Nem a Bossa Nova escapou de seu olhar crítico, pois a partir de "O Samba Agora Vai...

Menescal, o homem da Bossa Nova, no Paiol

Há pouco mais de um ano, quando Nara Leão já se encontrava gravemente doente, a Fundação Cultural de Curitiba/Secretaria Municipal da Cultura, irresponsavelmente andou anunciando aos quatro ventos que a querida cantora aqui viria fazer uma temporada no Paiol. Nara surpreendeu-se quando soube do uso que estavam fazendo de seu nome pois, na época, já havia cancelado qualquer apresentação - embora convites não lhe faltassem. xxx
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