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Museu Guido Viaro

Governo desapropria o teatro. E agora?

O governador Álvaro Dias entendeu as razões do secretário René Dotti, excelente advogado, e assinou o decreto de desapropriação do imóvel no qual funciona o Teatro 13 de Maio. Muito bem, palmas!

Adolfo, Suzana e Claudia, três mostras respeitáveis

Definitivamente, o mercado de artes plásticas no Paraná é uma conquista. Em menos de um década, as galerias se multiplicaram e com uma generosidade também dos espaços oficiais se há algo que não falta na cidade são os locais para exposições. Com isto, ao lado de talentos emergentes e consagrados, abre-se também as portas da promoção (e do aparecimento), para gente ainda despreparada e que, numa Capital na qual existisse maior rigor crítico e de seleção, jamais chegaria a discutíveis individuais e mesmo coletivas.

No campo de batalha

Zelinha Brandão, atriz e, sobretudo, entusiasta em fazer coisas artísticas, apresentará entre os dias 14 e 22 de maio, no Sesc da Esquina, um novo espetáculo: "Levando a Vida na Flauta", com direção de Maria Adélia Ferreira. Que explica como "um trabalho cênico em cima da Sonata em Lá Menor para flauta solo de Bach, onde o flautista questiona o seu procedimento como artista e se lança em busca do público e de si mesma". Na segunda parte o trabalho é feito a partir da peça "Syrinx", de Debussy, com a história de uma menina que ganhou de aniversário uma "caixinha de tristeza".

Ódio político faz Museu Guido Viaro esvaziar-se

Mesmo com toda a sua formação marxista, a imagem que o advogado Carlos Frederico Marés de Souza, secretário municipal da Cultura está passando é a de que seu livro de cabeceira é "1984" do inglês George Orwell (1903-1950). Pouco a pouco, Marés e sua equipe de confiança da antiga Fundação Cultural de Curitiba, tal como o Grande irmão no romance de Orwell, publicado há 39 anos, estão preocupados em fazer desaparecer da cidade qualquer marca, em termos culturais, que lembre a administração Jaime Lerner.

Pouco a pouco, apaga-se nosso passado cultural

O Centro de Criatividade no Parque São Lourenço mudou de nome. A Casa da Memória também. Da Casa da Gravura ninguém sabe responder exatamente o que aconteceu e ainda nesta semana o artista Orlando Silva comentava aonde foram parar as preciosas gravuras, que faziam parte de seu acervo. O Teatro do Paiol há muito está abandonado, com uma programação das mais irregulares. Até o gramado que circunda o prédio deixou de ser aparado há meses.

Maristela, última esperança da arte

O exemplo do Museu Guido Viaro - que poderá inclusive perder até a razão de existir, no momento em que o advogado Constantino Baptista Viaro, magoado e ofendido com a forma que a política cultural naquele espaço vem se desenvolvendo, decida retirar o precioso acervo - é gritante.

O velho e o novo

O advogado Carlos Frederico Marés de Souza Filho, secretário municipal de cultura - função que acumula com a de presidente da Fundação Cultural de Curitiba (uma vez que esta instituição continua a existir), nos enviou uma carta de três laudas a propósito dos comentários e informações aqui publicados na edição de 3 de março, em relação ao esvaziamento do Museu Guido Viaro.

Agora o ódio atinge as bancas na Rua das Flores

Mais um capítulo da novela "1984" ou de como a política faz com que se (tente) apagar o que uma boa administração fez por uma cidade: a prefeitura quer agora modificar o designer das bancas de jornais e revistas do centro da cidade. Tudo bem! O burgomestre pode até ter este direito executivo, embora não deixe de ser autoritário e representar um custo de milhões de cruzados para os cada vez mais empobrecidos microcomerciantes desta área. O absurdo é que se tente fazer isto com um concurso para escolha de um novo projeto e avalizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil - Secção do Paraná.

Generosidade de Poty faz que Portão ganhe o museu

Afinal, o tão propalado Centro Cultural do Portão acabou não sendo inaugurado no aniversário de Curitiba, como tinha anunciado a diretoria da Fucucu. As obras não ficaram prontas e só dentro de algumas semanas (quantas?) é que acontecerá a festa, por certo com muito foguetório político, como tão bem sabe fazer a administração peemedebista neste ano de possíveis eleições municipais.

No campo de batalha

A programação cinematográfica foi tão intensa nos últimos 15 dias que, com isto, dançaram em termos de bilheteria (e mesmo por parte dos cinéfilos) dois filmes que podem até pintar entre os melhores do ano: "Memórias de um Adolescente", que Gene Saks adaptou da peça de Neil Simon (por ele próprio dirigida na Broadway), teve mínimo público no Lido II (em alguns dias, houve até sessões canceladas).
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