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As bandas do rock tupiniquim

O sucesso que as bandas de rock estão alcançando em apresentações ao vivo, lotando grandes espaços (como o ginásio do círculo Militar, no caso dos Engenheiros do Hawai; fazendo a abertura do super show do Wallers no último domingo, na Pedreira/Espaço Cultural Paulo Leminski), confirma, como se preciso fosse, a existência de um público jovem, de grande facilidade de conquista e que absorve conjuntos que, a rigor, nos tempos de maior exigência musical não teriam tanta aprovação.

Bossa Nova, again!

No último domingo, após o show que fez no Centro Cultural do Portão, com o Quarteto em Cy, Carlos Lyra, 54 anos completados no dia 11 de maio, comentava conosco vários aspectos da Bossa Nova, méritos e algumas (poucas) omissões de "Chega de Saudade", de Ruy Castro - o best-seller deste final de ano e que, entre outras virtudes, acelera um novo boom em torno do movimento mais importante que já houve na música brasileira.

O rei nat em sua majestade vocal

No finalzinho de 1989, como um verdadeiro presente de Natal, a EMI-Odeon lançou "Songs We'll Never Forget", caixa com 5 elepês reunindo 60 das melhores gravações de Nat King Cole durante os muitos anos que esteve contratado da EMI-Odeon. Síntese de um projeto global que no EUA se constituía em 20 elepês - também lançados em CD - "Songs We'll Never Forget" ficou como um dos melhores relançamentos do ano que passou, embora, infelizmente, sem ter a divulgação merecida.

Billy Idol ainda vive

Há algum tempo, ninguém daria um níquel pela sobrevivência de Billy Idol. O platinum superstar pop estava no fundo-do-poço das drogas, tão viciado e dependente que seu drama ganhou as manchetes dos jornais de todo o mundo.

João e Nana, a performance de nossos grandes cantores

A montagem de discos com fonogramas de diferentes fontes - seja de artistas e estilos diversos, seja, de uma mesma tendência, estilo e gênero - tornou-se, nos últimos tempos, uma das formas mais lucrativas das gravadoras oferecerem novidades sem terem que fazer investimentos. Afinal, basta no máximo uma remixagem técnica nas fitas originais, a criação de uma capa e, principalmente, uma seleção do material que dispõe para ter condições de editar produtos isolados ou em forma de coleção.

Hermínio garante o retorno da Camerata

Do Rio de Janeiro, Hermínio Bello de Carvalho, este incansável garimpeiro e animador cultural, a quem se deve o melhor trabalho em favor da música popular que desenvolveu em uma década da extinta FUNARTE, envia boas notícias - para compensar outras, nem tantas - inclusive sua injustíssima demissão da TV Educativa, onde produzia e apresentava um dos melhores programas já feitos no Brasil ("Água Viva").

Fernandinha, ex-Blitz, com toda a corda da eletrônica

Promoção não faltou para o lançamento disco-solo de Fernanda Abreu, ex-Blitz, agora no campo de batalha junto ao público jovem que busca intérpretes inovadores: "Ala Radical Dance Disco Club"(EMI/Odeon) chegou com uma produção luxuosa, capa dupla, ilustrações up to date (afinal, ela é mulher do artista gráfico Luiz Stein, responsável pela programação visual dos antigos shows da Blitz e pelas capas dos discos) e usando e abusando de recursos eletro-acústicos, computadores e outras arapuquinhas que permitem casamentos sonoros impensáveis há alguns anos.

Amor & ação, com Ivan, Gonzaguinha e Taiquara

Enquanto a WEA lança o último lp de Luiz Gonzaga Jr. ("Luizinho de GONZAGÃO/GONZAGA/GONZAGUINHA), com canções inéditas, na voltagem criativa que caracteriza Luís Gonzaga do Nascimento Júnior (RJ/22/09/1945) não como um simples herdeiro das tradições de seu grande pai, Luiz Gonzaga (1912-1989), mas como um artista de (muita) energia própria, aliás, numa linha que, quando de seu início de carreira, há mais de 20 anos, o fez procurar os seus próprios caminhos - o temos também na série performance.

Continua a ótima safra de nossa música instrumental

Domingo passado falamos de bons discos instrumentais que têm aparecido neste ano. Especialmente pequenos selos - como a Kuarup, Som da Gente, L'Art, Visom e, agora, a Caju Music, além da Chorus, tem valorizado nossos bons instrumentistas-compositores, os quais saindo de um lado cinzento de acompanhantes dos ditos "canários" (superstars da canção) adquirem vida própria.

Nat King Cole, 25 anos depois, cada vez melhor

Paralelamente aos quatro volumes da Atlantic Jazzlore, a WEA traz também quatro álbuns da MCA/Impulse, igualmente indispensáveis. Começa com o duplo (embora em capa simples). "The Feeling of Jazz" com Nat King Cole, falecido há 25 anos, e que, talvez por isto começa a ser agora devidamente lembrado. No finalzinho do ano passado a EMI/Odeon lançou a caixa "Songs We'll Never Forget", com cinco LPs com 70 canções gravadas no período 1947-1964, entre os quais os seus maiores sucessos ("Blue Gardenia", "Love Letters", "Stardust" etc).
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