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José Richa

Os riscos de um slogan no corpo a corpo pelos votos

Tinha toda razão o senador Álvaro Dias, ao comentar, há alguns meses, durante jantar com um grupo de jornalistas que ele, particularmente, desestimulava a adoção de slogans para campanhas políticas. Afinal, por melhor que um slogan possa parecer, o mesmo pode servir como um bumerangue em termos de campanha e se voltar contra quem o criou.

No campo de batalha

O governador Álvaro Dias havia convidado a professora e socióloga Maria de Lourdes Montenegro para assumir a chefia da Coordenadoria de Proteção ao Consumidor, cargo símbolo da DAS-5, da Secretaria da Justiça. Embora Maria de Lourdes, há alguns anos, tenha sido a pioneira na luta em defesa do consumidor, liderando o boicote aos açougues que exploravam a freguesia, não quis o cargo. Afinal, há muito que ela - como milhões de brasileiros - se decepcionou de ser "Fiscal do Sarney". xxx

No campo de batalha

Complementando a notícia de ontem, em relação à Rádio Estadual do Paraná - nos planos da secretária Suzana Munhoz da Rocha, da Cultura e Esportes, para se transformar numa fundação de sua pasta: antes de deixar a direção, o empresário Faruk El Khatib havia implantado a transmissão da madrugada. Agora, por uma questão de bom senso, o gerente artístico da emissora oficial, Lourival Pedrossiam ("Palito"), voltou ao horário tradicional. Afinal, se faltam condições para fazer uma boa programação das 6 às 24 horas, por que insistir em permanecer no ar também na madrugada? xxx

Rádio Estadual poderá passar para a Secretaria da Cultura

Decidida a recuperar o tempo perdido na infeliz administração José Richa - quando a pasta da Cultura e Esportes, devido à incompetência e politicagem de quem a ocupou e desviou de suas funções específicas, transformando-se num reduto de ódios, perseguições e projetos frustrados - a secretária Suzana Munhoz da Rocha Guimarães está tentando, de todas as maneiras, usar bem o (infelizmente) pouco tempo que dispõe no cargo. Afinal, no jogo sujo da política, com candidatos tendo que compor com diferentes grupos econômicos e políticos, nunca se sabe quem a substituirá dentro de seis meses.

De nada adianta transferir se não houver bons recursos

Se depende, basicamente, da coragem do governador João Elísio em enfrentar algumas críticas e oposições, a transferência da Rádio Estadual para a esfera da Secretaria da Cultura e Esportes, por outro lado, também de nada adiantará esta iniciativa se não forem dadas condições mínimas para que a emissora oficial, em curtíssimo prazo, seja dinamizada.

As obras de arte nos porões da burocracia

Há 15 anos, quando assumiu pela primeira vez a Prefeitura de Curitiba, uma das primeiras preocupações do arquiteto Jaime Lerner foi perguntar pelas obras de arte do município. Homem culto, conhecedor da boa pintura e escultura, Jaime surpreendeu os velhos funcionários: afinal, era a primeira vez que um prefeito se preocupava com o acervo artístico da casa. Um acervo pequeno é claro, mas que revelou preciosidades com um precioso óleo de Guignard, em sua melhor fase - que hoje vale, tranquilamente, mais de Cz$ 600 mil.

Bonilha, o homem das pesquisas eleitorais

Desde ontem à noite, quando começaram a ser computadas as primeiras urnas, a expectativa tomou conta não apenas de milhares de pessoas, ligadas diretamente ao pleito - candidatos, líderes políticos, gente do governo e da oposição - mas também alguns técnicos numa área nova que se firma cada vez mais: os pesquisadores eleitorais.

Suzana, uma mulher em busca da comunicação

A professora Suzana Maria Munhoz da Rocha Guimarães é hoje uma mulher preocupada. Poderia-se até dizer, agoniada. Afinal, convidada pelo governador João Elísio, assumiu a secretaria mais inoperante no governo José Richa e, numa terra devastada, na qual praticamente nada havia sobrado devido a incompetência de seu antecessor, tenta, num curto espaço de tempo, realizar o mínimo.

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CPI quer incomodar até memória de gente morta

Reabrindo a CPI da Corrupção, que teve início no governo José Richa, o deputado Rubens Bueno (hoje secretário do Trabalho e Bem-Estar Social) como presidente, voltou a se falar no nome de Raul Juliato como um dos envolvidos em acusações. Ao menos por uma questão de respeito humano, os deputados deveriam lembrar que Raul Juliato já faleceu há mais de um ano de problemas do coração. xxx
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